Criciúma
O atacante Schwenck, do Criciúma, passou em branco no primeiro jogo da decisão do Catarinense. Ele promete uma comemoração especial para sua esposa, caso balance as redes em Chapecó. Artilheiro do time, com dez gols, evitou promessas para o jogo deste domingo, às 16 horas.
“Tem uma comemoração especial para a esposa. É uma coisa que aconteceu. Não deu para homenageá-la aqui (em Criciúma”, explica o atacante.
Para Schwenck, os atletas do Tigre sofrerão uma grande pressão da torcida da Chapecoense. “Pressão vai ter. Tem aquele friozinho na barriga. Quem chega à final tem que estar preparado para isso”, alerta.
O Criciúma, para essa partida, tem vantagem do empate, diferente da Chapecoense, que precisa da vitória. Analisando a história do duelo entre as duas equipes, o Tricolor tem 51,51% de chance de ser campeão.
O Tigre, em sua história, disputou 134 jogos contra a Chapecoense. Na Arena Condá, foram 65 partidas, sendo 17 vitórias para o Criciúma, 16 empates e 32 vitórias do Verdão do Oeste. O maior placar entre esses confrontos, em Chapecó, ocorreu em 18 de abril de 1990, quando o Criciúma goleou a Chapecoense por 4 a 0. Os gols foram marcados por Alércio, Grizzo e Jairo Lenzi (duas vezes).
O meia Roni, indicado para o prêmio de “Craque do Campeonato”, comentou sobre a pressão que virá das arquibancadas.
“Estou preparado. Lá eles têm a preocupação do resultado e certamente virão para cima de nós. Até porque, se o resultado ficar no empate, o Criciúma vai ser campeão”, reforçou Roni.

