quinta-feira, 19 fevereiro , 2026

PEC das praias gera polêmica no Senado: Luana Piovani e Neymar entram no debate

A proposta de emenda à Constituição (PEC) das Praias, discutida em audiência pública no Senado, provocou uma polêmica sobre a possível privatização de terrenos à beira-mar, pertencentes à União. A discussão ganhou ainda mais destaque após a troca de farpas entre a atriz Luana Piovani e o jogador Neymar, que anunciou parceria para a construção de um condomínio na praia.

O que é a PEC das praias?

A PEC das Praias propõe a venda de terrenos de marinha, que são áreas à beira-mar, para empresas e indivíduos que já ocupam essas regiões. Essa medida, segundo os críticos, pode abrir brechas para a privatização do acesso às praias, apesar de a parte utilizada pelos banhistas continuar pública.

  • Terrenos de marinha são áreas contadas a partir do ponto mais alto da maré.
  • Essas áreas incluem regiões como restingas, mangues e dunas.
  • A PEC permite a venda desses terrenos, mantendo apenas áreas desocupadas e de serviços públicos com o governo.

Debate público e reação de autoridades

Durante a audiência pública no Senado, o presidente Rodrigo Pacheco indicou que a PEC das Praias não está entre as prioridades de votação, após a repercussão negativa. O relator da proposta, senador Flávio Bolsonaro, defendeu o projeto afirmando que ele gerará arrecadação e empregos.

Luana Piovani e Neymar trocam farpas sobre a PEC

A polêmica ganhou um novo capítulo com a troca de farpas entre a atriz Luana Piovani e o jogador Neymar nas redes sociais. Neymar anunciou uma parceria com uma construtora para um condomínio à beira-mar, o que aumentou a controvérsia em torno da PEC.

Críticas à proposta de privatização

Diversos grupos, como o Painel Mar e especialistas ambientais, criticam a PEC por considerar que a privatização de terrenos de marinha pode intensificar problemas como a erosão costeira e prejudicar comunidades tradicionais.

  • Proteção dos mangues e restingas é crucial para enfrentar mudanças climáticas.
  • A privatização pode dificultar o acesso público e aumentar a degradação ambiental.
  • Dados da USP mostram que o nível do mar aumenta cerca de 4 mm por ano, afetando esses terrenos.

Defensores argumentam benefícios econômicos

Defensores da PEC, como o deputado Alceu Moreira, alegam que a proposta fomentará investimentos em áreas atualmente abandonadas, criando empregos e aumentando a arrecadação de impostos.

  • O governo arrecadou R$ 1,1 bilhão em 2023 com taxas de terrenos de marinha.
  • A privatização poderia quintuplicar essa arrecadação.
  • A regularização fundiária urbana também é um ponto destacado pelos defensores.

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