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Reitores cobram reconhecimento

Os reitores da Unisul, Salésio Herdt, e da Unibavi, Elcio Willemann, participaram da comitiva   -  Foto:Marcelo Tolentino/Divulgação/Notisul
Os reitores da Unisul, Salésio Herdt, e da Unibavi, Elcio Willemann, participaram da comitiva - Foto:Marcelo Tolentino/Divulgação/Notisul

Brasília, DF

Apesar da lei federal que regulamenta o funcionamento das Instituições Comunitárias de Ensino Superior, as universidades do Sistema Acafe, que atende 175 mil alunos em Santa Catarina, ainda não conseguem participar de editais e emendas parlamentares. Para cobrar uma resposta do Ministério da Educação (MEC), os reitores Sebastião Salésio Herdt (Unisul), Claudio Alcides Jacoski (Unochapecó), Aristides Cimadon (Unoesc), Sandra Aparecida (Univille), Elcio Willemann (Unibave) e Célio Simão (Unidavi), participaram ontem de audiências em Brasília. A agenda foi organizada pelo Fórum Parlamentar Catarinense, formado pelos 16 deputados e três senadores, que entraram na “briga” ao lado da Acafe. 

A comitiva reuniu-se com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marco Antônio de Oliveira, que se comprometeu em resolver o impasse junto com os demais setores do ministério, que ainda encara as universidades comunitárias como privadas. Os reitores irão encaminhar uma nota técnica com todas as demandas e aguarda um posicionamento. 

“Outros ministérios aceitam emendas nossas, enquanto o MEC, que regulamentou nossa atividade, não aceita”, disparou Adriano Rodrigues, assessor institucional da Acafe. 

O presidente da Acafe, Aristides Cimadon, pediu apoio dos parlamentares para que a associação consiga finalmente ser reconhecida como comunitária. “Precisamos desse fortalecimento para que possamos continuar promovendo o desenvolvimento por todas as regiões do estado”, destacou.

Outros pedidos
A Unisul solicitou ao Ministério das Comunicações a assinatura do contrato do programa Usinas Digitais, cujo edital foi vencido pela universidade. A iniciativa, que prevê R$ 8 milhões em investimentos, estimula a criação de parques tecnológicos, formando um conjunto de pequenas empresas que desenvolverão ações voltadas à comunidade. O ministério pediu prazo para analisar o contrato. 
A Acafe ainda solicitou uma maior participação em editais e acesso ampliado ao portal de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

 

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