A capa da publicação traz uma montagem em que o rosto de Bolsonaro aparece no corpo de Hitler durante um discurso do nazista, com a seguinte legenda: “As práticas abomináveis do mercador da morte”. No lugar do bigode, a publicação escreveu genocida.
A reportagem, assinada pelos jornalistas Marcos Strecker e Ricardo Chapola, descreve a gestão da pandemia como uma “catástrofe” perpetrada por Bolsonaro e “seus asseclas”, além de afirmar que o presidente defendeu a eugenia, em referência a declarações sobre a morte de idosos.
O texto diz ainda que Bolsonaro demonstrou princípios da ideologia nazista, como a perversidade e o desprezo à vida. “Ele estimulou que vítimas da covid fossem tratadas como cobaias e defendeu a eugenia, ao apontar que idosos (“velhos vão morrer de qualquer jeito”) e fracos (“sem histórico de atleta”) pudessem sucumbir.
CPI da Covid
A reportagem da IstoÉ ainda compara a CPI da Covid ao Tribunal de Nuremberg –que julga crimes de guerra.
“Com a conclusão dos trabalhos da CPI da Covid, o Brasil está enfrentando seu momento Nuremberg. É hora de compreender a extensão da catástrofe perpetrada pelo presidente e por seus asseclas. E é o que a comissão está fazendo. Renan Calheiros deve entregar o relatório final nesta terça-feira, 19, e ele será votado no dia seguinte”. Leia a reportagem completa aqui.
Repercussão na web
Nas redes sociais, a publicação dividiu opiniões. No Twitter, a hastag #istoelixo era o assunto mãos comentado no fim da noite desta sexta-feira.
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