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A investigação teve início em outubro de 2025, após a Polícia Civil tomar conhecimento de que entorpecentes estariam sendo introduzidos em uma unidade prisional durante visitas íntimas a um detento que cumpre pena por roubo e tráfico de drogas.
Esquema envolvia visitas ao sistema prisional
Conforme apurado, a mulher utilizava as visitas para tentar ingressar com drogas na penitenciária, onde o companheiro ficaria responsável pela comercialização interna do material ilícito.
No mês de setembro, ao menos três tentativas foram frustradas após o scanner corporal da unidade prisional identificar anomalias, o que impediu o ingresso da visitante. Nessas ocasiões, segundo a investigação, ela estaria levando drogas destinadas à revenda dentro do sistema prisional.
Drogas eram embaladas para ocultação
De acordo com a Polícia Civil, a droga — maconha — era embalada em formato cilíndrico e acondicionada em balões, método utilizado para tentar burlar os mecanismos de fiscalização durante o ingresso na unidade.
Durante o cumprimento do mandado de busca, os policiais apreenderam entorpecentes já embalados, balões de festa e uma balança de precisão, utilizada para a pesagem da droga.
Confissão e prisão preventiva
Em depoimento, a mulher confessou que realizava cerca de cinco visitas mensais ao companheiro e que, segundo relatou, em todas elas promovia o envio de drogas ao interior da penitenciária.
Diante dos elementos reunidos, a Justiça decretou a prisão preventiva dos envolvidos. As investigações seguem em andamento para apurar a possível participação de outras pessoas no esquema.

