quinta-feira, 21 maio , 2026
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Colunista do Notisul realiza exposição

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Jailson Vieira
Tubarão

O fotógrafo de Tubarão, Davi Nascimento, colunista do Notisul, tem o seu trabalho reconhecido na região, em Santa Catarina, e em muitos estados do Brasil. Suas imagens refletem o prazer da vida, o clássico e o belo, como ele mesmo define. Na noite desta terça-feira, o tubaronense realizou, na Hangar Eventos, sua primeira exposição.

Centenas de imagens, algumas premiadas nacional e internacionalmente, estavam à disposição do público. “Além de ser uma exposição foi uma reunião de amigos. A ideia é fortalecer os laços com todas as pessoas que trabalham em eventos importantes como casamento, por exemplo. A motivação é criar um network”, destaca.

A âncora de um telejornal estadual, Laine Valgas, esteve no evento e salienta que conhece e admira os trabalhos do tubaronense. “Temos que valorizar os talentos dos catarinenses. O Davi é um grande profissional! Além de envolvente é um amigo”, conta Laine.

A atriz e dançarina Sheila Mello, amiga do fotógrafo, afirma que não tinha como deixar de prestigiar o evento. “Já fizemos alguns trabalhos juntos. Ele é um dos melhores fotógrafos que conheço. No aniversário da minha filha não pensei em outro a não ser o Davi”, reconhece a ex-dançarina do grupo É o Tcham.

Furto de sino pode ter sido encomendado

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Kalil de Oliveira 
Laguna

De bronze, pesando mais de 100 quilos e desguarnecido, o sino do Museu de Anita Garibaldi, em Laguna, foi levado por ladrões há alguns dias. O artigo histórico pode valer muito dinheiro no mercado paralelo, principalmente nas mãos de colecionadores. O delegado Flávio Gorla, por meio de ofício, espera receber, na próxima semana, uma ficha técnica detalhada sobre o sino para avaliar com mais exatidão o provável destino do produto de furto.

“Seguimos com uma investigação mais sigilosa. O pedido de informação ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é para termos uma descrição do bem, inclusive do seu valor. Sabemos que é de bronze, que não é peça única e que foi colocado no museu na segunda etapa de sua construção”, adianta o delegado, que busca outras informações com historiadores da região.

Há exatos 15 dias, segundo Gorla, na madrugada, o objeto foi roubado da parte externa do museu e transportado em uma caminhonete saveiro. As investigações levaram até um suspeito que indicou o provável paradeiro da obra nas mãos de colecionadores, que podem ser mandantes do crime  ou simplesmente receptores, mas não informou o valor. Pelas pistas preliminares, a polícia ainda pretende chegar a outros dois suspeitos.

Outro mistério nas investigações é identificar quem seria o comprador do sino. A tese do delegado é para que exista um intermediador, que pode ser até um ex-funcionário ligado ao museu ou outro órgão de cultura no município ou região.

Segundo dados oficiais do Iphan, cerca de 1,6 mil peças históricas permanecem desaparecidas no Brasil em função de roubos ou furtos, a maioria ficava em museus e igrejas históricas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O caso de maior repercussão pelo valor do furto – avaliado em R$ 150 milhões – ocorreu há dez anos, quando quadros de Monet, Picasso e outros artistas renomados foram levados de um museu na capital fluminense. Laguna, por ter 340 anos, tem uma vasta gama de peças antigas e supervaliosas.

Empreendedorismo na sala de aula

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OSenado Federal aprovou a inclusão do estudo do empreendedorismo nos currículos dos ensinos fundamental, médio e na educação superior. Uma medida importante, pois desperta nas crianças e jovens a vocação empreendedora e desenvolve habilidades de negociação. Além disso, passam a se comunicar melhor, aprendem a lidar com falhas, a respeitar o próximo, e a se tornar mais flexíveis e adaptáveis para enfrentar os obstáculos da vida. 

O estudo deve ser elaborado a partir de dinâmicas e metodologias que estimulam alunos a desenvolver essas aptidões, mesmo que de forma lúdica. Vemos hoje que os jovens estão dispostos a empreender cada vez mais cedo, porém muitos não estão preparados para os desafios.

Nos Estados Unidos, por exemplo, é comum o incentivo ao empreendedorismo desde a infância. A clássica cena de filmes americanos de crianças vendendo limonada é um clichê, contudo, traduz a realidade e isso diz muito sobre a cultura empreendedora do país. Entre as iniciativas de sucesso, pode-se citar o caso da menina Mikaila Ulmer, de Austin. Ela criou uma limonada com mel, quando seus pais lhe incentivaram a participar de uma competição de negócios para crianças, quando tinha apenas 4 anos. Hoje, aos 11 anos, Mikaila se tornou milionária, ganhou vários prêmios, apoio do Google e sua marca, Bee Sweet, foi servida até ao presidente Barack Obama.

Curiosidade e criatividade são os alicerces para o desenvolvimento da cultura empreendedora e essas características estão latentes na infância. Não apenas na escola, também é papel dos pais dar apoio e incentivá-los, para que nunca percam a capacidade de sonhar e a determinação para alcançar e realizar seus sonhos. Tenho certeza que, com estas medidas, veremos ainda mais histórias de sucesso nas próximas gerações.

 

Alunos distribuem gentileza em Tubarão

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Tubarão

A Gincana Recreativa e Cultural do Colégio São José, em Tubarão, uma das mais envolventes da região, que ocorre todos os anos em alusão ao Dia do Estudante (11 de agosto), mobilizou nesta temporada alunos do ensino fundamental 2 e do ensino médio.

O evento, realizado sempre no início de cada segundo semestre, é organizado por meio de tarefas designadas de surpresas e antecipadas. Muitas ações despertam a solidariedade, segundo os organizadores. Nesta edição, quatro atos motivaram os discentes: arrecadação de fraldas geriátricas; doação de sangue; doação de cobertores (como complemento das inscrições); e arrecadação de novelos de lã. O resultado não poderia ser melhor e surpreendeu até mesmo a comissão organizadora. Foram arrecadados 30 cobertores, 4.641 fraldas geriátricas, 331 novelos de lã e 246 pessoas doaram sangue. 

Os cobertores foram entregues ao Abrigo dos Velhinhos e à Sociedade Tubaronense de Amparo aos Necessitados (Stan). Os novelos foram doados ao Grupo de Voluntárias Mãos de Fada, do Colégio São José, que confecciona roupas de lã para recém-nascidos de famílias de baixa rentabilidade. As fraldas foram levadas a várias entidades, como o Centro Vida e Arte, Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) e Abrigo dos Velhinhos. As doações de sangue, segundo o Hemosc, superou todas as expectativas.

A diretora do São José, irmã Rita Fambömel, destaca que a instituição procura sempre despertar a prática da solidariedade nas diferentes atividades. Com o intuito de desenvolver criatividade, integração e participação da família, também são lançados desafios de dança, dublagem, agilidade, organização e revelação de talentos. Para o julgamento de cada uma das atividades, foi formada uma comissão com representantes de vários setores da comunidade tubaronense. “É um momento de notarmos muitas habilidades”, resume a coordenadora de nível da unidade de ensino, Maria de Fátima Pravato. Ela complementa que o resultado atingido só é possível com a dedicação das equipes, que surpreendem a cada ano. “Tornam, assim, um dos eventos mais esperados na instituição”, conclui.

 

A nova Lei da Integração

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O produtor rural e a agroindústria passam agora a ter uma legislação nacional para tratar da relação de parceria. A Lei 13.288, aprovada neste ano, define as diretrizes que estabelecem condições, obrigações e responsabilidades nas relações contratuais entre produtores rurais integrados e indústrias integradoras. Essa relação, chamada de integração ou parceria, é quando o produtor rural repassa a matéria-prima para as agroindústrias que processam e transformam em produto final. 

Foram cerca de dez anos desenhando seu formato, atuando no Congresso Nacional pela sua aprovação. Na Câmara dos Deputados, atuei na condição de relator do Projeto 6459/2013 da senadora Ana Amélia Lemos (PP/RS). No senado, a relatoria foi do também catarinense, senador Dário Berger (PMDB). Nosso trabalho resultou na aprovação do projeto que se transformou na Lei 13.288, a primeira sancionada pelo presidente interino Michel Temer, em 16 de maio de 2016. A partir da sanção, ela passou a regular a relação nas parcerias agrícolas em todas as áreas que se desenvolve a integração no país. 

Quando se fala em integração, deve-se considerar, por exemplo, os setores como da avicultura, suinocultura, grãos, horticultura, fruticultura e florestas. São inúmeras as frentes de produção que dependem deste sistema de parceria e, onde existir a relação de integração, estará a Lei a fazer-se cumprir, com direitos e deveres para ambos.

Com a Lei, determina-se a interlocução entre produtor e a agroindústria integradora. De um lado os produtores produzindo com qualidade e sanidade e, de outro, as empresas permitindo condições de trabalho e retorno de renda para os produtores.

A Lei foi criada para tratar ponto a ponto sobre os custos de produção, bem como a utilização de equipamentos, tecnologias empregadas, preços dos produtos, renda dos produtores. Também o cumprimento das questões ambientais que vigoram na Lei 12.651/2012, a duração dos contratos, enfim, regulamenta uma relação em que, até o presente, cada um fazia do seu jeito.

Chamo a atenção para dois pontos importantes do projeto garantem a formalização das Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadec) e do Fórum Nacional de Integração (Foniagro).

Compete agora a sua aplicação e acompanhamento, em diálogo com os setores e mercado. Quem ganha, além das partes, é o consumidor  final que hoje tem olhar mais crítico sobre toda a cadeia produtiva, atento ao que chega a sua mesa.

Cremação é uma questão de esclarecimento

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Afalta de espaço nos cemitérios públicos aflige as famílias nos momentos de maior fragilidade. Diante do problema, muitos acabam comprando vagas em cemitérios privados. Uma alternativa mais barata, ecologicamente correta e que resolve o problema de espaço é a cremação. Muitas vezes o processo não é cogitado por falta de informação, mas com esclarecimento, é possível compreender suas vantagens.

A cremação iniciou na Idade da Pedra e, com o passar dos séculos, avançou de funerais rudes para modernos métodos científicos. Hoje, o procedimento conta com tecnologia e equipamentos de última geração. Em Santa Catarina, a prática foi trazida em 2007, com a instalação do Crematório Vaticano em Balneário Camboriú.

Apenas o Judaísmo e o Islamismo não aceitam a cremação. Os católicos, evangélicos e espíritas são os que mais a praticam. Para os espíritas, cujas doutrinas exigem que o corpo espere de 48 a 72 horas antes de qualquer processo, a cremação só é realizada depois da autorização da família.

A cremação também preserva o meio ambiente, pois não emite fumaça poluente. Para efetuar o processo, são retiradas as alças dos caixões e outros metais que possam ser prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A tecnologia possibilita realizar o procedimento a 900°C em aproximadamente duas horas queimando e requeimando os gases que passam por tubulações fiscalizadas regularmente pelos órgãos ambientais. Trata-se do processo póstumo de menor impacto ambiental, pois não gera resíduos que poderiam contaminar o solo ou a atmosfera.

Após a cremação, as cinzas são colocadas em uma urna. Algumas famílias as guardam consigo, outras enterram, jogam no mar ou colocam em igrejas, jazigos ou salas de memórias. Também é possível transformá-las em diamante, cristal ou incorporá-las em obras de arte. Graças ao esclarecimento da sociedade, a cremação vem se tornando um processo comum entre as famílias brasileiras. Com o conhecimento de que o procedimento é limpo, ecologicamente correto e econômico, essa escolha torna-se um ato de consciência com o planeta e as futuras gerações.

Ciclista muda hábitos após treinos intensos

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Tubarão

O ciclista Eduardo Freitas, o Edu, 40 anos, divide a sua vida em treinar, trabalhar e cuidar da família, em Tubarão. Casado, pai da pequena Joana que tem poucos dias de vida, funcionário público e cabeleireiro, Eduardo nem percebe a loucura de seu dia a dia, mas garante que não troca a vida que tem hoje por nada. “Tenho certeza que a mudança que fiz na minha vida, me dá condições nessa longa jornada que enfrento todos os dias”, destaca.

Tudo começou em 2012 quando ele morava no mesmo prédio do professor Gustavo Jung, da Core Sports. O profissional, em poucos segundos, fez o convite para um treino pela cidade. 

O agora ciclista, como 99% das pessoas, disse que não tinha tempo e trabalhava o dia todo. Gustavo então fez o desafio: “acorda uma hora mais cedo e vamos treinar”. A partir daquele dia, Edu não parou mais e soma mais de 100 medalhas, entre provas de corrida de bike e muitas histórias para contar.

Atualmente, o tubaronense disputa o campeonato estadual Circuito Soul, dividido em seis etapas. Ele se prepara para a quinta etapa, que ocorrerá no fim deste mês em Rio do Sul, onde lidera a competição na sua categoria.  

Eduardo começou a participar de competições em 2014. Para melhorar o seu desempenho precisou emagrecer. Com treino e reeducação alimentar, em um ano eliminou 18 quilos. “No início participava das provas e tudo era lindo. Via pessoas mais novas e mais velhas conquistando lugares no pódio e ficava pensando se um dia seria eu”, lembra o ciclista.

O atleta da Cidade Azul conta que sofria muito de dor nas costas e tinha dificuldade para dormir. Fez tratamentos, se automedicava, mas foi na corrida que descobriu a cura. O fato dos treinos exigirem alinhamento de postura fez ele praticar movimentos que automaticamente trabalhavam os músculos que originavam as dores, praticamente uma fisioterapia natural.

Munição da GMT estava fora da validade

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Kalil de Oliveira
Tubarão

Mesmo antes da perda do porte de arma, a munição que pertencia à Guarda Municipal de Tubarão (GMT) estava vencida. A informação é do vice-presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Santa Catarina (Sindguardas/SC), Ronaldo da Rosa Damázio. 

Desde o dia 13 de julho as armas, munições e coletes estão guardados no Batalhão da Polícia Militar da Cidade Azul. As viaturas seguem paradas no pátio da prefeitura. Segundo Damázio, os guardas municipais também atuam sem uniforme por questão de segurança, conforme definição em reunião com o prefeito João Olavio Falchetti. Setores como Departamento de Multas, Arena Multiuso, museu, postos de saúde e a Casa da Cidadania abrigam os guardas momentaneamente. 

O setor de Comunicação da Polícia Federal de Florianópolis diz que não há uma fiscalização sobre a validade de munições e coletes, apesar de receber denúncias.

Armas podem enferrujar
Conforme o gerente do Clube 38, especialista em armamento, de São José, Gerson Bueno, a recomendação do fabricante para o tipo de munição adotada pela GMT é de seis meses se a embalagem com dez balas estiver aberta. “Pelo contato com o ar, há possibilidade de oxidação. Além disso, o tiro não tem a mesma eficácia porque se perde um pouco o poder da pólvora”, analisa.

Ainda segundo Bueno, as armas são “máquinas” que podem durar mais de uma geração, desde que receba manutenção constante. Ou seja, a validade vale para munição e coletes, e não para os revólveres, que podem até enferrujar.

O secretário de Segurança e Patrimônio da prefeitura de Tubarão, Flávio Martins, confirmou que a munição com validade excedida será utilizada em cursos de tiro. “Assim que retornar o porte de armas aos guardas municipais, novas munições serão compradas”, adiantou.

Prefeitura tentará adaptações
Flávio confirmou ainda que estão sendo estudadas possíveis adaptações para a Lei 13.022, que obrigada ao chefe da GMT ingresso por concurso. Em Tubarão, o cargo é por indicação. A prefeitura aguarda uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa a constitucionalidade do texto.

360 mil maços são apreendidos

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Tubarão

Após uma semana de a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Biguaçu prender um homem com uma carga – que vinha para Tubarão – de cigarros, avaliada em R$ 1,5 milhão, o fato voltou a ocorrer novamente na manhã de ontem. Contrabandistas caíram novamente nas mãos das autoridades na 101, desta vez uma carreta estimada em R$ 1,4 milhão do produto de origem paraguaia foi retida pela PRF de Paulo Lopes. Foram 360 mil maços de cigarros.

A operação ocorreu às 11 horas. A carreta Volvo/FH12, com placas de Maringá (PR) prosseguia no sentido Porto Alegre. Ao passar pelo posto da PRF, o motorista acelerou e desobedeceu a ordem de parada. Houve acompanhamento da viatura. Os policiais avistaram o veículo abandonado às margens da rodovia. A suspeita é de que o homem tenha fugido para dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Até o fechamento desta página, às 23h30min, ele não foi localizado. A carga foi avaliada pela Receita Federal e seguiu a um depósito em São José.

Campanha: gastos ultrapassam R$ 3 milhões

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Rafael Andrade
Tubarão

'Pior que tá não fica'. Este é um dos bordões de campanha eleitoral mais lembrado dos últimos tempos no país. Há outros memoráveis como do saudoso médico e candidato à presidência da República: 'Meu nome é Enéas. Em âmbito mais local, especificamente em Tubarão, maior cidade da região e onde os gastos de três candidatos à majoritária somam R$ 3,63 milhões de projeção de investimentos neste período de propaganda previsto em lei, que iniciou ontem, um dos postulantes ao cargo de prefeito adotou algo relacionado à sujeira e anexou o seu próprio nome ao bordão, lembrado pelo 'Tá sujo, Olavio'.

Além de Olavio Falchetti (PT), que tenta sua reeleição à cadeira mais cobiçada do maior município da Amurel, novamente em ritmo de chapa pura, Carlos José Stüpp (PSDB), que já foi prefeito duas vezes, e o quatro vezes deputado estadual e ex-vereador na Cidade Azul, Joares Ponticelli (PP), também concorrerão às urnas no dia 2 de outubro. Todos os três tiveram suas candidaturas homologadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dentro do prazo previsto, esta segunda-feira. Até próximo da meia-noite de ontem, o nome do empresário Edi Carlos de Almeida (PSC), não aparecia na lista de prefeituráveis no site do TSE. Não há informações concretas se ocorreu algum problema técnico no sistema do endereço eletrônico, já que era um dos mais acessados do país ontem. Portanto, os cerca de 77 mil eleitores de Tubarão terão quatro oportunidades de auxiliar o desenvolvimento do município por meio do ato considerado o mais democrático do país, o voto.

As redes sociais, que não apresentam altos custos para os postulantes aos cargos eletivos, tanto para prefeito e vice, quanto para vereador, estavam abarrotadas de propagandas ontem, devido ao início do período legal para divulgação. Muita gente já trocou a fotinho de perfil, outras da capa no Facebook, por exemplo, e alguns correligionários fizeram questão de plotar seus veículos, fazer fotinhos e divulgar na grande rede. Santinhos e outras artes gráficas já estão prontos e devem começar a ser distribuídos ainda nesta semana. As famosas bandeirolas de beira de estrada têm uma chance de ganhar um dinheirinho. "Espero que haja educação entre os concorrentes. A propaganda é importante, mas de forma sadia", observa a aposentada Romilda da Silva De Pieri, moradora do bairro Sertão dos Mendes.