O catarinense de Florianópolis Lucas Demathe da Silva, de 28 anos, venceu disputa judicial e herdou a quantia de R$ 1 bilhão. A ação ocorreu ao longo de cinco anos, onde ele disputava a herança com os outros cinco herdeiros de Eggon da Silva, um dos fundadores da Weg. As informações foram divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. A causa se encerrou, em julho deste ano, através de um acordo. Ambas as partes concordaram com o pagamento de R$ 1 bilhão ao jovem. Eggon é um dos três fundadores da Weg, uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo com sede em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. Eggon é o “E” da sigla.
O empresário morreu aos 85 anos, em um Hospital de Jaraguá do Sul, de causas naturais. Desde então, o inventário não havia sido concluído por conta da disputa. Registrado com o sobrenome de Eggon, porém fora do casamento do industrial com Laura Augusta da Silva, a paternidade de Lucas foi reconhecida somente após a morte do empresário, em 2015. Eggon teve cinco filhos no casamento com Laura: Décio da Silva, ex-presidente do Conselho de Administração da WEG; Marcia da Silva Petry, Katia da Silva Bartsch, Solange da Silva Janssen e Tânia Marisa da Silva, todos com participação na WPA S.A, que detém 50,09% das ações da WEG.
O patrimônio dos cinco filhos de Eggon atingiu cifras bilionárias. Dos 33 novos bilionários relacionados pela revista Forbes de 2020, dez têm patrimônio ligado à WEG, incluindo as quatro filhas de Eggon. Fundada em Jaraguá do Sul, em 1961, por Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus, atualmente, a WEG está na bolsa de valores brasileira, a B3, e teve faturamento de R$ 17,47 bilhões em 2020.
Fonte: ND+
Entre em nosso canal do Telegram e receba informações diárias, inclusive aos finais de semana. Acesse o link e fique por dentro: https://t.me/portalnotisul
