Lucas Vieira
Jornalista – Tubarão
Não faz muito tempo, quando minha mãe me acordava cedo, próximo das 7 horas, para que eu me arrumasse e fosse para a aula. Quando chegava na escola, encontrava meus amigos e juntos estudávamos.
Ainda na escola, os momentos de lazer e diversão eram frequentes. Como toda criança, também fui chamado atenção pela direção. Por vezes levei bilhete de advertência para casa, e por duas vezes minha mãe foi chamada na escola.
O olhar da orientadora pedagógica me intimidava. Eu, quando não conseguia dispersar meu problema junto à escola, tremia. Eu sabia que ao chegar em casa levaria bronca.
Antes, a educação vinha de casa! Quem nunca ouviu esse dito, não?
Sou um recém-formado em jornalismo, e devo isso ao esforço dos meus pais. Principalmente à minha mãe! Talvez, se dependesse só de mim, eu teria preferido não acordar todas as manhãs, no frio, para “simplesmente” ir à aula […]
Mas percebo que atualmente é diferente. Não sei o motivo – cada um com os seus, mas os pais parecem não investir na educação dos filhos. Quando digo investir, não falo de escola particular.
Quando falo em investir na educação do filho, digo para educá-los para a aprendizagem. Encorajo ensinarem seus filhos a respeitarem o professor.
Pai, mãe ou responsável, vocês sabem o que seus filhos aprendem na escola? As notas que estão no boletim correspondem com o nível de conhecimento do seu pequeno(a)?
Procurem saber como é o método de ensino oferecido pelo governo. Garanto que se você, responsável, não fazer uma cobrança justa, estará criando apenas mais um para a sociedade.
Seu filho é mais um? Cobre dele, dos professores, da direção, e principalmente do governo.

