Bispo Dom João Francisco Salm presidirá a missa festiva que encerra a programação da festa que iniciou no dia 1°. Em honra ao santo, neste terça-feira será feriado municipal em Laguna
Laguna
Nessa terça-feira (13) será celebrado o dia de Santo Antônio dos Anjos, padroeiro de Laguna. Em honra ao santo, o município promove desde o dia 1° deste mês diversas atividades e celebrações da 341° edição da tradicional festa em honra ao padroeiro. Durante o feriado municipal, a programação festiva realizará às 10 horas a missa solene presidida pelo bispo Dom João Francisco Salm e posse dos novos membros da Irmandade de Santíssimo Sacramento e Santo Antônio.
Ao meio dia terá almoço festivo e às 15 horas ocorre à procissão motorizada com saída da igreja matriz Santo Antônio, percorrendo as ruas do centro histórico e dos bairros. Na chegada, benção dos veículos. Em seguida, às 18 horas será realizada a santa missa e às 19h30min a trezena com o padre Itamar Faísca Nunes. Além da programação religiosa, a população ainda conta, às 21 horas, com o show acústico do Tchaca no palco interno e no palco externo, às 22 horas, terá o concerto de encerramento com a banda Carlos Gomes.
No sábado (10), mesmo com o frio e o vento Sul, muitos fiéis formaram uma extensa corrente de fé, marcada por homenagens e fogos de artifício durante a transladação da imagem. O trajeto teve início na igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, no bairro Progresso, com destino à igreja matriz Santo Antônio dos Anjos, no centro da cidade.
A imagem
A imagem de Santo Antônio exibida na procissão em Laguna foi esculpida em 1850, na Bahia. O padroeiro do município segura na mão direita uma cruz, e na esquerda, as Sagradas Escrituras e o Menino Jesus. A festa de Santo Antônio dos Anjos teve início na época colonial. As primeiras edições eram apenas procissões no dia do padroeiro, 13 de junho, quando os fiéis reuniam-se na igreja e saíam com a imagem em procissão para abençoar a vila. Fernando de Bulhões (verdadeiro nome de Santo Antônio), nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra. Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada.
