quinta-feira, 21 maio , 2026
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Mortes diminuem em rodovias federais

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Tubarão

Três mortes e 79 feridos a menos é o resultado comemorado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Santa Catarina no primeiro mês de vigência da Lei dos Faróis. De 8 de julho a 8 de agosto, entretanto, 10.720 motoristas foram flagrados com os faróis apagados durante o dia em rodovias federais no estado, cujas notificações estão entre as maiores do país, atrás apenas de  Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. 

Os números foram divulgados nesta sexta-feira pela PRF. Em todas as rodovias federais de Santa Catarina, houve 349 acidentes durante o dia. No mesmo período do ano passado, esse número era de 551, o que representa uma queda de 36 por cento. Em relação a feridos e mortes, a queda foi menos significativa. Os dados oficiais dão conta de que 329 pessoas ficaram feridas contra 408 de 2015, uma queda de 19 por cento. Foram computadas três mortes a menos, ou seja, 12 para 15, em uma proporção de 20 por cento.

O relatório aponta ainda que, entre as 12 vítimas fatais no último mês durante o dia em Santa Catarina, nenhuma ocorreu devido à colisão frontal. Segundo a PRF, este é o tipo de acidente que mais mata em pistas simples, tipo de situação onde o farol ligado pode fazer a diferença. No mesmo período do ano passado, seis pessoas morreram devido a colisões frontais durante o dia.
Também houve queda no número de óbitos por atropelamento. Na vigência da lei, houve apenas uma ocorrência, enquanto no ano passado duas mortes foram registradas.

Mais de 100 mil multas
No país, 124 mil motoristas foram multados em virtude do descumprimento da nova lei. Cada infração resulta em multa de R$ 85,13, que a partir de novembro sobe para R$ 130,16. Além disso, o motorista tem o acréscimo de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
Antes da lei, era obrigatório o farol apenas no período noturno, com exceção das motocicletas. Os motoristas também tinham que ligar os faróis em túneis, independente do horário. Mas as autoridades em segurança de trânsito já falavam em mudança. Em 1998, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) recomendou o farol aceso em rodovias durante o dia e algumas leis estaduais foram criadas. Nesta época, segundo a PRF, os policiais fizeram campanhas educativas.

“Estamos todos bem”, tranquiliza tenente

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Kalil de Oliveira
Rio de Janeiro

Depois da notícia da morte do soldado Hélio Vieira Andrade, de Boa Vista (RR), após o ataque no complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, os soldados da 31ª Companhia do Exército, em Tubarão, tranquilizaram familiares sobre a atuação na segurança das Olimpíadas. “Não podemos falar sobre as operações por motivo de segurança, mas estamos todos bem”, declarou o 1° tenente Leandro Antum Recalde Xavier, responsável pelo grupo.

Os soldados atuam em comunidades cariocas, conforme treinamento realizado no quartel e em operações especiais, inclusive na própria Maré. Já instalados, o grupo fez as primeiras incursões a partir do dia 26 de julho. Os soldados retornam a Tubarão somente após as Paralimpíadas, no fim de setembro. Recalde e outros 19 soldados tubaronenses estão hospedados próximo do Complexo Esportivo de Deodoro, na região do Realengo na Zona Oeste.

Nesta sexta-feira, a Polícia Militar de Santa Catarina emitiu uma nota oficial sobre a morte do integrante da Guarda Nacional: “Infelizmente, assim como este bravo guerreiro, muitos outros heróis brasileiros tombam na labuta diária contra a criminalidade para proteger nossos estados e nosso país”.

Na quarta-feira, o soldado Vieira chegou a ser socorrido após levar um tiro na cabeça, mas morreu no hospital no dia seguinte. Nascido em Boa Vista (RR), no dia 24 de dezembro de 1980, foi incorporado nas fileiras da Polícia Militar de Roraima no dia 2 de Janeiro de 2003.

Missão é sacerdócio, diz major
Com 20 anos de carreira, o comandante da 3ª Companhia do Exército de Tubarão, major Marcelo Sousa de Pinho, lembra do lema “profissão militar é um sacerdócio” para justificar os sacrifícios durante as missões, como a que ocorre no Rio de Janeiro. “Todos se dedicam de corpo e alma. Abrem mão de aniversário, casamento de amigos e outros compromissos. Na verdade, aqui formamos uma segunda família”, revela. Pinho atuou na segurança pessoal da Presidência da República até janeiro deste ano. Antes, entre agosto de 2010 e fevereiro de 2011, atuou no Haiti. “Formávamos a maior força militar naquele país. Dos dois mil soldados de 17 países, 810 eram brasileiros”, recordou.

 

Idiotas e porcalhões!

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Não jogar lixo nas ruas é uma questão de cidadania. Os cuidados que as pessoas tomam por meio de atos que beneficiam a coletividade nada mais são do que a expressão prática do aprendizado ético que se desenvolveu com a educação. E não me refiro apenas à educação escolar. Esta tem fundamental colaboração no processo de crescimento intelectual. Mas o que na verdade fortalece o bom convívio entre os indivíduos em comunidade é o exemplo vindo de casa. Os pais que ensinam os filhos a não jogarem papéis de balas no chão estão colaborando para a construção do caráter de suas crianças, pois aqueles que aprendem a se comportar adequadamente com as pequenas coisas, dificilmente no futuro se inclinarão a cometer atos reprováveis.

Na teoria, todo mundo concorda que as ruas precisam ser mantidas limpas e organizadas. Por que será, então, que existem por aí tantas placas de aviso do tipo: “Proibido jogar lixo neste local”. Ora, qualquer pessoa, em sã consciência, sabe que o destino final do lixo é na lixeira! Mas infelizmente precisamos levar em consideração que, para alguns seres humanos, a teoria passa bem longe da prática. Tudo bem! Vou tentar ser maleável e pensar do seguinte modo: aceito este tipo de advertência por se tratar de uma boa estratégia de conscientização aos que não foram bem orientados na infância. Mas embora não nos cansemos de alertar, os porcalhões de carteirinha ignoram os conselhos e proibições, e continuam a jogar o seu lixo onde bem entendem. E assim encontramos sérias dificuldades de manter a nossa cidade limpa.  

Vou além. Faço agora uma analogia muito triste de ser admitida. Já que falta consciência, para muitos cidadãos, de colocar a coisa certa no lugar certo, nas próximas eleições, proponho a instalação de placas de advertência nas urnas eletrônicas, com os seguintes dizeres: “Se você quer uma cidade limpa, não jogue lixo nas urnas”. 

Sugiro isso porque sei que encher as urnas de lixo colabora para aumentar a sujeira no seio do poder público municipal. O voto descompromissado é lixo que leva quatro anos para se decompor e, se preservado com a repetição do erro, perdura por mais quatro longos anos. Sejamos realistas! A sociedade que se submete a oito anos de lixo pode adquirir câncer terminal. O processo de descontaminação é lento, doloroso e muitas vezes deixa marcas irreversíveis que adoecem a saúde, a educação e a segurança pública do município. O voto inconsciente de sua importância social é lixo que produz chorume, e seu caldo negro e fétido devasta o solo democrático e acaba com qualquer possibilidade de surgimento de melhores líderes na terra contaminada pela má escolha.

Será que, com as placas de advertência que proponho colocar nos colégios eleitorais não haverá mais o acúmulo de lixo dentro das urnas? Considerando a quantidade absurda de lixo que vejo sendo jogado nos terrenos baldios, onde estão instaladas as placas de “proibido jogar lixo”, não tenho muita esperança de que isso venha a acontecer. Por mais alto que gritemos para alertar os egoístas e interesseiros sobre os perigos das más escolhas, muitos desses pobres de espírito se fingirão de surdos e continuarão com o vício estúpido de depositar o lixo no lugar errado.

Para esses eu estufo o peito e digo: idiotas e porcalhões!

O desafio do gerenciamento de risco na segurança da informação

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Mesmo com o avanço das tecnologias e os investimentos realizados, o risco segue presente nas corporações. Na verdade, o risco faz parte do negócio. As técnicas criminosas não param de evoluir e os fabricantes de soluções de segurança da informação precisam correr contra o tempo para criar soluções capazes de mitigar o risco.

Extinguir todas as ameaças é impossível, é preciso entender, contornar e atenuar o risco para obter êxito no negócio. Em um ambiente corporativo o risco está presente nas diversas formas de ameaças à segurança como DDoS, botnet, malware, apt (ameaças persistentes avançadas), entre outros, nos ativos da empresa, como equipamentos e pessoas, e nas vulnerabilidades criada por falhas em geral.

 A principal estratégia dos cibercriminosos atualmente é conseguir invadir os sistemas e fazer com que o ataque permaneça imperceptível, a fim de extrair o maior número de dados possível sem que seja detectado e corrigido. Em média, o tempo de detecção de um ataque em uma empresa da área de finanças, por exemplo, é de 98 dias. Na área do varejo o tempo é ainda maior, chegando a quase 200 dias. Durante esse tempo, muita informação pode ser extraída e o prejuízo pode ser gigantesco. Números globais apontam que o custo médio por fraude é de aproximadamente quatro milhões de dólares.

Um ataque pode demorar anos até ser detectado. Isso porque as ameaças chegam desmembradas e passam pelas barreiras de segurança até se instalarem na rede e se juntarem com outros elementos para criar uma ameaça completa. Muitas vezes a ameaça pode até ser detectada por alguma solução de segurança, mas não é validada por outra. Se as soluções não trocam informações entre si fica mais difícil controlar o risco e reduzir o tempo de resposta aos incidentes. Por isso é tão importante adotar um sistema de segurança com soluções integradas.

A chave para elaborar um ambiente corporativo mais seguro está em um ecossistema colaborativo entre as soluções, em acrescentar mais inteligência no processo. Quando as soluções trocam informações entre si é possível espalhar conhecimento sobre as diversas formas de ameaças e bloqueá-las em diferentes pontos. Considerando o crescente número de informações disponíveis e de dispositivos conectados, é preciso proteger a informação, onde quer que esteja, na rede, na nuvem ou no endpoint.

Mesmo que soluções como antivírus ainda sejam muito importantes, não é mais possível depender apenas de assinaturas no processo de segurança, uma análise baseada no comportamento passa a ser muito mais efetiva no combate às ameaças. Indicadores de comportamento compartilhados com a rede podem resultar em respostas muito mais rápidas e efetivas. 

Vale a pena correr o risco, assim é o negócio, mas para obter sucesso é preciso controlar o risco, apostar não apenas na prevenção, mas também na detecção e correção, automatizar processos para ganhar agilidade e, assim, conseguir efetivamente reduzir o tempo de resposta aos ataques e minimizar os danos. 

 

Obras devem iniciar na próxima semana

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Grão-Pará

A burocracia realmente emperra muitas obras públicas no Brasil. E não é culpa de partido A, B, C, enfim. O problema é o número de processos e documentação obrigatória para que o ato seja colocado em prática. E, quando o fato começa a tomar corpo, aparecem muitos ‘padrinhos’ que definem: “Foi eu quem conseguiu a verba. Nosso partido que lutou pelo recurso”… Assim será por muitos anos, mas ainda bem que a cultura (política) também é mutável.

E a tal da burocracia apareceu mesmo em obras que, segundo apontam os projetos, eram emergenciais, as construções de três pontes em Grão-Pará, duas delas em pleno perímetro central: na rua Rui Barbosa e na estrada de acesso ao Morro da Samambaia, e na Estrada Geral da Barra do Rio do Meio. Todas as travessias foram danificadas e condenadas pela Defesa Civil do município em janeiro do ano passado após uma enxurrada que provocou inúmeros transtornos, a maioria na infraestrutura e na agricultura.

“Após constatarmos os estragos nas pontes, de imediato encaminhamos a documentação à Defesa Civil do governo do estado. Com os projetos para novas passagens já em mãos a partir de abril de 2015, menos de três meses dos acontecimentos, aguardávamos a liberação dos recursos logo em seguida, mas saiu somente agora (um ano e sete meses da chuvarada). Para não deixar o cidadão sem as travessias, realizamos ações paliativas. Agora, com o recurso já garantido pelo Ministério da Integração Nacional, nesta sexta-feira, R$ 291.008,14, serão contratadas as empresas, já licitadas”, informa o coordenador da Defesa Civil de Grão-Pará, Dione Heizen. Dois rios passam pela cidade: o Pequeno e o Braço Esquerdo. Ambos transbordaram no dia da enxurrada.

Leão do Sul recebe o Concórdia neste sábado

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Tubarão

A participação do Hercílio Luz no Campeonato da Série B do Catarinense tem sido tímida nesta temporada. Neste sábado, o Leão do Sul recebe, às 15 horas, o Concórdia. As duas equipes estão na parte de baixo da tabela e o confronto deste fim de semana poderá tirar do sufoco um dos dois elencos.

Após a derrota no último domingo para o Juventus, o Colorado voltou aos treinos um dia depois e o técnico Abel Ribeiro intensificou as atividades que ocorreram em dois períodos durante toda a semana. O comandante do time do Centro de Tubarão provavelmente colocará os mesmos atletas que atuaram no último duelo.

Os jogadores Leandro Rodrigues e Felipe Stein, contratados recentemente, tiveram os seus nomes divulgados no Boletim Informativo Diário (BID) e estarão à disposição do técnico Abel Ribeiro. Ambos são centroavantes e tudo indica que eles entrarão em campo.

Já no Atlético Tubarão, depois de uma semana intensa de trabalho, a equipe Tricolor está pronta para enfrentar o Jaraguá, neste sábado, às 15 horas. O preparo do clube contou, inclusive, com um jogo-treino contra a equipe principal do Criciúma, na última quarta-feira. O amistoso serviu também para dar ritmo aos jogadores que não estavam em atuação e mostrar opções para o técnico Marcelo Mabilia. 

“Tivemos uma ótima semana de trabalho. O jogo-treino foi muito importante, fizemos avaliações muito boas. O resultado e o desempenho da equipe, contra um time forte como o Criciúma, mostram que estamos no caminho certo”, avaliou o treinador.


 

Médico veterinário da Zimba lança 1º CD

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Jailson Vieira
Imbituba

A brincadeira que começou na escola aos 9 anos virou coisa de ‘gente grande’. Depois de se apresentar em um concurso de paródias, o então garoto Luis Henrique Souza de Oliveira, o Kike, não parou mais de cantar. Atualmente com 26 anos, o jovem de Imbituba dedica-se a duas paixões: medicina veterinária e música.

“Fui escolhido da minha equipe para cantar a paródia da música ‘Hey Jude’, dos Beatles. Durante a apresentação, eram mais de dois mil alunos na plateia. Aos 13, fui convidado para tocar teclado em uma banda, onde permaneci por algum tempo. Com 18, fui morar em Lages, onde tocava e cantava na universidade e em barzinhos, mas resolvi parar um tempo”, lembra o imbitubense.

Depois de formado em medicina veterinária, Kike Oliveira viu que era a hora de retornar aos palcos e colocar em prática um projeto antigo, o de gravar o seu primeiro CD. Desde o seu retorno a Imbituba, o cantor de pop rock já se apresentou em diversos barzinhos, casas noturnas e festas particulares na cidade portuária, Laguna, Imaruí e região. No mês passado, concluiu a gravação do álbum, em parceria com o produtor José Roberto Chapolin.

“Ele mandou bem demais nesse CD, só música boa! Letra, melodia, som de primeira”, assim definiu um dos fãs do trabalho do cantor da Zimba. O show de lançamento do CD de Kike Oliveira ocorrerá no dia 10, no Botequim, em Imbituba. “O público pode esperar um trabalho feito com muito carinho e dedicação”, destaca o jovem. Músicas como Guerra em vão, Eu te adoro, Alto mar, Não era pra ser assim e Seu jogo, entre outras, prometem garantir a festa dos amantes do pop rock.

Vereadores postergam crédito suplementar

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Jailson Vieira
Tubarão

A sessão extraordinária realizada na Câmara de Vereadores ontem, às 10 horas, em Capivari de Baixo, solicitada pelo prefeito Moacir Rabelo (sem partido), não teve o desfecho esperado pelo gestor em um primeiro momento.

Rabelo enviou, há alguns dias, dois projetos para serem analisados e votados: a abertura de crédito suplementar e um pedido de reparcelamento de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), e que até então não tinham sido apreciados pelos representantes do legislativo.

De acordo com o chefe do poder executivo, sem as aprovações será difícil fechar o ano. “É necessário que os vereadores aprovem, pois precisamos da dotação orçamentária para pagar os fornecedores, salários de funcionários e realizar melhorias na cidade. Caso contrário, quem acaba pagando a conta é a população”, alerta o gestor.

Moacir afirma que sem o deferimento de mais de R$ 2,2 milhões, diversos setores serão prejudicados de alguma forma. Já o pedido de reparcelamento ocorreu por causa de uma dívida existente no período de 1993 a 2006. E um débito de R$ 3,6 milhões é recorrente da falta de pagamento do FGTS. 

Conforme o presidente da Câmara, Jean Rodrigues (PSDB), para que ocorra a aprovação na Casa todos os itens deverão ser descritos em solicitações separadas. “Não devemos aprovar se não temos conhecimento. Não se pode chegar, entregar tudo junto e no meio ter algo diferente. Temos que agir com muita cautela e não movidos a interesses políticos. Temos que ser coerentes com a coisa pública”, observa o presidente.

A decisão para o deferimento ou indeferimento do FGTS ficou para a próxima segunda-feira, já o pedido do crédito suplementar deverá ter cada item apresentado de maneira separada.

Drogas e armas são apreendidas em operação conjunta

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Jaguaruna

Aproximadamente R$ 10 mil em drogas, que foram apreendidas por meio de uma força-tarefa das polícias Civil e Militar de seis municípios, ontem, em Jaguaruna e Sangão, foram tirados de circulação e das mãos dos marginais. Os agentes, coordenados pelo delegado Danilo Brilhante, encontraram quase 500 pedras de crack em duas residências e prenderam três pessoas em flagrantes por tráfico de drogas. Outros objetos também foram apreendidos, como armas, munições, embalagens e dinheiro.

Após mais de três meses de investigação, de acordo com a Divisão de Combate a Furtos e Roubos (DCFR) de Tubarão, homens da Polícia Civil de Sangão e Jaguaruna, com apoio de agentes das delegacias de Treze de Maio e de Pedras Grandes, chegaram até uma casa no distrito de Morro Grande, na Cidade das Cerâmicas, para cumprimento de um mandado de busca e apreensão. A guarnição do Canil do 9° Batalhão de Polícia Militar de Criciúma, com a cadela Mel, iniciou a varredura e, nos fundos de uma gaveta, encontrou 430 pedras de crack e diversos fragmentos e farelo do entorpecente, pesando um total de 8,2 gramas.

Ainda no mesmo imóvel, a força-tarefa apreendeu um torrão de maconha e diversas porções embaladas e prontas para a venda, cerca de 504 gramas da erva. A proprietária, uma mulher de 27 anos, também escondia R$ 2,1 mil em dinheiro, 24 gramas de cocaína e um revólver calibre 32 com número de série raspado e carregado com seis munições, e seis projéteis sobressalentes. 

A segunda ocorrência resultou na apreensão de 62 pedras de crack e embalagens individuais na casa de um homem de 29 anos e uma mulher de 31 no bairro Beija-Flor, em Jaguaruna. Todos os envolvidos nas ocorrências estão à disposição da justiça. As duas mulheres foram levadas ao Presídio Feminino e o homem ao Regional Masculino, ambos em Tubarão. Eles responderão por tráfico de drogas e posse ilegal de arma e munições.

57 lojistas associados são homenageados

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Rafael Andrade
Tubarão

O ano era 1966. O Brasil tinha como presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, que sancionava a lei que estabelece o atual Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), muito celebrada por milhões de cidadãos de todos os segmentos de mercado no país, pois era regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), decretada em 1º de maio de 1943. Também em 1966 ocorriam grandes descobertas no mundo, as quais entraram para a história do desenvolvimento científico, por exemplo. Foi há 50 anos que a sonda soviética Lunik 9 tornou-se o primeiro objeto construído pelo homem a pousar com suavidade na superfície lunar e a emitir uma série de imagens do Mar das Tormentas. Na região Sul do estado, muitas indústrias surgiam. E há cinco décadas, em Tubarão, nasceram muitos Joões, Marias, Miltons e Ramires, mas uma instituição que ajudou, e continua o seu propósito de empenho voltado ao desenvolvimento por meio de suas diretorias e associados, iniciou sua trajetória naquela Cidade Azul de cerca de 62 mil habitantes, à época, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

A festa de aniversário ocorreu na noite de ontem, no salão principal do Clube 29 de Junho, no bairro Passagem. Dezenas de autoridades políticas, empresariais e militares prestigiaram o ato, que teve até bolo de três andares.

Cinquenta e sete lojistas foram homenageados em 20 categorias: artigos de pesca, camping e lazer; artigos esportivos; calçados e acessórios; concessionárias de automóveis; confecções – moda feminina adulto; confecções – moda masculina adulto; confecções e produtos infantis; construtoras e incorporadoras;    eletrodomésticos e eletroeletrônicos; escolas de idiomas; farmácias; imobiliárias; livrarias e papelarias; material de construção; móveis e decoração; óticas, joalherias e relojoarias; perfumarias e cosméticos; presentes – utilidades – brinquedos; supermercados; e empresário/lojista destaque no setor. O presidente da CDL, Luciano Menezes, comandou a entrega dos prêmios.