A professora norte-americana Susan Smith encontrou um gatinho vagando pelas ruas de Nova York enquanto se dirigia até o trabalho. Sensibilizada pela condição do filhote, decidiu levá-lo para casa.
Batizou-o de “Donny”. Em uma visita ao veterinário, constatou-se que seus olhos estavam subdesenvolvidos – e tiveram que ser removidos. Após a cirurgia, descobriu-se que o gato estava com hipoplasia cerebelar, uma condição neurológica rara que causa graves problemas de equilíbrio entre os felinos.
Apesar de todos os problemas, Susan se apaixonou por Donny e o adotou legalmente. Ela conta que o gatinho é extremamente dócil e amoroso, não só com ela, mas com todos que aparecem em casa.
Nesse meio tempo, a mãe de Susan, 88 anos, foi diagnosticada com câncer de pulmão, e precisou passar por 17 rodadas de quimio/radioterapia. Ao lado dela, estava seu fiel companheiro, que lhe dava forças para continuar. “Esse é o meu Donny”, fala, com voz doce, a ‘avó’ do gatinho cego.
O momento foi registrado na página do Instagram criada por Susan:
Pelas redes sociais, a família de Susan publica diversas situações do dia a dia em que o bichano serve como o “terapeuta”, que provê amor àqueles que precisam de uma recuperação. Donny geralmente visita pacientes idosos que têm a doença de Alzheimer e demência.
Na clínica, o gatinho cego senta no colo de cada um deles. Arrancando sorrisos, Donny promove a melhora emocional dos doentes, que sempre têm ânimo para dar carinho a ele.
Fonte: Emais/Foto: Reprodução/Instagram/@blossom_and_her_family
