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Sombrio capacita profissionais para acolher crianças e adolescentes vítimas de violência

proteção de crianças Sombrio
FOTO PMS Divulgação Notisul

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Profissionais que atuam na rede de proteção de crianças em Sombrio participam nesta segunda-feira (10) de uma capacitação sobre como agir diante da revelação espontânea de situações de violência. A formação ocorre no Tênis Clube e reúne representantes de diferentes setores que trabalham direta ou indiretamente com crianças e adolescentes.

A atividade também integra a construção do Protocolo Municipal para atendimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

A capacitação foi organizada em duas turmas, cada uma com capacidade para 300 participantes. A formação da manhã já foi realizada, enquanto a atividade da tarde ocorre das 13h30 às 16h30.

Capacitação orienta profissionais sobre primeiro acolhimento

O objetivo da formação é preparar os profissionais para situações em que uma criança ou adolescente relata espontaneamente ter sofrido ou presenciado algum tipo de violência.

A capacitação orienta sobre a forma adequada de ouvir e acolher esse relato, os limites da atuação de cada profissional e os procedimentos que precisam ser adotados.

Também são abordados os encaminhamentos necessários para que cada situação chegue aos serviços responsáveis.

A proposta é garantir que o primeiro contato ocorra de forma acolhedora e protetiva, evitando perguntas ou procedimentos que possam ampliar o sofrimento da criança ou adolescente ou provocar revitimização.

Diferentes setores participam da formação em Sombrio

A capacitação reúne profissionais das áreas de Educação, Saúde, Assistência Social, Conselho Tutelar, Segurança Pública e sistema de Justiça, além de outros integrantes da rede municipal de proteção.

Segundo a prefeita de Sombrio, Gislaine Cunha, a preparação dos profissionais é necessária para garantir uma resposta adequada diante dessas situações.

“Quando uma criança encontra coragem para contar que sofreu ou presenciou uma violência, precisamos estar preparados para ouvi-la e protegê-la. São situações que exigem conhecimento, sensibilidade e, principalmente, uma rede que trabalhe de maneira integrada. Capacitar nossos profissionais é fortalecer essa proteção e garantir que cada caso receba o encaminhamento adequado”,

destaca.

Município trabalha na construção de protocolo de atendimento

A formação ocorre durante o processo de fortalecimento da rede municipal e de elaboração do Protocolo Municipal para atendimento desses casos.

A construção do documento envolve representantes da Saúde, Educação, Assistência Social, Segurança Pública, Poder Judiciário, Ministério Público, Conselho Tutelar, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Casa Lar e assessoria técnica do Instituto Ranai.

O protocolo busca integrar a atuação dos diferentes órgãos envolvidos no atendimento e estabelecer os procedimentos e encaminhamentos para situações envolvendo crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

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