Imaruí
Após um longo período de negociação, as três desapropriações que restavam para concluir a pavimentação da rodovia SC-407, que liga São Martinho a comunidade de São Luis, em Imaruí, estão acertadas.
O estado investirá mais R$ 260 mil para o pagamento dos terrenos, necessários para complementar o traçado da Estrada de Albertina, como o trecho ficou conhecido.
Conforme o secretário de desenvolvimento regional em Braço do Norte, Roberto Kuerten Marcelino, o Betinho (PSD), o processo demorou porque os moradores não aceitaram doar uma parte de seus lotes.
Com isso, houve todo um processo judicial de desapropriação. O pagamento ocorre em breve. O recurso para isso, inclusive, já está empenhado.
Os três terrenos ficam em um trecho de aproximadamente 500 metros, onde ainda não foi feito nada. Neste segmento, bem na metade da estrada, ainda é preciso fazer a terraplanagem e todas as outras etapas até a pavimentação.
“Mas não é algo que levará muito tempo. Conforme os fiscais, que são engenheiros, não há dificuldade, porque não tem rochas para serem removidas, nem obras de arte especiais, por exemplo”, enumera Betinho.
Paralelamente, a empresa A. Mendes, de Gravatal, que assina a execução do projeto de pavimentação, segue da impressão do pré-pavimento no restante da rodovia.
Cerca de 80% desta etapa está pronta. O passo seguinte é o asfalto. Em maio deste ano, foram pavimentados 900 metros da estrada, que corresponde toda a parte pequena São Luis.
A obra
O projeto de pavimentação da SC-407 contempla a pavimentação de 7,5 quilômetros, entre São Martinho e a comunidade de São Luís, em Imaruí, com investimento inicial de R$ 8 milhões. Recursos exclusivos do estado. O asfaltamento deste trecho é parte importante para o desenvolvimento do turismo em todo o sul. A pequena comunidade interiorana onde nasceu a beata Albertina Berkenbrock é foco de peregrinações de milhares de fiéis todos os anos.
Previsão é que a obra seja finalizada neste ano
A pavimentação asfáltica da Estrada de Albertina é a obra mais antiga em execução na Região Metropolitana de Tubarão. Iniciou em novembro de 2010 e a expectativa era de que ficasse pronta até outubro de 2011. Depois, outubro do ano passado… outubro deste ano e, agora, dezembro de 2013.

