Andréa Raupp Alves
Tubarão
O estudo feito pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) sobre a situação das obras de duplicação da BR-101 foi entregue ontem ao procurador da república em Tubarão, Celso Três. O documento foi entregue pelo presidente da federação, Alcantaro Corrêa.
O procurador comprometeu-se em analisar o estudo e acompanhar o andamento das obras. Para ele, em Tubarão, a duplicação está realmente atrasada. “Estou acompanhando o processo e sei que o Dnit notificou a empreiteira quanto à demora das obras”, declara.
Para o presidente da Fiesc, a conclusão da duplicação poderá ultrapassar 2014, conforme o levantamento da própria entidade. “Este estudo que fizemos é uma projeção otimista”, lamenta.
O primeiro estudo da Fiesc foi feito em maio do ano passado, e um novo levantamento em dezembro. “O projeto de duplicação da BR-101 sul é melhor que o da região norte. Mas a demora da obra é muito grande”, revela Alcantaro.
Cobrança de pedágio
Quanto ao aumento nos valores do pedágio ao longo da BR-101, o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, afirma que a região sul não deveria pagar – em Palhoça, no sentido norte/sul – enquanto a rodovia não estiver duplicada. “Mas, para isso, é importante os municípios se unirem para reivindicar. A Fiesc dará apoio a esta manifestação”, lança a ideia.

