Jailson Vieira
Tubarão
Na próxima quarta-feira, os dirigentes do clube Atlético Tubarão decidirão quem será o novo presidente da equipe da Vila. Depois de quatro anos de mandato, o ex-presidente Dorli Rufino, o Licão, decidiu que não estará mais no comando da agremiação.
Para o agora ex-comandante, a sua parcela como dirigente já acabou, e que esse é o momento de outro comandante gerir o clube. “Já fiz o que teria que ser feito, recuperamos a credibilidade do Peixe, as contas estão praticamente em dia, a cobertura foi colocada e o nosso time não está mais desacreditado”, detalha o ex-presidente.
Ele acrescenta que nomes já são sondados, mas sem definições. Leonardo Lemes, que também estava na diretoria, frisa que a diferença depois do comando de Licão é gritante, tanto em matéria de categorias de base quanto de estrutura.
O representante do conselho jurídico, Cristiano Berkenbrock, salienta que hoje, mesmo sem um presidente, o grupo não está desamparado e as eleições não ocorreram antes porque não é um requisito obrigatório. “Não é uma situação que acarretará problemas, não há penalidades. É somente o regulamento. Na ausência da presidência, quem responderá sobre tudo é o conselho deliberativo”, acrescenta Cristiano. Ele ainda afirma que o seu nome não está disponível para o cargo, uma vez que é necessário tempo para assumir o time.
Já o ex-vice-presidente, Gilmar Machado, o Cascão, garante que não tem como comandar a agremiação e a ideia é fazer um conselho forte com 100 membros e, assim, na reunião, escolher um presidente no qual poderá ser o gestor de futebol, o Dedé, mas também poderá ser outro nome do conselho. “Pode ser o Dedé, porém, podemos contar com o Stüpp (Carlos) como conselheiro, o Pedro Almeida, o Jair Tártari, o Cristiano Berkenbrock e também o Mozart Tonon. Ainda não está nada definido, são bons nomes”, aponta Cascão.

