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Reposição das aulas é debatida

Na escola estadual Henrique Fontes, no bairro Humaitá, em Tubarão, a volta às aulas foi tranquila. Todos os alunos e professores compareceram
Na escola estadual Henrique Fontes, no bairro Humaitá, em Tubarão, a volta às aulas foi tranquila. Todos os alunos e professores compareceram

 

Zahyra Mattar
Tubarão
 
Uma audiência, ontem à tarde, entre a coordenadora estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/SC), professora Alvete Bedin, e o secretário estadual de educação, Marco Tebaldi, serviu para discutir as formas de reposição das aulas.
 
A greve dos professores durou 62 dias. Isto é o equivalente a 40 dias letivos sem aulas. Ficou definido que a reposição será feita conforme a peculiaridade de cada região. As gerências de educação terão calendários próprios e distintos.
Em Tubarão, a gerente regional de educação, Teresa Cristina Meneghel, reúne-se com os professores na sexta-feira da próxima semana para dar as diretrizes de como cada instituição deve montar o calendário, pois cada escola terá que se adequar à sua realidade.
 
A maior preocupação é em relação aos estudantes do 3º ano do ensino médio, que prestarão vestibular. Para eles, deverá ser feito um calendário especial. Uma das possibilidades é intensificar as aulas aos sábados.
Na Escola Henrique Fontes, no bairro Humaitá, o retorno dos alunos e professores foi tranquilo, como já era esperado. “Na última sexta-feira, somente 90% dos estudantes vieram. Hoje (ontem), 100% dos alunos e professores retornaram”, confirma o diretor Amilton Barreto de Bem.
 
Os alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental estão em recesso, pois os professores destas séries não entraram em greve. No restante das turmas, as aulas ocorreram de forma normal. Até que o novo calendário escolar seja definido, as aulas serão de segunda a sexta-feira.
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