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Mulheres são as mais atingidas

O médico Fernando Oliva da Fonseca, informa que a enxaqueca atinge 15% da população brasileira   -  Foto:Francine Andrade/Ortoimagem/Divulgação/Notisul
O médico Fernando Oliva da Fonseca, informa que a enxaqueca atinge 15% da população brasileira - Foto:Francine Andrade/Ortoimagem/Divulgação/Notisul

Tubarão

Os especialistas afirmam que a enxaqueca é uma cefaleia neurovascular, que pode apresentar sintomas de crises de dor de até 72 horas, na maioria das vezes latejante. Atinge metade do crânio, podendo vir acompanhada de náuseas com ou sem vômitos e desconforto à exposição à luz e ao barulho.
 
Segundo o médico, Fernando Oliva da Fonseca, neurocirurgião e especialista na dor, a enxaqueca é um dos tipos de cefaleia, ou dor de cabeça. Atualmente, a doença atinge aproximadamente 15% da população brasileira. A enxaqueca não é uma dor comum, é uma doença crônica e hereditária, que compromete o funcionamento das substâncias químicas que residem no cérebro.
 
Pesquisas revelam que as mulheres estão mais propensas a desenvolver a doença, a causa ainda não se sabe ao certo, mas acredita-se que a enxaqueca esteja relacionada às variações hormonais. Cerca de 20% das mulheres e 10% dos homens sofrem de enxaqueca.
 
Um diagnóstico preciso consiste, além do atendimento clínico, a necessidade de exames por imagem, como a realização de tomografia computadorizada ou ressonância magnética de crânio. “Procedimentos que afastam outras patologias que apresentam sintomas similares aos da enxaqueca”, explica o médico.
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