O serviço em Braço do Norte e região do Vale atende sete municípios e apresenta um gasto mensal estimado em R$ 57 mil com os atendimentos e manutenção. Ministério Público estabelece o rateio dos custos.
TUBARÃO
OServiço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Braço do Norte, que atende outros sete municípios, tem sido mantido por recursos federais e pela prefeitura da Capital do Vale. Porém, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), o qual estabelece o rateio do custo mensal por número de habitantes. Para cumprir a determinação, o prefeito Beto Kuerten Marcelino recebeu em seu gabinete os prefeitos Salesio Wiemes, de Santa Rosa de Lima, Lindomar Ballmann, de Rio Fortuna e José Benjamim Arent, de Armazém, que concordaram em realizar a divisão de custos.
Ao todo, são gastos, mensalmente, cerca de R$ 57 mil com o atendimento, aproximadamente R$ 13 mil são de recursos federais. De acordo com Beto, uma nova reunião com o Ministério Público será marcada em breve. “Infelizmente, Braço do Norte não pode arcar com os custos sozinho. Mas contamos com a compreensão dos prefeitos, que se mostraram dispostos a colaborar, pensando no bem da comunidade, que não pode ficar desassistida de um serviço de atendimento que faz diferença no dia a dia da população”, destaca.
A coordenadora do Samu, Jainara de Oliveira Muller, relata que a unidade realiza cerca de 100 atendimentos mensais na região, com seis equipes que se revezam em plantões de 12 e 48 horas. Cada uma é composta por um técnico de enfermagem e um motorista-socorrista, somando 12 funcionários que conduzem uma Unidade de Suporte Básico (USB).
Além de Braço do Norte, Armazém, Gravatal, Grão-Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima, São Ludgero e São Martinho são assistidos pelo serviço.
