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Lote 25 tem três frentes de trabalho

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Capivari de Baixo

As obras de duplicação da BR-101 no lote 25, entre Laguna e Capivari de Baixo, parecem mesmo ter sido retomadas. Os trabalhos de execução da passagem inferior (PI) de acesso aos bairros Vila Flor e Bandeirantes, em Capivari, estão acelerados.

Ontem, no trecho, equipamentos do consórcio Araguaia/Blokos/Emparsanco executavam a retirada da capa asfáltica antiga, efetuavam a elevação das contenções para taludes e retiravam solo de baixa resistência. Tudo feito simultaneamente.
A PI terá 35 metros de pistas elevadas e abrigará o fluxo de veículos e pedestres do município. O local é o que tem a maior concentração urbana no lote 25 em Capivari de Baixo.

Paralelamente, outra equipe do consórcio executa a edificação do viaduto duplo de acesso ao município. A obra terá 219 metros de extensão. Nesta semana, também foram retomadas as escavações no morro da Tractebel, próximo ao Rio Capivari, e execução de terraplenagem na PI de acesso à Estiva.
Já os trabalhos na PIs de acesso ao Km 37 e Santiago, em Laguna, serão retomados quando forem alocados novos equipamentos. Nestes dois pontos, as obras estão com mais de 85% das estruturas executadas.

O lote 25 possui 29,9 quilômetros de extensão e apenas 10,5 quilômetros de pista estão duplicados e liberados. Das dez obras-de-artes especiais, apenas três estão prontas (PIs de acesso ao Núcleo da Moradia, ao Estreito e a praia do Sol, todas em Laguna). A última liberação de obra ocorreu em 2009.

Tubaronense disputará Brasileiro

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Tubarão

 

O triatleta tubaronense Felipe Costa da Silva, 22 anos, embarca hoje para Fortaleza (CE), onde disputará com outros 162 atletas o Campeonato Brasileiro de Triathlon Longa Distância. A prova será sábado, com largada prevista para 6h30min, e é seletiva para o Mundial. Os atletas percorrerão três quilômetros de natação, 80 quilômetros de ciclismo e 20 quilômetros de corrida, no forte calor cearense.
 
“Tenho me dedicado muito aos treinos desde o início do ano e espero representar muito bem Tubarão, trazendo uma boa colocação e, talvez, uma vaga para disputar o Mundial. Estou bastante ansioso, pois se trata de um Campeonato Brasileiro e a prova será disputada em um local com temperaturas altas, e isso pode me atrapalhar durante as etapas de ciclismo e corrida”, destaca Felipe, um dos 12 representantes catarinenses na competição.
 
O atleta tubaronense tem o apoio da prefeitura de Tubarão, por meio da secretaria de cultura, esporte e turismo, do Laboratório Santa Catarina, Giba Cicle, Clini-X, Hospital Socimed, Studio Corporall, Nutricionista Emillene Vechi e Ao Natural.

Ampliação do acesso é debatida

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Imbituba

 

A obra de ampliação da via arterial principal, que liga a BR-101 ao Porto de Imbituba, poderá ser financiada pela segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Os esforços se concentrarão agora na obtenção da licença ambiental, cujo processo, em princípio, será novamente financiado pela Santos Brasil, arrendatária do terminal de contêineres.
 
“A expectativa é de que o projeto básico e a licença ambiental sejam entregues ao Ministério dos Transportes ainda este ano. Se tudo correr conforme o previsto, as obras podem ser iniciadas em 2012”, informou o administrador do porto, Jeziel Pamato de Souza, após uma reunião, nesta semana, com o sub-secretário do Ministério dos Transportes, Miguel Masella.
 
O projeto básico de ampliação da via arterial principal prevê que a execução da obra demande um investimento de R$ 38.190.180,11. O valor engloba a recuperação e a duplicação da via principal, além de ciclovias, calçadas, ruas marginais e obras de arte em um trecho de aproximadamente cinco quilômetros.
 
Atualmente, enquanto alcança recordes históricos e consolida um novo posicionamento junto ao mercado brasileiro, o Porto de Imbituba também passa por uma fase de investimentos da iniciativa privada e do governo federal.
 
A Santos Brasil injeta aproximadamente R$ 283 milhões para ampliação do cais, reforma de armazéns e aquisição de equipamentos. Simultaneamente, está prevista para este ano a dragagem de aprofundamento para 15 metros, com recursos da União.

Hoje é dia de teatro na escola

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Tubarão

 

A terceira temporada do projeto Limpando, Cuidando e Perfumando a Natureza, desenvolvido pelo grupo Teatrando por Aí voltou à cena. E desta vez eles passarão por Tubarão. Hoje, eles apresentam-se na escola Professor Tomé Machado Vieira, no bairro Oficinas, às 9 horas e às 13h45min. Amanhã é a vez dos alunos do colégio Hercílio Luz, no centro da cidade, verem o espetáculo, às 9h15min e às 13h15min. Nos dias, após o teatro, haverá oficinas de artes.
 
A ação objetiva a conscientização ambiental dos alunos do ensino fundamental, com idades entre 6 e 10 anos. As apresentações são gratuitas. Com os seus macacões multicoloridos e um baú recheado de objetos para cuidar, limpar e perfumar, o trio de personagens interpretado pelos atores Eder Schmidt, Raquel Stüpp e Marina Monteiro traz, além das peças, oficinas de confecção de brinquedos a partir de material reciclável.
 
Com apresentações são interativas, os personagens mostram que cada ser humano é responsável pelo planeta e apontam as simples tarefas que podem ser feitas no cotidiano para reduzir os impactos da vida moderna. São discutidos diversos aspectos relacionados à conscientização ambiental, como a economia de luz e água, reciclagem e reaproveitamento do lixo.
 
Patrocinados pela SC Gás, estão previstas 50 apresentações teatrais e 50 oficinas de reciclagem em 23 escolas públicas e uma particular de Santa Catarina. Depois, o grupo seguirá com o projeto para outros estados do sul e sudeste do país.

Seminário ocorre hoje em Tubarão

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Tubarão

 

Há 37 anos, a população de Tubarão foi castigada por um dos piores desastres já registrados na história do município. A enchente de 1974 até hoje é lembrada com tristeza por aqueles que viveram momentos de horror à época. Três décadas depois, muita coisa mudou, mas a iminente possibilidade de uma nova catástrofe é motivo de preocupação de autoridades e população.
 
Para refletir o passado e buscar ações efetivas para prevenir e garantir o futuro, desde 2008 a cidade sedia um seminário para discutir ações práticas para evitar uma nova tragédia. Hoje, ocorre a terceira edição do evento, cujo tema será  “Memória, prevenção e reação eficiente”. O debate inicia às 14 horas, na Amurel.
 
“O intuito é planejar as ações para o próximo ano e explanar o que foi feito em 2010”, antecipa o coordenador da Defesa Civil de Tubarão, José Luiz Tancredo. Entre as iniciativas colocadas em prática graças aos seminários anteriores, está a criação do Núcleo de Gestão de Risco, coordenado pela Unisul, por exemplo.
 
O seminário, fruto de uma ação conjunta entre a Defesa Civil de Tubarão, a câmara de vereadores, a Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos de Tubarão (Area-TB) e o Conselho Municipal de Segurança (Conseg), abordará ainda as questões pluviométricas e fluviométricas da Bacia do Tubarão.
 
A possibilidade de atualizar o antigo plano de prevenção de enchentes do Rio Tubarão, elaborado pelo extinto Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) em 1978, também será debatida.

Seminário: 37 anos da enchente de 1974 em Tubarão

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No cumprimento da lei nº 3289/09, de minha autoria, ocorrerá, hoje, entre 14 horas e 17h30min, no auditório da Amurel, em Tubarão, o terceiro seminário alusivo ao 37º aniversário da inundação de 1974, com o objetivo de mantê-la viva na memória coletiva, envidar esforços para que outra não ocorra e, se ocorrer, que os efeitos sejam mínimos.
 
No primeiro seminário, ocorrido em 24 de março de 2009, ouvimos as maiores autoridades do Brasil sobre o assunto e assumimos compromissos.
 
No segundo, exatamente um ano depois, prestou-se contas do que foi feito a partir do primeiro: o Núcleo de Pesquisas sobre Desastres Naturais da Unisul, fundado em decorrência do primeiro Seminário, apresentou o mapa de risco geotécnico de Tubarão. A Defesa Civil Municipal discorreu sobre as capacitações realizadas, materiais adquiridos e outros. Cidasc e Deinfra, representando o governo do estado, falaram sobre a batimetria (medição da profundidade e do relevo do fundo do rio Tubarão), do pré-projeto para redragagem e da área de bota-fora, para quando ocorrer. A câmara de vereadores apresentou a lei nº 3289/09, que justifica e determina todos estes eventos. Documento aprovado para a promotoria pública resultou na campanha Cidade Legal, com objetivo de contribuir para conter invasões, que se tornam, inevitavelmente, áreas de risco. A Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos de Tubarão (Area-TB) apresentou dados sobre o monitoramento do rio Tubarão, por meio de sensores, e divulgação via internet.
 
Neste terceiro seminário, haverá prestação de contas pelas entidades que participaram do segundo e especialistas de renome nacional lançarão luzes sobre o que ainda precisa ser feito para evitar nova tragédia. Ao final, serão feitos debates, com a contribuição do público.
 
Exatamente às 15 horas, momento em que as águas estouraram em nossa cidade, os sinos das igrejas bimbalharão e as portas do comércio baixarão por um minuto, como fazem os judeus e os japoneses, para relembrarem  o horror do holocausto e das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki e envidarem esforços para que não mais aconteçam.
                                      
Escolas debaterão o assunto a fim de que todo tubaronense, devidamente alertado, saiba o que fazer diante de uma inundação.                                      
Embora assoreado e maltratado o nosso tubanha-rô ou pai feroz (como os índios chamavam o rio Tubarão, devido às constantes destruições),  tem se mantido no leito. Mas é bom não abusar. Ele pode voltar a se enfurecer. 

Feras aguardam grandes ondas na Jagua

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Jaguaruna

Olho no mar. Está aberta a janela de espera do Mormaii Tow In Laje da Jagua – In Memory of Zeca Scheffer. Desde segunda-feira, até 31 de julho, as atenções voltam-se para a espera dos “swells” (série de ondas), na Laje da Jagua. Neste local, ondas oceânicas quebram sobre uma montanha submersa.

O evento de tow in, que premiará a dupla vencedora com R$ 20 mil, é uma homenagem ao big rider Zeca Scheffer. Ele foi o desbravador do tow in na Laje. Organizou o primeiro Campeonato Brasileiro do esporte, o Mormaii Tow in Pro 2006, ali mesmo em Jaguaruna. Zeca faleceu em dezembro de 2006 em um acidente de carro e familiares e amigos prestarão um tributo.

A competição é realizada pela Associação de Tow in de Jaguaruna (Atow-inj) em parceria com a Associação Brasileira de Surf Motorizado (Abrasmo). Foram convidados para a competição, alguns dos maiores nomes do big surf mundial. Entre eles: Carlos Burle, Eraldo Gueiros, Everaldo Pato, Rodrigo Resende, Sylvio Mancusi, Danilo Couto, Garrett McNamara e Jeff Clark.

Segundo a organização do evento, o objetivo é realizar a competição em ondas com no mínimo quatro metros de face. A associação convocará os atletas quando as condições forem favoráveis. Além de maiores de quatro metros, as ondas devem quebrar para a direita da Laje, lado em que a onda assusta e impressiona.
A lista oficial das alternantes (duplas reservas) deve ser divulgada nos próximos dias.

Unisul traz ponto de Joinville

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Joinville

A Hipper Freios/Unisul empatou na noite de ontem, em 2 a 2, com a Krona /Joinville, ginásio da Univille em Joinville. As duas equipes precisavam da vitória para apagar a má impressão dos primeiros jogos na Liga Nacional. Menos mal para os tubaronenses, que conseguiram um ponto, contra a forte equipe do JEC, fora de casa.
Com muitos desfalques, a equipe do técnico Jarico desta vez ficou ligada do começo ao fim do jogo. E optou por chamar a Krona/Joinville para o jogo e apostar nos contra-ataques. Jorge Alex estreava na equipe do norte do estado.

A Krona saiu na frente, com um gol de café. O ex-Joinville, Thiago Bolinha empatou ainda na primeira etapa. Mal começou o segundo tempo e os joinvilenses passaram à frente no placar, novamente com Café. Mas a resposta da Unisul foi rápida. Gordo empatou.
Com a necessidade de vencer, os dois times buscaram mais o ataque. Por nervosismo, erraram passes e desperdiçaram muitos gols. No fim, vaia geral nas arquibancadas.

As duas equipes continuam sem vencer na competição, chegaram aos dois pontos e ocupam as últimas colocações na tabela de classificação.
O próximo compromisso da Unisul é no dia 3, às 17 horas, contra o Col. Londrinense/Sercomtel (PR), no Paraná. Já a Krona, que tem um jogo a menos que os tubaronenses, joga neste sábado, às 20h30min, contra a Assoeva/Unisc/ALM (RS), em Venâncio Aires.

Capivari de Baixo promove torneios de futsal

A secretaria de esporte e turismo da prefeitura de Capivari de Baixo promoverá dois torneios de futsal para a população em comemoração ao 19º aniversário de emancipação político-administrativa do município.

O primeiro, neste domingo, a partir das 13h30min, é destinado ao público maior de 16 anos. Na quarta-feira, feriado municipal, dia do aniversário do município, um segundo torneio ocorrerá a partir das 9 horas, destinado a crianças e adolescentes de 9 a 15 anos, que serão divididos por categorias. A partir das 19 horas, jovens até 17 anos e mulheres adeptas ao futsal feminino terão sua vez.

As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira na sede da secretaria de esporte e turismo, no Ginásio Municipal Juan Manuel dos Santos, das 7 às 17 horas, e são gratuitas. Os campeões e vice-campeões de cada categoria receberão troféus e medalhas e outros brindes.

Incêndio no Morro do Formigão

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Tubarão

Um incêndio de grandes proporções ocorreu no Morro do Formigão, , às margens da BR-101, no bairro Cruzeiro, em Tubarão, na tarde de ontem. O fogo iniciou por volta das 12h30min.
As chamas atingiram uma extensão de dez mil metros quadrados e afetaram os dois lados do morro. Uma equipe de 11 bombeiros de Tubarão e de Capivari de Baixo trabalhou durante quatro horas para conter o fogo. Como o local é de difícil acesso, os profissionais utilizaram um abafador – equipamento de madeira com mangueiras nas pontas de tiras de borracha que servem para abafar o fogo.

Segundo o soldado Renato Perrut, um dos bombeiros que participou da operação, não é a primeira vez que isto acontece. “Todos os anos, nesta época, é comum. Existem muitas pessoas que, para limpar seus terrenos, utilizam a área para queimar os entulhos, e fazem isto próximo à vegetação”, lamenta o bombeiro.
O vento nordeste contribuiu para a propagação das chamas e a mata estava muito seca. “Solicitamos às pessoas que tenham mais consciência e evitem este tipo de atitude, pois nessa área existe mata nativa”, pede o soldado.

Situação: precária

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Zahyra Mattar
Tubarão

A falta de água é um problema que afetará, a longo prazo, todo o mundo. Ainda que o Brasil seja privilegiado quanto às suas reservas, é fato a necessidade de investimentos. Na região, a discussão maior é sobre o Rio Tubarão e Complexo Lagunar.

Mas qual a real situação do nosso principal manancial? Precária. Nos últimos cinco anos, é possível afirmar que pouco mudou na situação do rio. Até porque pouco foi feito para isso. O levantamento da Agência Nacional de Águas (ANA) versa sobre o abastecimento e considera o atual modelo de abastecimento suficiente para atender a demanda da Cidade Azul até 2025.

Mas é a qualidade? “A qualidade das águas em nossa região é crítica e compromete o abastecimento”, atesta o secretário-executivo do Comitê Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão e Complexo Lagunar, Francisco Beltrame.

A questão é muito mais ampla e requer investimentos e debates muito mais enérgicos dos que os feitos até agora. Até porque não existe abastecimento isoladamente. O saneamento básico contempla abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas.
“No nosso caso, o problema que mais se destaca é o baixo índice da população atendida por sistemas de coleta e tratamento de esgotos sanitários. Na nossa região, não chega a 5%. Os investimentos em obras de saneamento básico devem ser prioridades”, pontua Beltrame.

Apesar de tudo, hoje o maior problema ambiental relacionado à água na região não é o somatório das atividades de impacto, mas a irresponsabilidade tanto dos organismos competentes que deveriam, com rigor, fazer cumprir a lei, como da população, que é cúmplice na maioria dos casos.

‘Mais do mesmo’
Os problemas que afetam hoje a Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão são os mesmos do ano passado, de 2009, de 2008… É o famoso ‘mais do mesmo’. Além da irresponsabilidade, da falta de fiscalização e punição, o Rio Tubarão continua a ser bombardeado, principalmente, por:
• Esgoto, fruto da situação rudimentar do saneamento básico;
• Enormes quantidades de dejetos animais, especialmente da suinocultura;
• Sais minerais de adubos e pesticidas (principalmente da rizicultura);
• Metais pesados e outros compostos altamente danosos à saúde humana (advindos da mineração e o beneficiamento de carvão);
• Assoreamento (causado, entre outros fatores, pelo manejo inadequado da agricultura e pecuária e pelo desmatamento das mata ciliar).

Na região, sete cidades precisam
investir mais no abastecimento de água

O Brasil corre o risco de chegar em 2015 com problemas de abastecimento de água em 55% dos 5.565 municípios do país. O dado, alarmante, integra um levantamento inédito feito pela Agência Nacional de Águas (ANA).
O Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água revela onde está o problema e estima o quanto cada estado precisa investir para garantir o líquido nas torneiras da população.

Em Santa Catarina, a situação é considerada uma das melhores do país, mas nem por isso menos perigosa. Dos 293 municípios catarinenses, apenas dez precisaram de investimentos pesados (R$ 115,46 milhões) para buscar outra fonte de abastecimento: Campo Erê, Jaraguá do Sul, Balneário Camboriú, Camboriú, Maravilha, Faxinal dos Guedes, Nova Trento, Itaiópolis, Atalanta e Agrolândia.

Em outras 138 cidades, o levantamento da ANA considerou a situação de abastecimento satisfatória. No restante dos 145 municípios, a situação é mediana, mas é preciso investir quase R$ 513 milhões à adequação do sistema já existente.

Na região, apesar de nenhum município estar na lista das cidades que correm risco de ficar sem água até 2025, sete figuram no rol dos que precisam adequar o modelo em vigência: Armazém, Treze de Maio, Pedras Grandes, São Martinho, Braço do Norte, Rio Fortuna e Santa Rosa de Lima.
O restante das cidades que compõem a Grande Tubarão integram a lista dos municípios onde o atual sistema é capaz, mesmo sem grandes investimentos, de garantir o abastecimento de água adequado da população (veja no quadro).