Criciúma
Para o técnico do Criciúma, a derrota por 2 a 1 para o Guaratinguetá é fruto da quantidade de gols perdidos no Estádio Martins Pereira. Segundo Paulo Comelli, foram três oportunidades no primeiro tempo e outras quatro na etapa derradeira. O time, que foi efetivo em outros jogos, colocou a bola na rede apenas uma vez na 20ª rodada, em uma jogada individual de Giovanni Augusto.
O treinador compara a partida contra o Guaratinguetá, fora de casa, com a do Avaí, o jogo anterior, no Heriberto Hülse, quando o time venceu por 2 a 0. A diferença, para o comandante, foi a efetividade de sua equipe.
“Contra o Avaí criamos bem menos e fizemos dois gols. Acho que faltou um pouco mais de tranquilidade para converter as oportunidades em gols”, lamentou o comandante.
Apesar do resultado negativo, o treinador gostou da postura dos comandados. Comelli reitera que vai manter o Criciúma ofensivo nas próximas rodadas.
“A equipe não foi covarde. O time criou. Não fez o gol, mas criou. Até pela marcação do adversário, acho que faltou uma postura um pouco diferente. A marcação individual deles complicou um pouco. Mas não adianta só ficar atrás. Temos que partir para o ataque. A diferença de pensar em um ponto ou em três é grande”, concluiu.
Criciúma terá laterais titulares amanhã
As laterais do Criciúma terão nomes diferentes do que tiveram na derrota, por 2 a 1, para o Guaratinguetá. Os titulares estarão de volta no confronto de amanhã, contra o Bragantino, às 19h30min, no Heriberto Hülse. Contra o time paulista, que está na zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro, o Tigre vai contar com o lateral esquerdo Marlon e o direito, Ezequiel.
Marlon ficou fora da última partida para se recuperar de um desconforto muscular na coxa esquerda. Willian Simões foi o titular. Ontem, ele foi liberado pelo departamento médico. Na lateral direita, Ezequiel retoma a posição. Ele teve que cumprir suspensão pelo terceiro cartão amarelo (o sexto até agora na competição) e ficou fora do confronto anterior.
Na posição, o técnico Paulo Comelli improvisou o volante Diego Felipe. Na avaliação do treinador, o jogador foi bem na função. No entanto, foi sacado no intervalo do jogo.
“Tirei o Diego Felipe, não porque ele estava mal, mas porque precisávamos de mais um atacante para reverter o placar. O Diego Felipe não é um especialista na posição, mas temos que procurar os jogadores que estão fora. Ele também têm que jogar”, justificou Comelli.
Marlon retorna ao Tigre no jogo contra o Bragantino.
Técnico mostra-se satisfeito com o empate do Joinville
Para o Joinville foi um daqueles empates com sabor de vitória. A igualdade com o Atlético-PR foi celebrada pela equipe catarinense, ainda que o time tenha saído na frente e sofrido o 1 a 1 depois. Para o técnico Leandro Campos, o sentimento é explicado diante da expulsão de um jogador ainda no primeiro tempo.
Para o treinador, seus comandados não abdicaram de tentar a vitória quando estavam com um jogador a menos. E tiveram chances de sair com três pontos.
“É motivo de orgulho para nós, sabendo que existe uma relação de superação muito grande diante das dificuldades que a competição impõe”, afirmou Leandro.
Além disso, conforme o treinador, o 1 a 1 também é bem vindo mediante o adversário que o time enfrentou. O técnico considera o Atlético-PR rival direto na Série B do Campeonato Brasileiro.
“Foi mais uma barreira que nós passamos. Não é nem a questão de somar um ponto. É de não deixar um adversário direto somar. O adversário vinha de quatro vitórias”, avaliou.
