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Aumenta número de pontos próprios para banho em Santa Catarina

Florianópolis

O novo relatório de balneabilidade da temporada de verão, divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), órgão que substitui a Fatma, mostra que dos 215 pontos analisados, 117 (54,4%) estão próprios para banho. As coletas foram realizadas entre segunda e sexta-feira da semana passada e o relatório completo está no www.fatma.sc.gov.br ou no aplicativo Praias SC, disponível para Android.

Em Florianópolis, dos 75 pontos avaliados, 35 (46,7,%) estão próprios para banho. No restante do litoral, 82 (58,6%) dos locais analisados estão seguros para os banhistas. “Em relação ao relatório anterior, dez pontos passaram para a condição de próprio e oito para impróprio”, explica o responsável técnico pelo laboratório da Fatma, Marlon Daniel da Silva.

Como a balneabilidade é feita

Para dizer se um ponto é próprio ou impróprio para banho, a Fatma analisa a presença da bactéria Escherichia Coli, presente em fezes de animais e humanos. São necessárias cinco coletas consecutivas para se obter o resultado. “Começamos a colher as amostras para o início da temporada em 6 de novembro. Quando em 80% das análises a quantidade da bactéria é inferior a 800 por 100 mililitros, o ponto é considerado próprio”, Silva. Além da estrutura da Fundação, outros dois laboratórios parceiros contribuem para as análises.

Os pontos analisados são nos municípios Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Baneário Rincão, Barra Velha, Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Porto Belo e São José.

Na internet

Durante a temporada de verão, a Fatma realiza as análises semanalmente. Assim que os resultados são cadastrados no sistema, o site e o aplicativo são atualizados automaticamente. “Indicamos que se observe o histórico do local. Se, na maior parte do tempo está próprio, a chance de estar contaminado é menor que um local que apresenta um histórico de impropriedade”, explica o gerente de Pesquisa e Análise Ambiental, Oscar João Vasquez Filho.

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