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Um ano após a sanção da Lei nº 2.503/2025, a Prefeitura de Gravatal tem ampliado as ações do programa “Cuidando de Quem Cuida”, voltado ao acolhimento e suporte às mães atípicas no município.
A iniciativa atende mulheres responsáveis pelo cuidado contínuo de filhos com condições que exigem atenção permanente, como deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA), síndromes raras e doenças crônicas.
Rede integrada entre saúde, educação e assistência
O programa é estruturado de forma integrada entre as áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, com foco no acolhimento e orientação das famílias.
Na área da Saúde, as unidades básicas funcionam como porta de entrada para atendimento, escuta e encaminhamentos.
“Além do acesso aos serviços da rede, o município também disponibiliza suporte psicológico, práticas integrativas e atendimentos como acupuntura”, destacou a secretária de Saúde, Cristini Ferreira.
Educação oferece acompanhamento especializado
Na rede municipal de ensino, o acompanhamento ocorre em parceria com as escolas, que identificam as necessidades específicas de cada aluno.
O município conta com equipe multiprofissional formada por psicóloga, neuropsicopedagogo e assistente social.
“Essas ações têm como objetivo facilitar o acesso às informações e fortalecer o vínculo entre família e escola”, afirmou a secretária de Educação, Josiane de Medeiros Pereira.
Assistência social garante acesso a direitos
Na Assistência Social, o atendimento ocorre por meio dos serviços já existentes, como o CRAS, com acompanhamento técnico e orientação às famílias.
Entre os serviços oferecidos estão:
- Inclusão e atualização no Cadastro Único
- Orientação sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC)
- Participação em serviços de convivência
- Encaminhamentos conforme demanda
“As mães atípicas são acolhidas em todos os serviços da rede socioassistencial”, ressaltou a secretária Jadna Ouriques.
Programa busca reduzir sobrecarga e isolamento
O programa foi criado a partir de proposta do vereador Jucinei Salazar e sancionado pelo prefeito Clei Rodrigues.
A iniciativa busca enfrentar desafios comuns enfrentados por mães atípicas, como:
- Sobrecarga física e emocional
- Dificuldades financeiras
- Isolamento social
- Acesso a diagnósticos e terapias
Com um ano de funcionamento, o programa é apontado pela gestão como um avanço na construção de políticas públicas voltadas ao cuidado dessas famílias.
