Zahyra Mattar
Tubarão
Atenção, coordenadores dos programas municipais de combate à dengue: quem deixar de efetuar o seu trabalho à risca corre o risco de ter que dar explicações à promotoria pública.
Em janeiro, isto chegou a ocorrer com 30 cidades catarinenses. E desta vez outras podem ser acionadas. As informações são confirmadas pela coordenadora estadual contra a dengue, Clarice Azevedo. Ela não detalha muito que tipo de ação ou sanção pode ser remetida às cidades, também não revela quantos e quais os municípios. “São procedimentos internos”, desconversa.
A maior preocupação é quanto ao aumento de expressivos 200% no número de focos do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, nestes primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado.
Os principais motivos para este crescimento é o calor aliado à chuva e o fato do estado ser, no verão, um dos principais destinos turísticos do país. “Ainda estamos em vantagem, mas, para continuar assim, a população precisa auxiliar na prevenção. Não há outra maneira”, convoca Clarice.

