A dívida total do município deste último, herdada dos últimos dois governos, chega a R$ 9.518.680,26
Imbituba
Os três primeiros dias de gestão do governo, em Imbituba, serviram para contornar dois problemas burocráticos para honrar compromissos financeiros. Um foi efetuar o pagamento relativo às férias dos servidores da Educação, no valor de R$ 1.027.370,88.
Outro foi realizar o pagamento de cerca de R$ 1,6 milhão a título de precatórios, cuja dívida total do município, herdada dos últimos dois governos, chega a R$ 9.518.680,26, a maioria oriunda de dívidas trabalhistas contraídas de 2010 a 2016. Nesse caso, conforme a nova administração, se não tivessem entrado fundos de repatriação de recursos vindos do governo federal, não haveria dinheiro em caixa suficiente para cumprir as decisões judiciais. Isso poderia resultar no bloqueio das contas do município e, consequentemente, em transtornos e prejuízos.
Já para o pagamento das férias dos servidores da Educação, a necessidade burocrática da inclusão dos nomes dos novos gestores no sistema de gerenciadores financeiros públicos do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, ação que só poderia ser feita em Curitiba (não haveria tempo hábil para isso), quase gerou a impossibilidade de se fazer o depósito, o que também geraria prejuízos aos cofres municipais. Isso porque o prazo para o depósito, por lei, venceu ontem. Foi necessário utilizar a verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb)
“Hoje pagamos mais de R$ 1 milhão referente às férias dos professores e segunda-feira pagamos mais de R$ 1, 6 milhão em precatórios. O Jaison deixou dinheiro em caixa, mas já temos que gastá-lo neste início”, lembrou o prefeito Rosenvaldo Junior.

