Criciúma
Não foi somente uma boa temporada com a camisa do Figueirense. Com ela, Maylson foi nome forte na campanha na volta da equipe à primeira divisão. Jurou amor ao clube de Florianópolis, justo o que a torcida do Criciúma mais alimenta rivalidade. O uniforme do volante para 2014 continua a conter preto e branco, mas ganha o amarelo com predominância. É no Tigre o ano do jogador de 24 anos nascido em São Bernardo (SP). Para ele, vale o agora e 2013 restou lá para trás. Ficou o carinho e as boas lembranças, como as que guarda do Grêmio, clube que o formou e em que iniciou a carreira como profissional. Na apresentação do jogador pelo Criciúma, Maylson falou em alto e bom som, reforçado pelo microfone na sala de imprensa do Heriberto Hülse: a paixão pelo Figueirense virou memória. Quase como se fosse uma namorada com quem o relacionamento não deu mais certo, se tivesse que haver uma analogia para explicar o assunto. “O Figueirense é um clube em que vou ter agradecer pelas condições de trabalho que me deu. Sou grato, como sou ao Grêmio. É passado. Já demonstrei o carinho que tenho com o clube e agora vou mostrar pelo Criciúma. Meu pensamento é agora e é só no Criciúma”.

