sexta-feira, 30 janeiro , 2026

Oposição entra com pedido na PGR para investigar Paulo Guedes

A oposição protocolou, nesta segunda-feira (4), uma representação contra o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na Procuradoria-Geral da República (PGR). O objetivo é que os procuradores federais abram uma investigação contra as duas autoridades por supostamente manterem empresas nas Ilhas Virgens Britâncias, um paraíso fiscal.

O nome de Guedes e de Campos Neto foram mencionados na investigação que levou o nome de “Pandora Papers”, apuração do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos). Guedes seria dono de uma empresa offshore, a Dreadnoughts International. A empresa teria sido criada em 2014 e tem mais de US$ 9,5 milhões investidos.

Como argumento, dizem no documento a que o blog teve acesso, “há clara violação da moralidade administrativa pela prática do Ministro da Economia e do Presidente do Banco Central. Há tal violação, na medida em que a moralidade ‘impõe que o administrador público não dispense os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta'”.

Para os parlamentares, como ocupam posições de destaque no governo brasileiro, “os  denunciados [Paulo Guedes e Roberto Campos Neto] possuem ‘informações privilegiadas, em razão do cargo ou função’ que podem facilitar seus investimentos com empresas de offshore, havendo claro conflito de interesses entre as posições pública e privada”.

O fato de as duas autoridades manterem supostas empresas offshore em paraíso fiscal atenta “contra a honestidade, a imparcialidade e a lealdade às instituições”, reforça o documento.

Diante de tais argumentos, os deputados pedem que “seja conhecida e processada a presente REPRESENTAÇÃO, tendo em vista o preenchimento de seus pressupostos de admissibilidade. É imperiosa a atuação do Ministério Público Federal, a fim de ver julgada procedente a REPRESENTAÇÃO, ante as evidentes irregularidades praticadas pelo Sr. Ministro da Economia e o Sr. Presidente do Banco Central”.

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Fonte: Correio do Povo

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