
Lily Farias
Tubarão
Encerrou ontem a polêmica sobre o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Tubarão. Após análise da Comissão Especial de Inquérito (CEI), criada pela câmara de vereadores, foi constatado que o valor do aditivo financeiro dado à empresa Madecril, de Capivari de Baixo, responsável pela construção da estrutura, não ultrapassa os 25% previstos por lei.
Os vereadores apontaram um erro de cálculo no Portal da Transparência do governo federal. A obra do CCZ foi licitada por R$ 291.094,11.
De acordo com o vereador Caio César Tokarski (PSD), quem atualizou os valores na página do governo adicionou 100% de aditivo, mais 23% do original, totalizando 123%. “O processo é regular e solicitamos à prefeitura que retifique as informações”, explica Caio.
Para o secretario de saúde da prefeitura, Daisson Trevisol, o relatório dos vereadores comprova o que já havia dito anteriormente: a administração municipal fez corretamente o seu trabalho. “Tomamos cuidado para que as coisas sejam feitas da melhor forma possível. Fiquei contente com o resultado”, avalia.
Além de Caio (relator), a comissão que tratou do assunto é formada por João Fernandes (PSDB), na função de presidente, Evandro Almeida (PMDB) e Deka May (PP).
Inauguração só no próximo ano
As dificuldades em ajustar os detalhes estruturais e administrativos atrasaram a inauguração oficial do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). O secretário de saúde da prefeitura, Daisson Trevisol, revela que isso ocorrerá somente no próximo ano. “Foram meses na tentativa de inaugurar, mas infelizmente não conseguimos. Pelo menos fizemos o que podíamos ao longo do ano”, enfatiza Daisson.