Início Geral Método é realizado todos os fins de semana

Método é realizado todos os fins de semana

Segundo os profissionais, para alguém ser hipnotizado não basta apenas alguém chegar e hipnotizá-lo, o paciente deverá acreditar
neste processo de hipnose e querer ser hipnotizado

Jailson Vieira
Capivari de Baixo

Os últimos fins de semana têm sido diferentes no Parque Ambiental Encantos do Sul, em Capivari de Baixo. Além dos passeios de amigos e famílias, muitas brincadeiras ocorrerem no local e há mais de um mês um grupo de hipnotizadores têm realizado experiências gratuitas com algumas pessoas que frequentam o lugar.
Conforme Jonas Bitencourt, 27 anos, a hipnose é uma troca, uma interação entre o hipnotizado e o hipnotista, e o poder é mais do outro do que o profissional. “Iniciei em 2012 e de lá para cá conciliei os estudos por meio de livros, vídeos, cursos online e presenciais. Tudo isso requer muita prática e sensibilidade. Com a hipnoterapia já ajudei alguns pacientes com ansiedade e o vício do cigarro. O comportamento humano sempre chamou minha atenção e comecei a hipnose principalmente pela possibilidade de ajudar algumas pessoas”, explica o morador da Cidade Termelétrica.
O tubaronense Carlos Cascaes, o Carlinhos, 47, conta que há dez anos estuda e trabalha com hipnose. “A hipnoterapia é muito eficiente e rápida no tratamento de vários problemas. Já tratei pessoas com depressão, ansiedade, gagueira, fibromialgia e que necessitavam emagrecer. Além disso, ela também pode ser utilizada em tratamentos odontológicos”, assegura.
De acordo com Jonas, todos são hipnotizáveis e deveriam experimentar as maravilhas da hipnose. “São muitos os benefícios e no parque atendemos conforme a demanda. Nesse tempo, vimos muito casos importantes que precisam ser registrados, como o de José Arilton Guimarães, que precisou dos nossos trabalhos. O filho dele tinha depressão e pensamentos suicidas e foi curado por meio desta técnica. Há um ano, ele tem estudado sobre hipnose. Na primeira sessão, muitos já saem melhor e raramente necessitam mais que dez”, observa.
O jovem criciumense Jheyson Marcílio, 26, esteve neste fim de semana em Capivari e relata que tem tratado de pacientes com fobias, traumas e transtornos psicológicos. “A hipnose tem como finalidade propriamente dita a terapia, o bem-estar de alguém que precisa de ajuda e procura um terapeuta para uma solução, encontrar ajuda. Nesse sentido, a hipnose é como uma caixa de ferramentas”, destaca.

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