quarta-feira, 22 abril , 2026
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Saúde pública: Nova secretária apresenta metas

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Wagner da Silva
Braço do Norte

A secretaria de saúde da prefeitura de Braço do Norte está sob o comandado da funcionária de carreira Janete Gaidzinski desde o início desta semana. No serviço público municipal há 20 anos, ela já ocupou o cargo de diretora da pasta na administração de Luiz Kuerten (PP), o Tilico. Conhecedora das ações, pretende, até o fim do ano, reestruturar de maneira organizacional os serviços que compete à secretaria. O objetivo é apenas um: atender melhor a população.

Janete participou de ações importantes da atual administração. Um exemplo foi a elaboração dos projetos para a construção de dois novos postos de saúde. Ambos custarão R$ 650 mil e as obras devem ser executadas através de um convênio, já assinado pelo prefeito Tilico com o Ministério da Saúde.

O credenciamento com o Hospital Santa Teresinha (HST) para realização de cirurgias como adenóide, amigdalite, laqueadura e catarata também tem a ‘mão’ da secretária. A realização de campanhas de coleta de sangue, junto ao Hemosc, e ainda a aquisição de equipamentos e materiais permanentes e de uso diário também devem ser lembradas como ações promovidas por Janete.

A partir de agora, a secretária diz que concentrará esforços para a inauguração do posto do Programa de Saúde da Família (PSF) do bairro União. Todos os equipamentos e materiais já foram adquiridos. Mas o foco da nova secretaria visa à agilidade e eficiência no atendimento à população.

Gyselle Soares mostra toda sua energia em estréia como cantora

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Na noite de sábado, a ex-BBB subiu ao palco da Gregos e Troianos, em Nova Iguaçu, no Rio, para participar do show do rapper Vinimax e do DJ Roque, que fizeram a música 10 Motivos em sua homenagem. A piauiense atraiu cerca de duas mil pessoas para o espetáculo.

De short branco, Cajuína subiu ao palco por volta da meia-noite e agitou os fãs, que foram em caravanas. A surpresa da noite ficou por conta da presença de Marcelo Arantes, que passou boa parte do tempo conversando com a ex-colega de confinamento no camarim, e provou que os problemas que tiveram na casa do BBB 8 já foram superados.

“Os brasileiros esperam que alguém faça tudo por eles”

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Amanda Menger
Tubarão

Notisul – Como surgiu a intenção de ser advogado e de se dedicar à defesa dos direitos do consumidor?
Fabrício Benedet
– Eu sempre quis cursar direito e, durante o curso, voltei-me mais para o direito comercial, fiz habilitação em direito comercial e, por ter passado alguns problemas como consumidor com compras de produtos e serviços, optei por me especializar nesta área. Durante o curso, conheci a dona Reneuza Borba (presidenta licenciada da Adocon) e fizemos uma amizade muito sólida. E vou confessar que foi muito difícil fazer parte de uma associação de donas de casa (risos), isso feria os meus brios masculinos. Mas há um tempo, conseguimos alterar o nome da entidade para Associação das Donas de Casa, Consumidores e Cidadania.

Notisul – Você foi eleito pelos sócios da Adocon como vice-presidente. Como foi isso?
Fabrício Benedet
– Eu já participava há alguns anos. Quando teve a última eleição, Reneuza foi reconduzida à presidência e eu, a vice, e agora estou como presidente interino. Todas às sextas-feiras pela manhã, das 9 às 11 horas, eu atendendo gratuitamente os consumidores na Casa da Cidadania, na sede da Adocon.

Notisul – E esta mudança no nome da Adocon teve influência sua?
Fabrício Benedet
– Eu diria que não. Porque, extra-oficialmente, já era chamada assim, e aí foi só a formalização do nome. Porque, dentre os objetivos da Adocon, sempre estiveram os direitos do consumidor e da cidadania.

Notisul – Neste período que você está na Adocon, verificou mudanças no comportamento do brasileiro? Ele procura mais os seus direitos?
Fabrício Benedet
– Acredito que está sim, e não só pelo trabalho da Adocon, mas de todas as entidades que trabalham pela defesa dos consumidores e que fazem parte do Fórum Nacional de Defesa do Consumidor, pelo qual a Adocon faz parte junto com outras 21 instituições. Todas são reconhecidas como de utilidade pública municipal, estadual e nacional, e têm como foco do trabalho, a educação para o consumo e deixar um pouco o exercício do direito para o cidadão mesmo, não que nós não fazemos ações civis públicas e coletivas – já fizemos várias vezes.

Notisul – Em quais ações?
Fabrício Benedet
– Um bom exemplo é o posto de atendimento ao consumidor da Brasil Telecom em Tubarão. A Adocon ajuizou uma ação civil pública e ganhou, como ocorreu também em Lages. Outro caso que podemos citar é a refrigeração de carnes, que antes eram expostas à temperatura ambiente. Foi feita uma ação conjunta entre Adocon, Ministério Público, vigilância sanitária e produtores. Fomos inclusive ameaçados de morte. Nosso grande papel é educar. Porque o brasileiro tem que ter alguém que faça por ele, infelizmente. Quando dizemos que a pessoa precisa entrar com uma ação na justiça, ouvimos que é muita incomodação, que não vale a pena, e acaba pagando a mais porque não quer incomodar-se. De mil lesados, apenas um ou dois reclamam. Aí fica muito fácil para as empresas, porque, para elas, o prejuízo é muito pequeno e continuam a cometer irregularidades.

Notisul – Que outros instrumentos o consumidor tem para se defender?
Fabrício Benedet
– O boicote. Quem não lembra da greve dos caminhoneiros, que pararam o país e o governo teve que reduzir o preço do diesel? Se está muito caro, tem que deixar de lado, não compra. Se o problema é a marca, troca por outra. Na Inglaterra, a Coca-cola precisou distribuir o produto de graça há alguns anos porque teve problemas na produção e os consumidores deixaram de comprar. E no Brasil ainda precisamos avançar neste sentido. Agora, o feijão está caro, o arroz subiu muito também. O jeito é comprar bem pouco, só o necessário ou mesmo não comprar, porque muitos supermercadistas, ao saberem da alta, reduzem a quantidade do produto nas prateleiras para aumentar ainda mais o preço.

Notisul – Quais são as principais queixas que vocês recebem? E por quê?
Fabrício Benedet
– Telefonia, bancos e operadoras de cartão de crédito. Porque os serviços são mal prestados, são empresas que não seguem o código de defesa do consumidor e as leis ordinárias que regulam estas atividades. E, se as pessoas não reclamam, é como se o problema não existisse. Tem que falar mesmo.

Notisul – A Adocon também trabalha com a cidadania. Os brasileiros sabem o que é cidadania?
Fabrício Benedet
– Não, ainda não. Eles confundem cidadania com direito ao voto e com a nacionalidade, sem saber que é um conceito mais amplo, envolve todos os direitos e deveres do cidadão. Este é um dos nossos maiores trabalhos.

Notisul – A entidade surgiu como associação das donas de casa. Eram elas que se reuniam e faziam pesquisas de preço, comparavam os produtos. Por que a dona de casa foi o foco inicial dos trabalhos?
Fabrício Benedet
– Porque são elas que decidem o que a família vai comprar, como comprar. Quando a gente fala em boicote, quem é que vai poder efetivamente fazer isto? A dona de casa. Aquela dona de casa da família simples, que soma 99% dos consumidores. Porque quem tem um bom poder aquisitivo não está nem aí para o preço do feijão e do arroz, ele tem dinheiro para isso. Mas, para a dona de casa que administra o lar, faz muita diferença que o saco de 5 quilos do arroz vai dobrar de preço. É uma forma de valorizar e de unir as donas de casa, para que deixem de ser donas de casa no sentido pejorativo de “empregada” do marido e dos filhos.

Notisul -Na próxima semana, comemora-se o Dia do Trabalho. E ainda hoje a dona de casa não é vista como uma trabalhadora. Isso pode mudar?
Fabrício Benedet
– Acho que mudou um pouco a visão do papel da dona de casa. Isso porque a sociedade mudou e as mulheres conquistaram mais espaço. Sempre brinco com a minha esposa que nós, homens, vamos acabar dominados pelas mulheres (risos) e isso não demora muito não (risos). E acho que esta visão mudou porque as mulheres decidiram e lutaram para que isso ocorresse. Com relação à aposentadoria, o mesmo caso dos trabalhadores rurais deveria ser válido para as donas de casa, se contribuírem para o INSS. Não tem por que não se aposentarem. É um trabalho muito, muito digno.

Notisul – Você teme comparações entre o seu trabalho e o da dona Reneuza? Você continuará a participar dos programas nas rádios, TV e jornais?
Fabrício Benedet
– Não. Já há algum tempo, a própria Reneuza procurava distanciar o seu nome da entidade, ou seja, a Adocon é uma instituição que cuida dos direitos e Reneuza Borba é a presidenta. A participação que era feita pela Adocon continua, irei participar, sim, junto com outros sócios da entidade. Em relação ao programa na UnisulTV, Cidadania, este programa não é da Adocon, e sim da própria TV, mas acredito que não terá grandes modificações.

Notisul – E como é ser presidente da associação das donas de casa? Você entende alguma coisa das “prendas do lar”?
Fabrício Benedet
– Alguns amigos têm me dito que, enquanto eu estiver à frente da Adocon, o nome tem que mudar para associação dos donos de casa (risos). Eu não sou dono de casa (risos), a única coisa que sei fazer bem é cozinhar, gosto bastante, do resto não entendo muito não (risos).

Sabe o que os astros guardam para você hoje?

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Áries (21/03 a 19/04)
A Lua está fora de curso boa parte deste dia. Um indicativo astrológico de que devemos refletir sobre como temos utilizado o tempo. Esta jóia rara que tantos se queixam não ter, mas que revela sobre as prioridades de cada um.

Touro (20/04 a 20/05)
Dia interessante para contemplar, para estabelecer sua ligação com o divino, para refletir sobre seus ideais, crenças, sonhos e valores. E para compreender que este é um tempo de revelações, de mudança de verdades e paradigmas.

Gêmeos (21/05 a 21/06)
Poder não é algo que se imponha, mas uma expressão natural da força interior de cada ser. Que assim seja com você, geminiano. Está sendo chamado a compreender a verdadeira dimensão do poder.

Câncer (22/06 a 22/07)
O astro regente canceriano, a Lua, está fora de curso durante boa parte deste dia, indicando um dia que favorece a subjetividade e desfavorece as coisas práticas, concretas, objetivas.

Leão (23/07 a 22/08)
Reflita sobre como tem se sentido fisicamente e energicamente. Isso revela que pode ter negligenciado certos cuidados no passado, leonino. E talvez também esteja lhe dizendo o quanto você esteve rígido em relação a certas coisas.

Virgem (23/08 a 22/09)
Expresse a criatividade. Você tem a habilidade de fazer artesanalmente e com amor aquilo a que se propõe. E é isso que faz a diferença. Evite cobranças e rigidez na vida afetiva. Esteja aberto, flexível, atento.

Libra (23/09 a 22/10)
Possíveis dificuldades envolvendo os familiares, ou uma sensação de desamparo e de solidão. É preciso contatar com esse vazio interior, pois dessa aparente escuridão resultará a luz que ilumina a sua essência.

Escorpião (23/10 a 21/11)
Como traduzir em palavras certos sentimentos? É o que você se questiona hoje. Talvez esteja silencioso, econômico mesmo em palavras e atos, mas isso não significa que não esteja sentindo tudo intensamente, como é de sua natureza…

Sagitário (22/11 a 21/12)
Use a energia deste dia para refletir sobre os seus valores mais importantes e que descobrirá que não estão atrelados a dinheiro, status, poder ou realização profissional.

Capricórnio (22/12 a 19/01)
Em seu signo a Lua se movimenta fora de curso durante boa parte do dia. Sinal de um momento em que os aspectos subjetivos estão enfatizados, em detrimento dos objetivos.

Aquário (20/01 a 18/02)
Por que esta sensação de solidão? Talvez porque você não esteja se vinculando ao que dá um sentido maior à vida. A busca externa não resolve.

Peixes (19/02 a 20/03)
As coisas podem ser diferentes do planejado, portanto, seja flexível. A rigidez tende a aparecer, porque as pessoas querem se sentir seguras e se apegam a coisas que não têm importância.

Prefiro chamar de contra (fim)

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O que dizer do MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro), que, em manifesto dirigido ao povo brasileiro, confessou: ter seqüestrado o embaixador dos Estados Unidos da América, assaltado bancos, explodido prédios, invadido quartéis e delegacias para conseguirem armas e munições, entre outros crimes; tudo para desestabilizar o governo na época dos presidentes militares???

Além do MR-8, VPR e Colina, existiam e atuavam no Brasil outros grupos de terroristas como a ALN (Aliança Libertadora Nacional), todos apoiados pelos comunistas. Esses grupos de terroristas atuavam tanto em guerrilhas urbanas como rurais e, com certeza, foram responsáveis pelo exagero da manutenção do período de presidentes militares.

Prestem atenção no quadro comparativo apresentado pelo O Globo, edição de 7 de maio de 1995, p. 44, e Anistia Internacional, onde está registrado que a suposta repressão política limitou-se a um confronto com um máximo de 300 mortos, se tal fato realmente ocorreu nas circunstâncias apontadas pela Senhora Marilda, ocorreu em um percentual insignificadamente reduzido em relação à dimensão do país.

Caso Isabella: Reconstituição do crime leva mais de sete horas

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São Paulo (SP)

A reconstituição da morte de Isabella Nardoni terminou depois de mais de sete horas de trabalho. O cenário foi o edifício London, na zona norte de São Paulo, onde ela foi encontrada morta no dia 29 de março. Alexandre Nardoni, pai de Isabella, e a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá não participaram da reconstituição.

Por volta das 16 horas, peritos dirigiram-se ao prédio vizinho ao edifício London, acompanhados da delegada Renata Pontes e do promotor Francisco Cembranelli. O objetivo era saber se é possível ou não ouvir ruídos mais altos vindos do prédio de onde Isabella caiu.

O vizinho do primeiro andar do edifício London ajudou a perícia a reconstituir o que ocorreu depois que a menina foi jogada do 6º andar. Ele indicou a posição da menina no gramado e disse que viu Alexandre, Anna Carolina e o porteiro logo após o crime. Ele contou que o pai da menina, logo que apareceu, olhou para ele e afirmou: “Arrombaram meu apartamento, rasgaram a tela do quarto e jogaram minha filha da janela”.

Segundo ele, Alexandre ajoelhou-se do lado da filha e botou o ouvido no peito dela. O vizinho disse ainda para o pai da garota não fazer respiração boca-a-boca e não mexer nela, porque o impacto da queda tinha sido foi muito forte e ele já tinha chamado o resgate. Alexandre andou pelo gramado de um lado para o outro e depois a madrasta da menina apareceu com o bebê no colo.

Antes de trabalhar no térreo, policiais simularam, por duas vezes, a queda da menina. Uma boneca com peso e tamanho de Isabella foi lançada pelo buraco da tela de proteção, mas não despencou: ficou pendurada por cordas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse sábado que fica preocupado com “pirotecnia” criada em torno das investigações sobre a morte da menina Isabella Nardoni. Lula pediu cautela e afirmou que inocentes podem acabar virando culpados em um assunto que é falado “24 horas por dia”.

“Onda” de assaltos: Suspeito de cometer crimes é preso

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Amanda Menger
Tubarão

A Polícia Militar de Tubarão prendeu um homem de 27 anos na tarde de sábado, no bairro Vila Moema, por porte ilegal de armas de fogo. A polícia suspeita que ele possa estar envolvido em uma série de assaltos e furtos a estabelecimentos comerciais no mesmo bairro em que foi detido.

Os policiais estavam em ronda quando se depararam com o homem em uma moto, Honda Twister 250, amarela. Os militares desconfiaram porque a motocicleta correspondia com as características de um veículo utilizado em um furto a uma revenda de gás, na sexta-feira.

Ao abordar o rapaz, os policiais notaram o nervosismo dele e, ao revistá-lo, encontraram cerca de R$ 2,5 mil em dinheiro, na cueca. Os policiais acompanharam o homem até a sua residência e lá encontraram, dentro de um guarda-roupas, duas armas: uma pistola 380 prateada e um revólver calibre 38 e mais cinco balas.

Os policiais encontraram ainda palelotes para embalar droga, uma bucha de maconha e uma peteca de substância semelhante a cocaína.

Um outro rapaz, 27, que estava na casa também foi detido para averiguações, mas foi liberado. O condutor da moto foi preso em flagrante e conduzido ao Presídio Regional de Tubarão.

Acidente em cachoeira: Empresário morre afogado depois de bater a cabeça

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Amanda Menger
Gravatal

O empresário tubaronense do ramo de transportes, Pedro Vieira da Rosa, o Preguinho, de 52 anos, morreu no sábado à tarde em um acidente em Gravatal. Ele tomava banho em uma cachoeira na comunidade do Riacho.

Segundo o Instituto Médico Legal (IML), o empresário morreu afogado como conseqüência de uma queda. Ele teria escorregado e batido com a cabeça em uma pedra.
No momento do acidente, Pedro estava acompanhado de um amigo, que colhia laranjas em um ponto mais afastado da cachoeira. Estranhando a demora de Pedro, ele foi procurá-lo e encontrou o corpo boiando na água.

O Corpo de Bombeiros de Tubarão foi acionado pela Polícia Militar de Gravatal, mas ao chegar no local, foi constatado o óbito.

O empresário foi velado em Tubarão e o enterro foi realizado ontem à tarde. Pedro era casado, tinha dois filhos e era presidente da Associação dos Proprietários de Caminhões de Tubarão (Aprocat).

Questão de segurança! As prioridades para a Amurel

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Tatiana Dornelles
Tubarão

Mesmo com os baixos índices de criminalidade na Amurel, ainda assim é necessário investir em segurança para garantir uma melhor qualidade de vida à população. Por isso, a secretaria de estado da segurança pública e defesa do cidadão tem algumas prioridades para a região, cuja intenção é colocá-las em prática, se possível, ainda este ano. Novos prédios, aumento do efetivo das polícias, criação de pelotão e aquisição de mais viaturas são algumas metas apontadas.

Entretanto, a que lidera a lista é a construção do novo Presídio Regional de Tubarão. “Esta é a nossa prioridade número um. O atual presídio não está mais com condições de abrigar presos e queremos ver o desenrolar dessa história logo”, afirma o assessor do secretário Ronaldo Benedet, Wilson da Silva.

Dois terrenos foram escolhidos na última semana e os valores definidos. O secretário de desenvolvimento regional em Tubarão, César Damiani, levará as propostas hoje a Benedet, para que sejam avaliadas.
Entre as outras prioridades, está a criação do pelotão da Polícia Militar em Armazém e as construções de algumas sedes próprias.

“Queremos construir o prédio da companhia da PM e o do Detran, ambos em Braço do Norte. Além disso, é nossa intenção ampliar o número de viaturas em toda a região para garantir mais segurança aos moradores das cidades”, ressalta.

Atualmente, a Polícia Militar na região conta com cerca de 500 funcionários. Já a Civil tem aproximadamente 120 policiais. O aumento do efetivo também está na lista da secretaria. “Em São Ludgero, Grão-Pará e Braço do Norte, queremos colocar mais policiais civis e militares; em Rio Fortuna, na PM. É uma necessidade para a região o aumento do efetivo nas duas polícias”, conta Wilson.

Venda de bebidas alcoólicas: Divisão de áreas é dificuldade para fiscais

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Tatiana Dornelles
Tubarão

As possíveis mudanças na medida provisória que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais já têm gerado certas dúvidas, principalmente para quem terá que fazer a fiscalização. Entre as modificações previstas, está a isenção de estabelecimentos em perímetros urbanos (que poderão vender) e a proibição em áreas rurais, além a de que o motorista não poderá ingerir qualquer quantidade de álcool.

A dificuldade, segundo o policial rodoviário federal Sander Oenning, de Tubarão, seria justamente definir o que é ou não zona urbana e rural. “Muitos municípios não têm essa divisão exata do que é perímetro urbano ou rural. Com isso, os trabalhos de fiscalização seriam dificultados. Seria preciso, mesmo, definir bem esta divisão”, avalia.

Os trabalhos da fiscalização na região continuam até que haja uma definição quanto à medida, que entrou em vigor no dia 1º de fevereiro. “Está tudo como antes. Há cerca de dez dias, três bares foram notificados por venderem bebidas alcoólicas. Toda semana tem alguma ação para coibir o comércio de bebidas”, relata. Se a medida provisória for alterada no senado, retornará para nova votação dos deputados, antes de ser encaminhada à sanção presidencial.