Vivemos em um mundo que passa por milhares de transformações com o decorrer dos tempos, transformações estas que nos parecem ter chegado ao complexo limite na ‘face terrestre’ e mostrando-nos a grandeza com que o ser humano modifica o espaço e faz querermos voltar ao tempo pedindo louvores à mãe natureza.
Devemos evidenciar que as transformações antropológicas se intensificaram com o processo da revolução industrial, que teve início na Inglaterra e, a partir disso, com o fortalecimento do capitalismo que assola o mundo nos dias atuais, faz com que o nosso espaço – antes inalterado – seja transformado e poluído de maneira irregular e irresponsável, por parte de muitos que colocam os seus rendimentos acima do bem da flora e fauna das nações em geral. Este problema se torna mais grave em nações subdesenvolvidas, pois estas não dispõem de tantos recursos como os países desenvolvidos e ainda acabam prejudicados pelas transnacionais que se instalam em seu território, visando produzir e aproveitar a precária fiscalização dos governos devido aos grandes poluentes que estas empresas emitem na atmosfera.
Podemos então ressaltar que a natureza se cansou de tantos estragos e desrespeitos, e isso pode nos explicar os grandes incidentes catastróficos que afetam as populações no mundo colocando em prática a força da natureza e fazendo- nos refletir sobre esse caos que tanto tem nos preocupado atualmente, porém parece ser apenas uma preocupação passiva, como podemos notar na última reunião do Rio +20, onde estiveram presentes representantes de mais de 180 países, afim de discutir a poluição no mundo, onde acabou sendo adiado, pois a crise capitalista era o mais importante naquele momento, então mais uma vez o capitalismo foi colocado como prioridade, enquanto não sabemos se vamos poder aguardar a fúria da natureza por mais tempo.
É por isso que devemos mudar essa visão capitalista que atrasa o mundo, que deixa influenciar as mentes dos cidadãos, e ainda prejudica a natureza de forma relevante, temos que ir em busca de políticas públicas em prol do restabelecimento da natureza como forma de conscientização da população, pois ‘’a Natureza pede socorro’’.

