sexta-feira, 22 maio , 2026
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Economia de R$ 150 mil ao ano: convênio é assinado

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Laguna

Um convênio entre a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que detém a concessão do Terminal Pesqueiro Público de Laguna (TPPL), e prefeitura, foi assinado na manhã de ontem. O ato faz parte de um projeto que pretende transformar o Terminal em uma referência no país. O acordo firmado permite que o contribuinte lagunense evite pagar R$ 150 mil ao ano em aluguéis, pois o convênio é um termo de cessão de uso da Casa-Sede, um imóvel dentro da antiga área portuária, e que poderá, após a reforma, ser utilizado por pelo menos duas secretarias municipais.

O TPPL é responsável por cerca de 40% da receita no município. O prefeito Everaldo dos Santos valoriza a concretização deste convênio nesta semana em que Laguna completa 340 anos (amanhã) de fundação. “É um presente sem tamanho. Ter a garantia da presidência da Codesp, que o Terminal irá a funcionar 100%, é reconfortante. Vamos trabalhar para concretizar os planos de tornar o local em uma referência no ramo pesqueiro”, destaca.

Um dos fatores apontados pelo presidente da Codesp, José Alex Botêlho de Oliva, é a geração de empregos diretos com a terceirização de empresas dentro do TPPL. “Vamos gerar 200 vagas diretas no município com contratos de empresas locais”, garante Oliva. O primeiro passo da diretoria da Codesp foi retomar o funcionamento da fábrica de gelo, o fornecimento do óleo diesel para as embarcações e a descarga do pescado com duas esteiras. A fábrica tem a capacidade de produzir 80 toneladas diariamente. A licitação de uma nova máquina irá permitir dobrar a produção. A Codesp já estuda a ampliação do terminal com mais 300 metros de cais de atracação e aprofundamento do canal da barra da Lagoa Santo Antônio.

Projeto de R$ 90 milhões é cobrado

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Rafael Andrade
Imaruí

São 50 quilômetros de pretensão de asfalto com projeção de investimento, hoje, de R$ 90 milhões. Esta reivindicação será mais uma vez reforçada hoje, a partir das 15 horas, na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), em Laguna, pela Comissão Pró-Asfalto das SC-436 e SC-437. A 436 tem 22 quilômetros, liga São Martinho a Imaruí, tem sete mil metros pavimentados com asfalto e entregues à comunidade no último mês de janeiro, após 16 anos de obras e suspensões. Já a 437 tem 35 quilômetros e é integralmente nua, tecnicamente de leito natural, como chamam os técnicos do Departamento Estadual de Infraestrutura, ou seja, o popular chão batido, e liga Pescaria Brava, na região de Santiago (BR-101) à comunidade de Aratingaúba, em Imaruí.

Duas rodovias que têm em suas margens dezenas de pecuaristas, madeireiros, processadores de mandioca, fábrica de jeans, entre outros investidores. “Pela falta de estrutura viária é uma região que não chama a atenção de novos investidores. Alguns pontos apresentam alagamentos em dias de chuva e algumas pontes são bem precárias. Nossa luta não vai parar. Este é mais um encontro de cobranças. Sabemos das dificuldades financeiras no país, mas nosso pedido atravessa várias gestões governamentais. Pedimos atenção, só isso”, alerta o empresário e presidente da Comissão, Gilberto Heisen, que lamenta a situação das estradas, que dificulta o escoamento da produção nesses três municípios.

Deputados da frente parlamentar do sul do estado já sinalizaram apoio à Comissão. Os projetos das pavimentações deverão ser incluídos no orçamento para 2017, segundo informou o secretário de Estado de Infraestrutura, João Carlos Ecker. “Nesta reunião será definido o tipo de aplicação dos recursos. Faremos um acompanhamento. Quero dizer que a luta está apenas começando e muitos obstáculos ainda estão por vir”, avisa Gilberto.

Obra paliativa
Apesar de serem consideradas rodovias, em pleno século 21, quase 2017, ainda são de chão batido. Em termos técnicos utilizados pelo próprio Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), são vias de leito natural. Ou seja, não há drenagem, calçadas, meio-fio, acostamento, sinalização horizontal, nada. Um valor prospectado de R$ 250 mil deve ser liberado para um trabalho de patrolamento e limpeza do matagal nas margens das vias.

 

Dudu vence a 1ª batalha contra o câncer

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Tubarão

A corrente do bem formada em prol do menino Eduardo Vieira, o Dudu, de 3 anos, que luta contra um câncer no abdômen e nos ossos, ganhou força nas redes sociais, não somente em Tubarão e Curitiba, onde está internado, mas em todo o país. O drama enfrentado por Dudu ganhou repercussão nacional com a publicação de uma matéria na Fan Page do Notisul, na quinta-feira da semana passada, sobre a campanha iniciada pela família, que teve quase 300 compartilhamentos e 371 curtidas, até ontem à noite. Vários veículos de comunicação com macroabrangência, como o Jornal Gazeta do Povo e o site do UOL, deram destaque para o caso, que está longe de terminar.

No entanto, uma ótima notícia foi conquistada nesta semana. O medicamento Actinomicina, que tem efeito mais completo que a quimioterapia, segundo a mãe de Dudu, Letícia Perito Cardoso Bressan, deve chegar muito em breve, pois o plano de saúde da criança liberou a guia para a compra do remédio para os próximos três meses. “Não temos condições de comprar. Custa cerca de R$ 18 mil, e ele precisa ingerir durante 56 semanas”, detalha Letícia. O pai de Dudu, o tubaronense Guilherme Vieira, acompanha a luta pela vida do filho na capital paranaense. Ele largou seu emprego para ajudar no tratamento do filho.

A família paterna do garoto, proprietária da empresa Zeza Chocolates, na Cidade Azul, doou muitos doces para as amigas e parentes de Letícia venderem, principalmente em Curitiba, tudo para levantar recursos à compra de parte dos medicamentos. Tiveram que interromper as encomendas em certo momento, pois não estavam dando conta da produção.

Competição ocorrerá neste sábado

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Imbituba

Os jogos lúdicos, em sua maioria, ajudam a construir novas descobertas, desenvolvem e enriquecem a personalidade, e simbolizam um instrumento pedagógico muito importante, no qual estimula a aprendizagem. Há quem diga que estas atividades são consideradas ‘coisa de criança’, porém muitos adultos demonstram afinidade com estas brincadeiras. 

Por isso, neste sábado, das 14 às 19 horas, ocorrerá a primeira edição do Litoral Lúdico, na Arena Praia, na Avenida Beira-mar, em Imbituba.

O objetivo principal do evento é apresentar à população os jogos de tabuleiro moderno. A iniciativa foi idealizada pelo grupo de quatro amigos, InterAção BG, no qual se reúne de maneira periódica para jogar e colecionar diversas atividades em seus hobbies. De acordo com um dos idealizadores do evento, Marcos Henrique da Silva, pesquisas científicas têm sido feitas há um bom tempo e reafirmam os benefícios dos jogos lúdicos. 

“Eles estimulam o poder de concentração, capacidade de decisão, criatividade, raciocínio, interação em grupo e melhoria no relacionamento social. Este último item se dá pela abdicação da tecnologia como meio de diversão. Não somos contra os vídeo-games, celulares, mas é fato que estamos dedicando a maior parte do nosso tempo a eles, esquecemos muito da nossa parte social. As pessoas devem se perguntar: ‘quando foi a última vez que fiz algo divertido sentado à mesa com os meus familiares ou amigos’”?. Os jogos de tabuleiro são uma ferramenta a mais para potencializar este fator”, expõe Marcos.

Para participar não é necessário fazer algum tipo de cadastro, basta comparecer com amigos para formar uma turma maior. “Caso as pessoas desejarem ir, só alocaremos em mesas disponíveis, o nosso intuito é a interação e diversão. Sugerimos como idade mínima 10 anos, mas nada impede que as pessoas levem crianças menores”, finaliza.

Um alerta no Dia Mundial da Hepatite

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Hoje, Dia Mundial da Hepatite, a atenção dos governos é desproporcional ao tamanho do problema. Desde 2013, o número de mortes pela hepatite viral é superior a soma total de mortes por outras três epidemias: aids, tuberculose e malária. Mas a atenção dos governos e da mídia ainda não despertou para dar as hepatites virais a necessária visibilidade. As hepatites causadas por vírus são a sétima causa de morte no mundo, sendo as hepatites B e C responsáveis por 95% das mortes. A maioria é atribuível ao câncer de fígado e cirrose. Existe vacina efetiva para prevenir a hepatite B e medicamentos que curam a hepatite C, no entanto, em contraste com a aids, a tuberculose e a malária, mecanismos para financiar intervenções em países pobres são praticamente inexistentes, exceto para os indivíduos que também estão infectados com o HIV. O aumento do financiamento internacional é necessário para enfrentar a carga das hepatites que possam permitir respostas eficazes nos países de baixa renda. 

O peso das hepatites B e C, as mais mortais, varia nas regiões geográficas. A mortalidade causada pela hepatite C é maior na Europa, Oriente Médio, Américas e África do Norte, enquanto que na África Subsaariana e grande parte da Ásia as mortes são consequência da prevalência da hepatite B. Os medicamentos para cura da hepatite C são caros, mas o preço para tratar os infectados é inferior as despesas que ocasionará não tratar a doença e ter que cuidar num futuro próximo as suas complicações, como a cirrose, o câncer de fígado e a necessidade de transplantes de fígado. Um terço dos infectados, se não tratados, morrem em média aos 56 anos, uma perda de 17 anos de vida produtiva! 

O Brasil nos últimos anos passou a dar maior atenção as hepatites virais. O Ministério da Saúde por meio do Departamento DST/AIDS/Hepatites Virais possui um plano estruturado e políticas definidas, mas ainda incipiente quanto a recursos. É estimado que existam 2,3 milhões de brasileiros com hepatite C e cerca de 1 milhão com hepatite B. Encontrar esses infectados rapidamente é o grande desafio. Aproximadamente 80% dos infectados não têm conhecimento da sua infecção. Uma vez diagnosticados, o tratamento passa a ser o seguinte passo, ainda mais desafiador. O tratamento da hepatite B, transmitida principalmente pelo sexo, ainda não tem cura. Possui efetivo controle com um tratamento simples de um comprimido ao dia, e a forma comprovadamente efetiva para evitar novos infectados é vacinar toda a população. 

Na hepatite C, a transmissão sexual é muito rara de acontecer, não tem vacina, mas um tratamento que em somente 12 semanas consegue curar 95% dos infectados. O problema é o preço do medicamento. Nos países ricos cada tratamento custa entre 84 e 150 mil dólares. O Ministério da Saúde compra de forma centralizada conseguindo negociar descontos que no ano passado alcançavam 90% e na compra que deverá ser anunciada nos próximos dias, o desconto é superior a mais de 95% do preço original, o menor preço entre os países em desenvolvimento, um exemplo de negociação colocado como modelo pela Organização Mundial da Saúde.  

Neste Dia Mundial da Hepatite deixo a sugestão para que os planos de saúde diagnostiquem e tratem as hepatites B e C. É absurdo que praticamente todos os tratamentos sejam realizados gratuitamente no SUS, inclusive os dos 50 milhões de brasileiros com planos de saúde. Se entendemos os planos de saúde como uma saúde suplementar, por que os planos não passam a tratar as hepatites B e C e o governo fornece os medicamentos? Estaríamos dessa forma ajudando a melhorar a superlotação dos hospitais públicos, deixando os mesmos para os brasileiros mais carentes e a saúde privada seria realmente suplementar. 

Tráfico de drogas é desarticulado

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Orleans

Uma quadrilha que agia em Orleans e Urussanga, especializada em trazer drogas do Paraguai, foi presa ontem à tarde na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller. A operação foi resultado de três meses de investigações da Polícia Civil de Içara e contou com a participação da Polícia Militar Rodoviária de Guatá e Polícia Civil de Lauro Müller.

Os policiais tinham a informação de que os traficantes fugiam de uma abordagem da Polícia Federal de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, deixando 40 quilos de maconha pelo caminho. Segundo o delegado Rafael Marin Iasco, de Içara, o grupo fugiu em meio a um milharal abandonando um dos carros com a droga. “Recentemente, em junho, dois integrantes da quadrilha foram presos no mesmo trecho da Serra do Rio do Rastro com 25 quilos de maconha”, destacou. 

A organização do grupo, segundo Rafael, incluía a participação de adolescentes. Havia ainda o recurso de carros de apoio, para informar possíveis barreiras policiais no caminho. Usavam estradas alternativas para evitar abordagens. Mensalmente, o grupo trazia entre 25 e 50 quilos de maconha do país vizinho. “Eles compram a droga por R$300 o quilo e revendem por R$ 1,3 mil. Obtinham aproximadamente R$ 50 mil com o montante de maconha na região”, explicou.

A finitude da eternidade

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Parece mesmo prosaico que em pleno tempo de consumismo desenfreado, confusão de valores e sentimentos jogados ao abismo, o símbolo do infinito seja tão utilizado. Em tatuagens, estampas de roupas, colares, brincos, imagens de internet. Mas afinal, o que querem infinitamente? Conviver com alguém por mais de cinco anos já não faz parte de nossa cultura. 

Sonhar com algo durante muito tempo também não, afinal, a vida é curta e só temos uma para aproveitar. Logo, perder tempo com sonhos considerados impossíveis seria perda de tempo – e tempo, é dinheiro -, passar mais de seis meses tentando conquistar quem se ama também já não faz parte dos nossos planos. Não quer? Tem quem queira! Ouvir música clássica, então? Um assassinato à vida que nos resta por tamanha monotonia. Criamos prazos de validade para o que não é perecível. Amar tem prazo de validade, amizade tem prazo de validade, uma conversa, também. Tudo se torna pacato e sem graça, ao mesmo tempo em que ele, o tempo, passa por nós. A gente gosta do que não tem. Ou do que imaginamos que não poderemos ter. Aquela pessoa que cruzou com você na rua, e nem sequer te passou os olhos. Aquela roupa que está no alto da vitrine da qual o valor é maior que o seu salário mensal.

O que acontece é que nos prendemos a estabilizar o que temos, como possuidores de algo que logo perde o valor, e a nos aborrecer com aquilo que não poderemos ter. Frustra pensar que querer está longe de poder. Mas, mais comovente ainda, é quando, sem querer, percebemos que não somos só agentes de uma sociedade onde tudo logo passa, mas também, vítimas desse ciclo. 

E aí você quer viver algo estupendo, quer sentir a eternidade dentro das horas, “chutar o balde”, viver como se não houvesse amanhã, com tudo o que isso possa trazer. Sabe o que encontra, companheiro? Aquela correntinha com o símbolo do infinito pendurada no pescoço, mostrando que por mais que sejamos moderninhos, logo logo a gente descobre que também tem prazo de validade.

Moradores queixam-se de furtos e assaltos

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Kalil de Oliveira
Jaguaruna

Quarta-feira da semana passada, 10 horas. A manhã que começou tranquila no balneário Camacho, em Jaguaruna, mudaria naquele momento. Um dia em que os moradores não fazem questão de lembrar, pelo medo que se instalou depois disso.

Pelas imagens das câmeras de vigilância de um estabelecimento é possível ver dois carros estacionarem na SC-487, alguns metros à frente. Em instantes, quatro jovens entram. Ninguém desconfia que estão decididos a cometer um ato criminoso. 

Enquanto uns distraem os funcionários, um casal esconde garrafas de bebida em uma mochila e por baixo da jaqueta. Disfarçam, pagam por uma carteira de cigarro e saem tranquilamente em um Gol branco e um Celta prata. Prejuízo de mais de R$ 400,00.

À noite, no mesmo local, às 18h30min, dois rapazes entram armados, rendem cinco mulheres e anunciam o assalto. Levam R$ 500,00 e deixam todos ainda mais assustados. Era o terceiro estabelecimento assaltado no mesmo dia.

“Tentei sair pelos fundos, mas não deu tempo. Estou inconformado. Minha esposa não quer mais ficar aqui. Além do crime, tem as contas. Quando chega o fim do ano, é um sufoco para pagar os impostos”, reclama o dono do mercado.

Outro morador revelou que alguns comerciantes se viram obrigados a contratar empresas de segurança, com tarifas de R$ 40 a R$ 100 mensais pelo serviço. Mesmo assim o arrastão ocorreu.

Por pouco, mais vítimas
“Eu vi quando os dois caras passaram. Só não entraram na minha loja porque havia um caminhão de entrega bem no momento. Eles também não foram no bar que estava cheio de gente tomando cerveja e comendo um churrasquinho”, relatou o proprietário.

Para o dono de um restaurante, os pequenos furtos no balneário ficaram rotineiros. “Toda a semana chegam histórias de pessoas aqui. Essa repercussão negativa vai aos poucos afastando os clientes”, reclama.

O delegado Danilo Bessa Brilhante, que responde interinamente pela delegacia em Jaguaruna, preferiu não se pronunciar para não atrapalhar as investigações. Segundo ele, a população pode auxiliar com informações por meio do disque-denúncia. Basta ligar 181, ou acessar o domínio www.delegaciaeletronica.sc.gov.br/.

500 bolsas são disponibilizadas

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Tubarão

O Programa Mais Bolsas acaba de firmar parceria com instituições de ensino superior em Tubarão. E, a partir desse segundo semestre de 2016, vai beneficiar mais de 500 tubaronenses com bolsas de estudo de até 50% de desconto, para cursos de graduação. O Mais Bolsas tem como objetivo promover o acesso de jovens e adultos ao ensino superior, por meio da concessão de bolsas de estudo com até 50% do valor integral. Para tanto, amplia sua atuação e firma parcerias com grandes faculdades, centros universitários e universidades em diversos estados brasileiros. Na lista de mais de 500 parceiras estão instituições renomadas, como Estácio, Fael, Universidade Cruzeiro do Sul e Unijorge.

“A formação no ensino superior é o sonho de muitos brasileiros e iniciativas de programas educacionais como o nosso, o Mais Bolsas, o qual possibilita o acesso daqueles que não têm condições financeiras de pagar o valor total das mensalidades na rede particular de ensino”, informa o gerente do Mais Bolsas, José Araújo.

Para se inscrever, basta acessar o site maisbolsas.com.br, escolher a cidade, o curso e instituição pretendida. As inscrições são gratuitas e, havendo vaga disponível, o candidato poderá ser aprovado de imediato. Em caso de dúvidas, o aluno deverá utilizar um dos canais de atendimento do programa, Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) ou central por meio dos telefones 4007-2209 para capitais e regiões metropolitanas ou 0800-002-5854, para as demais localidades.

 

Lista de cursos disponibilizados
• Administração
• Ciências Contábeis
• Gestão Comercial
• Gestão De Recursos Humanos
• Gestão Financeira
• Letras 
• Logística
• Marketing
• Pedagogia
• Processos Gerenciais
• Serviço Social

 

Leão segue com os portões fechados em treinos

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Tubarão

Com um êxito e uma derrota nas duas primeiras rodadas do Catarinense da Série B, o Hercílio Luz enfrenta o Almirante Barroso neste sábado, às 15 horas, fora de casa, com o pensamento único e exclusivo no reencontro com a vitória. Para isso, o treinador Nem Lima optou por comandar o segundo treino da semana de portões fechados. As atividades ocorreram ontem pela manhã às 9 horas, com um treino tático, e à tarde, às 15 horas, foi realizado um trabalho físico.

Sem problemas de suspensão e sem lesionados no grupo, a expectativa é a de que o comandante possa repetir o time que foi a campo no último domingo. Porém não estão descartados alguns ajustes, uma vez que o grupo foi bastante cobrado nas redes sociais após a derrota por 2 a 0 pelo arquirrival Atlético Tubarão.

Nesta semana, o atacante ex-Figueirense e Fluminense, Hizael Soares, de 31 anos, assinou com o time. Outro atleta que acertou com a equipe do Centro de Tubarão foi o meia ex-Flamengo e Corinthians, Roger Guerreiro, de 34 anos. O último clube dos dois atletas foi o Vila Nova de Minas Gerais. Ambos poderão atuar neste fim de semana, caso a documentação dos jogadores esteja regularizada no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Amanhã, os portões do Estádio Anibal Costa devem ficar abertos. O Leão do Sul é o sexto colocado da competição estadual com três pontos. O líder é o Almirante Barroso com seis pontos.

Defesa do Peixe está invicta na segundona
Duas rodadas no Catarinense da Série B, nenhum gol sofrido. Contra o Concórdia e o Hercílio Luz, a defesa do Atlético Tubarão se mostrou sólida e entrosada. A zaga segue invicta na competição e continua com o trabalho intenso para manter-se sem ser batida na partida do próximo domingo, contra o Marcílio Dias, no Estádio Domingos Silveira Gonzales. 

“Fizemos dois bons jogos. No primeiro, infelizmente, a bola não entrou, mas no clássico vencemos bem. O adversário dificultou, porém conseguimos um grande triunfo. Agora, precisamos manter os pés no chão. Ainda temos mais 16 rodadas. Precisamos trabalhar e ter a mesma humildade”, avalia o zagueiro Allyson. 

Na última segunda-feira, o Peixe completou 50 dias de trabalho. Desde a apresentação no dia 6 do mês passado, o grupo cresce fisicamente sob o comando do preparador físico Daniel Azambuja para a disputa da competição que segue até novembro. 

“Estamos com ótimas semanas de trabalho. O calendário nos permite treinar a semana inteira. Então, temos todos os períodos para descansar e nos prepararmos bem para o compromisso seguinte”, destaca Azambuja.

Ontem pela manhã, os jogadores fizeram musculação. Já no período da tarde, eles realizaram uma atividade no campo de São Gabriel, em Treze de Maio.