sábado, 14 março , 2026

Haddad diz que taxação de bets, bancos e bilionários é justa e combate desigualdade

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (14) que a taxação de bancos, bilionários e apostas esportivas (bets) “só é injusta na cabeça de pessoas desinformadas sobre o que está acontecendo no Brasil”.

A declaração foi dada durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, ao discutir o Projeto de Lei 1.087/2025, que propõe isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e novas regras de tributação sobre grandes rendas e setores específicos.

Ministro defende equilíbrio tributário

Haddad explicou que o objetivo da medida é corrigir distorções e garantir que atividades com alto retorno financeiro contribuam de forma justa para o sistema tributário nacional.

“Não é maldizer qualquer atividade econômica. São atividades reguladas. Mas elas precisam corresponder, em termos de tributação, ao padrão da economia brasileira”, afirmou.

O ministro comparou a proposta à sobretaxação de produtos como cigarro e bebida alcoólica, comum em outros países.

“Ninguém acha injusto sobretaxar cigarro ou bebida alcoólica. O Brasil é até tímido nesse sentido. Em alguns lugares, é quase inacessível comprar uma bebida”, exemplificou.

Bets devem contribuir por efeitos colaterais

Ao comentar as apostas esportivas, Haddad disse que o setor precisa assumir responsabilidades pelos efeitos sociais da dependência psicológica que pode causar.

“Não é demonizar. É reconhecer que se trata de um entretenimento que gera dependência e precisa ser tratado dessa forma”, afirmou.

O ministro destacou que o governo possui tecnologia suficiente para adotar medidas mais rígidas caso o setor resista à regulamentação.

“Se essa queda de braço continuar, podemos ir para um embate mais firme com o setor”, completou.

Combate à desigualdade e novas fontes de receita

A chamada “tributação BBB” — sobre bets, bancos e bilionários — faz parte da estratégia do governo para aumentar a justiça fiscal e financiar políticas públicas sem elevar a carga tributária sobre a classe média e os trabalhadores assalariados.

“É uma maneira correta de equilibrar o sistema e combater desigualdades históricas”, concluiu Haddad.

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