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Portugueses querem firmar parceria com a Unisul

Duas placas de pedras e dois globos foram retirados do mar e passam, agora, pelo processo de dessalinização. O próximo encontro entre brasileiros e portugueses será em janeiro de 2012
Duas placas de pedras e dois globos foram retirados do mar e passam, agora, pelo processo de dessalinização. O próximo encontro entre brasileiros e portugueses será em janeiro de 2012

 

Tubarão
 
Representantes da Universidade Instituto Politécnico de Tomar, de Portugal, vieram a Tubarão conhecer de perto o material arqueológico do projeto Barra Sul. A finalidade é construir uma parceria entre com a Unisul e o projeto para o restauro e conservação das pedras encontradas perto da praia de Naufragados, em Florianópolis.
 
Para Alexandra Figueiredo, professora doutora em arqueologia da universidade de Portugal, é importante apoiar para contribuir com técnicas e termos científicos. “Temos um curso de pós-graduação em arqueologia subaquática em nossa instituição. Com isso, podemos apoiar os estudos por meio de termos técnicos e científicos que já conhecemos”, avalia.
 
O coordenador do projeto Barra Sul, Flávio Corrêa, acredita que a parceria vai trazer benefícios para os dois países. “A arqueologia subaquática é um campo novo no Brasil. Essa parceria contribui para a pesquisa pela experiência que Portugal tem na área”, elogia Corrêa.
 
A próxima reunião entre a Unisul, o projeto Barra Sul e representantes da universidade portuguesa está agendada para janeiro de 2012. Tudo indica que as peças retiradas do mar são de uma embarcação que afundou por volta de 1583.
A nau San Esteban que transportava artefatos de artilharia e materiais para construção de duas fortalezas no Estreito de Magalhães. Este pode ser o naufrágio mais antigo das Américas.
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