Balneário Camboriú
Prestes a completar um ano, o trágico acidente aéreo que matou 71 pessoas, entre elas quase toda a delegação da Chapecoense que viajava rumo à Colômbia para a final da Copa Sul-Americana, ainda está longe de ser resolvido. Além de todo o imbróglio jurídico e de investigação, alguns temas polêmicos ainda circundam a relação do clube catarinense com as famílias das vítimas que estavam no fatídico voo da LaMia no dia 29 de novembro de 2016.
Nesta semana, um novo capítulo dessa história foi escrito diante da parceria firmada entre a Chapecoense e a Associação Brasileira da Vítimas do Acidente com a Chapecoense (Abravic). Segundo nota oficial, que ainda traz o presidente da Chape, Plinio David de Nes Filho, ao lado de Gabriel de Andrade, presidente da Abravic (foto), o clube vai disponibilizar R$ 28,8 mil por mês à associação citada para que seja empregado como uma espécie de auxílio saúde. Com isso, cada família vai receber pouco mais de R$ 400 mensais até outubro de 2018, data de vencimento do compromisso e do início de novas tratativas sobre o tema.

