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Da Europa para Laguna

O gerente de produção do consórcio, engenheiro Mauri Morales, explanou sobre o andamento dos trabalhos para o começo das obras da ponte. Segundo ele, a expectativa do grupo é atingir uma folha salarial com 1,3 mil trabalhadores já a partir do próximo ano.
O gerente de produção do consórcio, engenheiro Mauri Morales, explanou sobre o andamento dos trabalhos para o começo das obras da ponte. Segundo ele, a expectativa do grupo é atingir uma folha salarial com 1,3 mil trabalhadores já a partir do próximo ano.

Laguna

 

 
Parte das estruturas de sustentação dos pilares da  futura ponte Anita Garibaldi, a nova travessia do Canal de Laranjeiras, na BR-101, em Laguna, já começou a ser descarregada às margens da rodovia, nas proximidades do posto Lagoa.
 
Esta movimentação toda, e tudo feito em ritmo acelerado, tem um motivo: assim como a região aguarda ansiosa pela construção da passagem, o consórcio Camargo Corrêa/M. Martins/Construbase tem pressa em iniciar logo os trabalhos.
 
O prazo para a conclusão da obra é de 36 meses. Contudo, este tempo deverá ser menor em função do investimento que será feito exclusivamente para dar um ritmo ainda maior ao serviço.
 
O consórcio trará da Europa uma nova tecnologia para diminuir o esforço no momento de colocação na base da ponte. O resultado será maior rapidez no preparo dos pilares de sustentação. Com isso, cada pilar irá demorar, em média, até três dias para ficar pronto.
 
A meta é iniciar esta etapa em outubro, quando um desvio na BR-101, nas mediações do posto Lagoa, será feito. Enquanto esta parte é agilizada, o grupo segue em frente com a dragagem da Lagoa Santo Antônio dos Anjos e a construção do canteiro de obras.
 
“Construir a ponte é o mais fácil. O difícil é preparar tudo para o início da obra”, avalia o gerente de produção do consórcio, engenheiro Mauri Morales. Segundo ele, uma das dificuldades será encontrar trabalhadores braçais no sul catarinense.
 
“Nesta região, devido à ótima escolaridade das pessoas, vamos empregar mão-de-obra para as áreas administrativa e técnica”, elogia. Os chamados ‘peões’, em sua maioria, deverão vir de outras localidades.
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