Zahyra Mattar
Tubarão
Ainda no ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) fez circular a informação: nenhum centavo de aditivos às obras de duplicação da BR-101 sul será liberado até a conclusão do que está licitado. E assim será. A medida visa forçar a finalização da duplicação e ainda evitar situações como a registrada na região de Araranguá.
O projeto original previa a construção de pista mediante aterro, mas houve uma modificação para pista suspensa. Resultado: a obra está paralisada e o trecho terá que ser licitado.
Desta forma, o pedido das liderança políticas e empresariais de Tubarão para a transformação da passagem inferior em frente da Ceconvest (antiga Feinvest) em viaduto duplo, ficará para, no mínimo, o próximo ano, quando é prevista a captação dos recursos para a efetivação dos projetos e das obras de arte complementares.
Em agosto iniciam os estudos para verificar quais os trechos que necessitam de modificação. De qualquer forma, o superintendente catarinense do departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit), João José dos Santos, garantiu que o pedido da comitiva tubaronense integrará a lista. O grupo argumentou que justamente por conta das obras, a região cresceu em números de empresas, especialmente as voltadas ao setor de transportes.
A comitiva tubaronense, formada pelo deputado federal Edinho Bez (PMDB), os vereadores Geraldo Pereira (PMDB), o Jarrão e Evandro Almeida (PMDB), e por membros da Associação dos Proprietários de Caminhões de Tubarão (Aprocat) e a seguradora Protesul.

