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Nada está definido sobre a unificação dos clubes

A próxima reunião está marcada para o dia 14 de fevereiro.
A próxima reunião está marcada para o dia 14 de fevereiro.

Thiago Oliveira
Tubarão

O otimismo de uma união entre os clubes de Tubarão deu lugar a críticas de torcedores de todos os times e mais dúvidas quanto ao futuro do futebol da cidade. Para muitos, a unificação não irá sair do papel. Mas, segundo os presidentes das agremiações, nada está definido ainda.
O presidente do Hercílio Luz, Michel Mussi, justifica que não foi feita nenhuma reunião oficial para definir a posição do clube. “Na semana passada, tivemos várias manifestações de diversos conselheiros, mas não foi nada definitivo. O conselho deliberativo irá se reunir em caráter definitivo e, por isso, as coisas não estão definidas”, explicou.

Para o presidente do Atlético Tubarão, Dorli Rufino, o Licão, o debate segue em aberto. “Ainda não recebemos uma posição oficial do Hercílio, e as coisas só devem ser resolvidas na próxima reunião entre os presidentes, no dia 14 de fevereiro”, afirma. Mesmo assim, o mandatário acredita que dificilmente ocorrerá um acordo, devido às declarações de diversos conselheiros do Leão, manifestando-se contra o projeto elaborado pelo Peixe.
No lado do Tubarão Futebol Clube, o presidente Amauri de Oliveira revela que mantém a posição apresentada na primeira reunião entre os presidentes, realizada na metade do mês. “Estou fora da cidade e, por isso, não acompanho as tratativas, mas já decidimos que o Tubarão irá trabalhar para que tenhamos um time só. Vamos participar da reunião no dia 14 e ver o que ocorre”, afirmou.

Tubarão F.C. estuda o retorno

Caso o projeto de unificação entre os clubes da cidade não saia do papel, um velho conhecido do futebol pode voltar à ativa. Segundo o presidente Amauri de Oliveira, o Tubarão Futebol Clube aguarda apenas uma posição da União sobre o Estádio Domingos Gonzalez para trabalhar a volta do Peixe.
“O Tubarão continua trabalhando internamente. Primeiro, precisamos saber o que vai ser feito com o Domingos Gonzalez. Só assim para podermos voltar. Caso contrário, não poderemos, já que tiraram a nossa casa, nossa fonte de renda”, afirma.

Amauri acredita que com a decisão da União e da prefeitura para determinar quem administrará o estádio, o Tubarão pode ser favorecido.
“Nunca perdi a esperança. Quando as autoridades enxergarem que fizeram uma injustiça com o Tubarão, nós estaremos de volta”. 

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