O retrato brasileiro parte de um cenário de críticas quando relacionado às suas falhas. São deficiências que crescem a cada dia sem qualquer tipo de intervenção, apenas aceitos e concebidos a convivência.
São corruptos e farsantes que não praticam a honestidade como prometem. Apresentam-se comandantes cujo objetivo passa a ser individual, e o coletivo desprezado, parecendo não mais lembrar para que foram eleitos. A eles, explica-se: foram eleitos a fim de governar em sua melhor forma, com a finalidade de distribuir igualmente os recursos.
Hoje, somos “ensinados” a conviver com tantas ironias à população, onde cabe a nós contestá-las e exigir alguma reação. O que não os ensinaram é que a educação brasileira não vai mudar sem que haja investimentos em materiais e professores, não os explicaram que as crianças sem estímulo não comparecem às escolas, levadas a qualquer meio sem atender suas necessidades. Formam-se cidadãos duvidosos, não mais crentes, em um país soberano e capaz de mudar a sua realidade.
A princípio, o que se retrata são pessoas desacreditadas em seu poderio público, o que os torna indiferente a tudo relacionado ao governo. Faltou ensiná-los, faltou… Faltou boa vontade, faltou despertar e acreditar que é preciso redistribuir os afins lucrativos, reavaliar a ordem brasileira, reerguer uma nação soberana onde defender o Brasil seja uma atitude espontânea. Enquanto isso, o mundo encontra-se dominado e exaltado exaustivamente aos “grandes”. Já o Brasil aceita e acomoda-se entre os intermediários.
Como noticiar o crescimento brasileiro, como se podem noticiar méritos científicos aos brasileiros, como e quando a nação brasileira servirá de exemplo, não enquanto nenhuma medida for tomada! Ao mesmo tempo, desacreditados aguardamos!

