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Advogada de Tubarão está entre os réus

Florianópolis

As audiências do julgamento do assassinato da agente penitenciária Deise Alves, de 30 anos, iniciam hoje no fórum da capital. Ela foi morta por engano, pois o alvo era o seu marido, o então diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, Carlos Alves.

A agente foi assassinada no dia 26 de outubro do ano passado, em São José. São nove acusados pelo homicídio e formação de quadrilha. Oito pessoas estão detidas, sendo quatro na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Eles acompanharão o julgamento por videoconferência.

O restante dos réus está em presídios do estado. Um deles é a advogada Fernanda Fleck Freitas, que morava em Tubarão. Segundo a investigação, ela teria levado a ordem de execução de dentro da prisão para os criminosos. Conforme a Polícia Civil e o Ministério Público, criminosos da facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC) ordenaram o homicídio por causa do corte de regalias por parte de Carlos. E a morte da agente tem ligação com as ondas de atentados em Santa Catarina no fim de 2012 e início deste ano.

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