Início Geral Mortes e mudanças no 1º ano de mandato

Mortes e mudanças no 1º ano de mandato

O prefeito Olavio Falchetti (centro) durante a diplomação em Tubarão
O prefeito Olavio Falchetti (centro) durante a diplomação em Tubarão

Tubarão

O cenário político regional começou o ano movimentado com a posse dos 18 prefeitos eleitos na Amurel e mais Orleans. Em Tubarão, pela primeira vez na história, o Partido dos Trabalhadores (PT) elegeu um candidato em chapa única. Olavio Falchetti e Akilson Machado assumiram os cargos mais importantes do executivo. 
 
Em Pescaria Brava, Antônio Honorato (PSDB) e o vice, Enaldo Cardoso (PSD) entraram para a história como os primeiros administradores do município recém-emancipado. Ainda em janeiro, o ex-prefeito de Imbituba, Beto Martins, tomou posse como secretário de turismo do estado.
 
Em 1º de fevereiro, o deputado Joares Ponticelli foi escolhido com 39 dos 40 votos possíveis, presidente da Assembleia Legislativa do estado. Em relação a março, o prefeito de Tubarão, Olavio Falchetti, resolveu acionar a justiça contra o ex-prefeito Carlos Stüpp (PSDB). O motivo é a falta de certidão negativa de débito. Já em abril, Santa Catarina passa a ter, no próximo pleito, um total de 17 deputados federais e 41 estaduais.
 
O que marcou as histórias da política local em maio foi a despedida do tucano Haroldo de Oliveira (Dura), depois de três anos no cargo de secretário de desenvolvimento regional (SDR) em Tubarão. Quem assumiu a função foi Estêner Soratto Junior (PSDB). No sexto mês do ano, o fato principal foi as manifestações pacíficas realizadas pelas ruas das cidades da região. Tubarão, Laguna e Capivari de Baixo foram os locais de maior concentração popular. Os manifestantes reivindicaram um país com menos corrupção e mais ações coerentes dos políticos brasileiros.
 
 
Segundo semestre ficou marcado por definições políticas
No início do segundo semestre de 2013, a política local registrou a saída do secretário de gestão da prefeitura de Tubarão, Euclides Magri. No seu lugar, assumiu a pasta Ricardo Alves de Souza. Em julho, o prefeito de Garopaba Luiz Nestor (PMDB) morreu em Florianópolis devido a um câncer cerebral.
 
No oitavo mês do ano, o governador Raimundo Colombo assinou o decreto que criou a política de incentivo ao carvão catarinense, favorecendo alguns municípios do sul, como Capivari de Baixo e Criciúma. Em setembro, o então secretário estadual de turismo, esporte e cultura, Beto Martins (PSDB) admitiu a possibilidade de concorrer a deputado estadual e ainda deixou no ar uma possível transferência para o Partido Progressista (PP). No fim de setembro, após nove meses ocupando o cargo de vice-prefeito de Pescaria Brava, Enaldo Souza (PSD) pediu a renúncia do cargo para não acumular duas funções públicas. O vice-prefeito de Orleans, José Carlos Librelato (PSD), faleceu após lutar incansavelmente contra um câncer.
 
Já em outubro, o prefeito de Tubarão Olavio Falchetti ficou afastado do cargo durante duas semanas para tratar de um câncer na próstata. Ele foi submetido a uma cirurgia. Também em outubro, a Câmara de Vereadores de Capivari de Baixo recebeu a visita do senador gaúcho Paulo Paim (PT), em sessão especial de homenagem ao parlamentar. 
 
 
Joares Ponticelli assumiu o governo estadual
Entre os fatos mais marcantes de novembro na política local estão: o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Joares Ponticelli, assumiu o cargo de governador em virtude de uma viagem de Raimundo Colombo e do vice, Eduardo Pinho Moreira, para uma missão empresarial na Rússia; A viabilidade de uma possível urbanização do Morro do Gravatá e das praias arredores, emendas do novo Plano Diretor de Laguna criada pelo vereador José Luiz (Zezinho) Siqueira (PT) geraram muita polêmica e diversas reivindicações dos moradores daquela localidade; Encerrando o ano político na Amurel, os fatos mais importantes estão relacionados à audiência pública sobre a farra das diárias de alguns vereadores de Capivari de Baixo; a apresentação e aprovação dos planos diretores de Laguna, Tubarão e Capivari de Baixo; e, finalmente, a filiação de Beto Martins e Jorge Boeira ao Partido Progressista (PP) catarinense.
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