“Quando tiveres uma lágrima de tristeza, parte-a ao meio, dá-me metade e chorarei contigo. Quando eu tiver um sorriso de alegria, dou-te inteiro só para te ver feliz!”.
Pensei em várias formas de começar esse artigo… Parece que me deu um branco, e as palavras, simplesmente, sumiram! Escrevi e reescrevi várias frases soltas, mas nenhuma delas traduz, em palavras, realmente tudo o que eu queria te dizer… Tu me ensinaste a amar, me ensinaste a respeitar, me ensinaste a dar valor à vida, aos amigos, aos familiares. E o mais importante de tudo: tu me deste amor.
O amor mais singular que existe no mundo, o amor acolhedor, o amor que ensina, que provoca risos, lágrimas, que faz com que eu me sinta especial, protegida. Mãe, tu me ensinastes a gostar das coisas mais inexplicáveis da vida. E ainda, tu me ensinaste a gostar do doce da vida, e, também, a saber lidar com o amargo, com as dificuldades. A gostar da vitória, mas saber aprender e buscar o novo.
Sou grata, por toda vez que deixaste de fazer algo, pela minha felicidade, ou então que se sacrificaste para ver um sorriso em meu rosto. Toda vez que dividiste comigo tuas angústias, teus medos, tuas felicidades.
Saiba e nunca esqueça: eu te amo, e muito. Amo mais que conseguiria amar qualquer outra coisa, qualquer outro alguém. A ligação que temos é forte demais. É o mesmo sangue, a mesma carne. E nunca, mãe, nunca, quero que tenhas dúvida alguma do meu amor por ti. Quero ser orgulho a quem me ensinou a ter garra, a ir a luta, a não desistir nunca.
Sei que não existem palavras suficientes para descrever tudo que sinto por você e, mesmo que houvesse, ainda assim não seriam suficientes. Nosso amor é transcendente, está acima de tudo. E hoje, dia 3/03, é teu aniversário, eu queria poder te dar tantas coisas, algumas até fora do meu alcance! No mais, te desejo, mãe, parabéns por mais esse ano de vida e que ainda venham muitos outros! Temos a certeza de que onde elas estiverem estarão pensando em ti!
Feliz aniversário!
* (Emilson, Diélly e Gislayne – em memória).

