segunda-feira, 23 fevereiro , 2026

Brasil sai do Mapa da Fome, segundo relatório da ONU

O relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025” (SOFI 2025), elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), revela que o país está com menos de 2,5% da população em situação de subnutrição ou com acesso insuficiente à alimentação. Esse percentual é o limite máximo aceito para que um país esteja fora do chamado Mapa da Fome.

O Mapa da Fome é uma ferramenta global da ONU que identifica os países onde uma parcela significativa da população enfrenta insegurança alimentar crônica. A classificação considera médias trienais, baseadas nos três anos mais recentes. No caso do Brasil, os dados correspondem ao período de 2022 a 2024.

O país já havia saído do Mapa da Fome em 2014, mas voltou a figurar na lista no triênio 2018-2020. A nova exclusão do Brasil representa uma reversão importante, conforme destacou nota divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

“A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável”, informou o Ministério.

Como a ONU calcula o Mapa da Fome

De acordo com a FAO, o principal indicador para a inclusão de um país no Mapa da Fome é a Prevalência de Subnutrição (PoU, na sigla em inglês). O cálculo leva em conta três fatores principais:

A quantidade de alimentos disponíveis no país, somando a produção interna, as importações e subtraindo as exportações;
A capacidade de consumo da população, que varia conforme o nível de renda e acesso à alimentação;
E a necessidade calórica mínima por pessoa, definida com base em perfis médios da população de cada país.

O novo relatório foi apresentado nesta segunda-feira (28), durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares das Nações Unidas (UNFSS+4), na Etiópia, e reúne dados atualizados de todos os países monitorados pela FAO.

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