domingo, 3 maio , 2026
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Morre Jimmy Cliff, lenda do reggae, aos 81 anos

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Jimmy Cliff, um dos maiores nomes do reggae mundial, morreu nesta segunda-feira (24), aos 81 anos. A informação foi confirmada por sua esposa, Latifa, nas redes sociais. O cantor faleceu em decorrência de uma pneumonia.

Lenda jamaicana e influência global

Latifa afirmou que Cliff recebeu apoio constante de fãs, familiares, artistas e colaboradores ao longo da carreira. Ela agradeceu ainda à equipe médica responsável pelo atendimento do músico e pediu privacidade neste momento difícil, explicando que novas informações serão divulgadas mais adiante.

Jimmy Cliff foi um dos pioneiros do reggae e ajudou a levar o gênero jamaicano ao cenário internacional. Sua trajetória começou oficialmente em 1967, com o disco Hard Road to Travel.

Carreira marcada por prêmios e sucessos

Ao longo das décadas, o artista lançou dezenas de álbuns e singles. Ele venceu o Grammy por Cliff Hanger (1985) e Rebirth (2012), solidificando sua relevância na história da música mundial.

Entre seus principais sucessos estão “Reggae Night”, “Rebel in Me”, “We All Are One”, “Many Rivers to Cross” e “I Can See Clearly Now”. Seu último trabalho de estúdio, Refugees, foi lançado em 2022.

Relação especial com o Brasil

Jimmy Cliff tinha forte ligação com o público brasileiro. Em 1968, participou do Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, ocasião que ampliou sua popularidade no país.

Ao longo da carreira, voltou diversas vezes ao Brasil, apresentando-se em 1984, 1990, 1993 e 1998. O artista chegou a morar por períodos no Rio de Janeiro e em Salvador.

Entenda por que o BC segurou a liquidação do Banco Master

A decisão do Banco Central de segurar por meses a liquidação do Banco Master não foi apenas técnica — foi estratégica. O objetivo era duplo: evitar um colapso no Banco de Brasília (BRB), que vinha adquirindo carteiras podres do Master, e impedir a repetição do chamado “risco de Banco Ipiranga”, expressão usada internamente para se referir à chance de uma disputa judicial bilionária contra a União.

Segundo apuração de Álvaro Gribel, do Estadão, o BC adotou uma abordagem incomum: obrigou os controladores do Master a realizarem sucessivos aportes financeiros que, na prática, funcionaram como uma “transfusão” de recursos para cobrir o rombo acumulado pelo BRB. Esses aportes foram mantidos enquanto a Polícia Federal avançava nas investigações que culminariam na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.

Em paralelo, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) abriu uma linha de R$ 4 bilhões, mas com uma trava rígida: para cada real concedido, os controladores do Master deveriam aportar outro real. O mecanismo segurou o sistema por quase um ano, até que o BC reunisse robustez jurídica e financeira para decretar a liquidação.

A prisão de Vorcaro e a liquidação ocorreram no mesmo dia, encerrando o ciclo de 11 meses de investigações, pressões políticas e decisões técnicas que envolveram diretamente os diretores do BC Renato Gomes e Ailton de Aquino. Foram eles que, amparados pela área jurídica, conduziram o caso resistindo a pressões de Brasília — inclusive tentativas de reduzir a autonomia da autoridade monetária.

O fantasma do Banco Ipiranga

Nos bastidores, o episódio foi comparado ao caso do Banco Ipiranga, liquidado nos anos 1970. Até hoje, há ações no STJ pedindo indenizações bilionárias à União sob argumento de que a instituição ainda teria condições de sobreviver. A preocupação do Banco Central era não repetir esse enredo: liquidar o Master só quando houvesse blindagem suficiente para evitar contestações futuras.

BRB segue no radar

O Banco de Brasília recuperou, no papel, os R$ 12 bilhões referentes às carteiras de crédito de baixa qualidade adquiridas do Master: R$ 3 bilhões vieram de aportes privados e outros R$ 9 bilhões foram cobertos com ativos próprios — como carteiras de crédito e imóveis reavaliados.

O desafio agora é saber se esses ativos vão performar. Caso contrário, o governo do Distrito Federal, controlador do BRB, pode precisar fazer novos aportes. O BC proibiu o banco de comprar novas carteiras de crédito e continuará monitorando sua situação de perto.

O caso expõe o grau de fragilidade que operações bilionárias, feitas muitas vezes com baixa transparência, podem gerar dentro do sistema financeiro — e reforça o papel do Banco Central como guardião de estabilidade, mesmo diante de fortes pressões políticas.

Meta ocultou pesquisa que mostrava danos do Facebook e Instagram à saúde mental, dizem documentos judiciais

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Documentos judiciais divulgados na sexta-feira revelam que a Meta encerrou pesquisas internas em 2020 após identificar evidências claras de que o Facebook e o Instagram causavam impactos negativos à saúde mental dos usuários. O material veio à tona por meio de um processo multidistrital nos Estados Unidos que reúne mais de 1.800 queixosos, incluindo pais, escolas e procuradores-gerais.

Projeto foi interrompido após resultados negativos

A iniciativa, chamada internamente de Project Mercury, envolveu uma parceria entre cientistas da empresa e a Nielsen. O estudo analisou os efeitos da desativação das plataformas por uma semana.

Os resultados foram diretos:
usuários que ficaram longe do Facebook relataram menos depressão, ansiedade, solidão e comparação social.

Em vez de aprofundar as pesquisas ou publicar os achados, a Meta teria interrompido o projeto e alegado internamente que os resultados haviam sido “contaminados” por críticas da mídia. Entretanto, comunicações internas mostram que funcionários asseguraram ao então chefe de políticas públicas globais, Nick Clegg, que as conclusões eram sólidas.

Um dos pesquisadores chegou a comparar a decisão de ignorar as evidências ao comportamento da indústria do tabaco ao esconder os malefícios dos cigarros.

Litígio envolve Meta, Google, TikTok e Snapchat

As novas revelações fazem parte de um processo movido pelo escritório de advocacia Motley Rice, que acusa grandes plataformas de ocultarem riscos conhecidos de pais, educadores e jovens.

O caso inclui depoimentos importantes, como o da ex-chefe de segurança e bem-estar do Instagram, Vaishnavi Jayakumar, que disse ter ficado surpresa ao descobrir que, em 2020, a empresa tinha uma “política de 17 infrações” para contas envolvidas em tráfico sexual — usuários poderiam violar as regras 16 vezes antes de sofrer qualquer suspensão.

Priorizando crescimento em vez de segurança

Entre os documentos não lacrados, há acusações de que a Meta:

  • projetou recursos de segurança para jovens de forma deliberadamente ineficaz;

  • avançou com produtos otimizados para aumentar engajamento adolescente mesmo sabendo que isso expunha jovens a mais conteúdos prejudiciais;

  • atrasou iniciativas para impedir que predadores infantis contatassem menores devido a preocupações com impacto no crescimento da plataforma.

Mensagens internas também sugerem que, em 2021, o CEO Mark Zuckerberg indicou que a segurança infantil não era prioridade, afirmando estar mais focado em áreas como o desenvolvimento do metaverso.

Empresa negou irregularidades

Mesmo com pesquisas internas demonstrando relação causal entre uso das plataformas e danos à saúde mental, a Meta declarou ao Congresso norte-americano que não poderia medir o impacto do Instagram em adolescentes.

O porta-voz da empresa, Andy Stone, afirmou no sábado que o Projeto Mercury foi descontinuado por “falhas metodológicas” e reforçou que a Meta tem feito mudanças para proteger jovens. Segundo ele, as medidas de segurança seriam “amplamente eficazes”.

Próximos passos

Uma audiência do caso está marcada para 26 de janeiro, no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia. O litígio pode levar à divulgação de novos documentos e pressionar ainda mais as empresas de tecnologia por maior transparência e responsabilidade.

Investigação liga ChatGPT a crises de saúde mental, hospitalizações e três mortes

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Uma investigação publicada pelo New York Times neste domingo revelou quase 50 casos de crises de saúde mental envolvendo usuários em conversas com o ChatGPT, incluindo nove hospitalizações e três mortes. O caso reacende o debate internacional sobre segurança em sistemas de inteligência artificial e o impacto emocional de interações prolongadas com chatbots.

Alertas internos começaram ainda em março

Segundo o jornal, os primeiros sinais de alerta surgiram em março de 2025, quando o CEO da OpenAI, Sam Altman, e outros executivos passaram a receber e-mails de usuários descrevendo interações consideradas “extraordinárias”. Alguns relataram que o ChatGPT “os entendia como nenhum humano conseguiria”.

Os relatos levaram o diretor de estratégia da empresa, Jason Kwon, a iniciar monitoramento interno do que classificou como “um novo comportamento não observado anteriormente”.

Mudanças no design teriam aumentado o risco

As dificuldades relatadas por usuários estariam relacionadas a atualizações feitas no início de 2025, que ampliaram as habilidades de conversação e memória do sistema. O chatbot passou a agir de forma mais próxima a uma companhia emocional, expressando afeto, reforçando ideias dos usuários e, em alguns casos, oferecendo respostas inadequadas em contextos de sofrimento psíquico.

Segundo um texto do pesquisador Gary Marcus, no Substack, métricas internas de engajamento teriam influenciado esse comportamento, com alertas sendo ignorados.

Ações judiciais e questionamentos de segurança

Ao menos sete ações judiciais foram registradas em tribunais da Califórnia no início de novembro. As famílias alegam que o chatbot teria contribuído para casos de suicídio ao reforçar crenças delirantes e criar vínculos emocionais artificiais, fenômeno descrito nos processos como love-bombing — excesso de afirmações positivas que aumenta a dependência emocional.

A CNN detalhou o caso de um jovem de 23 anos que recebeu mensagens afirmativas do chatbot horas antes de morrer, recebendo apenas ao final um número de linha de apoio emocional.

Dados internos mostram escala dos casos

Documentos divulgados pela própria OpenAI em outubro indicam que, semanalmente:

  • cerca de 560 mil usuários apresentam sinais de emergências relacionadas a psicose ou mania;

  • aproximadamente 1,2 milhão têm conversas com possíveis sinais de planejamento suicida.

A empresa diz ter atualizado seus protocolos e afirma que, com a consultoria de mais de 170 profissionais de saúde mental, houve queda de 65% nas respostas problemáticas.

OpenAI reforça protocolos de segurança

Em nota enviada a diversos veículos internacionais, a OpenAI afirmou que treina o ChatGPT para reconhecer indicadores de sofrimento psíquico e encaminhar usuários para ajuda profissional. Em outubro, o modelo GPT-5 recebeu nova atualização para aprimorar a detecção de emergências de saúde mental.

Críticos, porém, dizem que as mudanças só vieram após ampla exposição pública e relatos de danos graves.

TJSC mantém condenação de sócios por apropriação indébita de ICMS em Blumenau

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IMAGEM Freepik Divulgação, Notisul

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A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve a condenação de dois sócios de uma pizzaria de Blumenau pelo crime de apropriação indébita tributária de ICMS, imposto já cobrado dos consumidores e não repassado ao Estado. As irregularidades ocorreram em 26 ocasiões distintas.

No recurso, os empresários alegaram dificuldades financeiras e pediram a absolvição ou redução das penas. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por sua vez, solicitou a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos ao erário.

O Tribunal rejeitou ambos os pedidos e confirmou que a autoria e a materialidade do crime ficaram comprovadas por meio de documentos fiscais, inscrições em dívida ativa e confissões prestadas pelos réus.

Reincidência da conduta comprovou intenção ilícita

Segundo o colegiado, a repetição do comportamento e a ausência de qualquer tentativa de regularização dos débitos — que totalizam R$ 69,7 mil — demonstram o dolo, ou seja, a intenção deliberada de cometer o ilícito.

O acórdão reforça que a alegação de dificuldades financeiras não afasta a responsabilidade penal quando se trata de valores de impostos já pagos pelo consumidor:

“Mesmo declarando corretamente as operações e informando ao fisco o que deviam, os réus deixaram de recolher o imposto ao longo do tempo. Tinham plena consciência do dever e, ainda assim, não cumpriram — o que afasta qualquer hipótese de inadimplência pontual”, registrou o relator.

Pedidos rejeitados

Os pedidos de redução das penas foram considerados genéricos e, portanto, negados. O Tribunal também rejeitou a solicitação do MPSC para estabelecer um valor mínimo de reparação dos danos, observando que o Estado já dispõe dos instrumentos legais necessários para cobrar valores devidos em razão de crimes fiscais.

A decisão foi unânime. O caso está registrado na Apelação Criminal n. 5022262-20.2022.8.24.0008/SC.

Tubarão encerra o karatê do JASC 2025 como a melhor equipe de Santa Catarina

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A modalidade de karatê encerrou neste domingo sua participação nos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC) 2025, e Tubarão fechou a competição com desempenho histórico. A cidade confirmou-se como a principal força do estado, com pódios nas disputas finais e dois troféus gerais.

Pódios no último dia e regularidade técnica

No encerramento da competição, foram disputadas as categorias de kumite por equipes. Tubarão voltou a subir ao pódio mais duas vezes:

  • Bronze na equipe feminina

  • Prata na equipe masculina

Os resultados consolidam a regularidade da delegação ao longo de todos os dias de disputas.

Dois troféus gerais e desempenho dominante

Com os pódios deste domingo, Tubarão fechou o karatê do JASC 2025 com as seguintes posições:

  • Campeã geral no feminino

  • Terceiro lugar geral no masculino

A cidade foi a única a conquistar dois troféus na modalidade nesta edição, reforçando o trabalho estruturado da Associação Impacto e da Fundação Municipal de Esporte.

18 medalhas e campanha histórica

Ao longo das provas, Tubarão conquistou 18 medalhas:

  • 7 ouros

  • 4 pratas

  • 7 bronzes

O desempenho constante durante os três dias de competição colocou a cidade no topo da modalidade e marcou um capítulo relevante para o karatê catarinense.

Agradecimentos e apoio ao esporte

A Associação Impacto e a equipe de karatê agradeceram à Prefeitura Municipal de Tubarão e à Fundação Municipal de Esporte, destacando o papel dos programas Bolsa Atleta e Bolsa Técnico no desenvolvimento da modalidade e na conquista dos resultados.

Parecer da Alesc confirma possibilidade de Reurb em áreas consolidadas da APA da Baleia Franca

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IMAGEM Divulgação Notisul

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A Comissão Mista da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) concluiu, nesta semana, um parecer que confirma a possibilidade de aplicar a Regularização Fundiária Urbana (Reurb) em áreas já consolidadas da APA da Baleia Franca, unidade de conservação que abrange dez municípios do litoral sul catarinense.

O relatório, elaborado pelo deputado José Milton Scheffer (PP), foi aprovado por unanimidade e agora será encaminhado à Câmara dos Deputados e ao Senado. A discussão envolve um impasse que pode afetar cerca de 50 mil moradores que vivem em áreas inseridas na APA.

Entendimento técnico possibilita avanço da regularização

A posição dos parlamentares se respalda em manifestação da Consultoria-Geral da União (CGU). O órgão entende que a Reurb pode avançar mesmo diante das normas ambientais da Mata Atlântica e da própria APA, desde que cumpridas condições específicas, como:

  • medidas compensatórias;

  • estudos ambientais adequados;

  • avaliação caso a caso;

  • garantia de que a área não seja estratégica para a segurança nacional.

A regularização fundiária é vista como fundamental para garantir segurança jurídica às famílias, muitas delas residentes há décadas no local, possibilitando acesso a serviços públicos, infraestrutura e ao registro formal de propriedade.

A importância da APA

Criada em 2000, a APA da Baleia Franca tem como objetivo proteger o berçário da espécie e ordenar o uso do território — tanto terrestre quanto marinho. São 156 mil hectares distribuídos ao longo de 130 km de costa entre Florianópolis e Balneário Rincão.

A área marinha representa 77% da unidade. No território municipal, Laguna possui cerca de 11% de sua área dentro da APA, e Jaguaruna pouco mais de 7%. Os demais municípios possuem faixas menores.

Desafio entre preservação e direitos adquiridos

Instituída em 2024, a Comissão Mista reúne parlamentares de três comissões permanentes da Alesc. No encerramento dos trabalhos, o presidente do colegiado, Volnei Weber (MDB), destacou a necessidade de equilíbrio:

“O desafio é encontrar o ponto de encontro entre a preservação ambiental e o reconhecimento dos direitos dos moradores que já estão estabelecidos nesses locais há muitos anos.”

O avanço do parecer representa um novo capítulo no debate, especialmente em regiões onde ocupações se consolidaram ao longo das últimas décadas.

Figueirense vira sobre o Joinville e conquista a Copa Santa Catarina 2025

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O Figueirense venceu o Joinville por 2 a 1 na tarde deste domingo (23), no Estádio Orlando Scarpelli, diante de mais de 16 mil torcedores, e conquistou o título da Copa Santa Catarina 2025. Com o resultado, o Alvinegro fechou o confronto em 6 a 2 no placar agregado, após a vitória por 4 a 1 no duelo de ida.

Virada no Scarpelli garante o quarto título

A decisão começou com o Joinville mais organizado e abrindo o placar com Eduardo, aproveitando sobra dentro da área. O JEC seguiu criando as melhores oportunidades até o intervalo.

O cenário mudou aos cinco minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Alyson foi expulso por falta em Marlyson. Com um jogador a mais, o Figueirense passou a controlar o jogo. Aos 20 minutos, Felipe Augusto arriscou chute de fora da área, a bola desviou em Vitão e entrou, empatando a partida.

A virada veio aos 37 minutos. Em jogada pela esquerda, Leonan cruzou rasteiro e Reifit apareceu livre para completar para o fundo da rede, garantindo mais um título estadual para o clube. O Figueira repete os feitos de 1990, 1996 e 2021, chegando ao seu quarto troféu da competição.

Festa e indefinições para 2026

Ainda no gramado, jogadores comentaram sobre o futuro. O volante Rafinha Potiguar, um dos destaques da campanha, afirmou que pretende permanecer:

“Estou muito feliz pelo título. Não depende só de mim, depende da diretoria também, mas eu quero ficar”.

O lateral Iury também deixou a continuidade em aberto:

“Só tenho a agradecer pelo ano maravilhoso. Agora é aguardar para ver o que vai acontecer”.

A pré-temporada do clube começa em 1º de dezembro para novos atletas, enquanto os campeões da Copa SC se reapresentam no dia 7.

Técnico mira novos objetivos

Empolgado com seu terceiro título da Copa Santa Catarina, o técnico Waguinho Dias afirmou que o foco agora é brigar por mais conquistas em 2026:

“Nós temos que buscar o título. É com trabalho. O que eu penso é buscar o título estadual. Foi uma conquista merecida”.

Estabelecimentos de Braço do Norte recebem ameaças falsas de ataque armado

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IMAGEM Divulgação Notisul

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Funcionários de um estabelecimento localizado na Avenida Felipe Schmidt, no Centro de Braço do Norte, viveram momentos de tensão na noite deste domingo (23) após receberem uma ligação anônima que anunciava um suposto ataque armado.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 20h10, quando um colaborador, de 24 anos, procurou ajuda após ser ameaçado por um homem que ligou de um número não identificado. Segundo o relato, o autor afirmou que uma caminhonete cinza chegaria ao local e que quatro indivíduos armados desceriam do veículo para matar todos que estivessem no interior do estabelecimento.

Modus operandi usado por golpistas

De acordo com a PM, esse tipo de ligação tem se tornado cada vez mais frequente e faz parte de uma tática utilizada por golpistas para gerar medo extremo e induzir vítimas a realizar transferências via Pix ou outros pagamentos em situação de pânico. Embora, neste caso, não tenha havido pedido explícito de dinheiro, o conteúdo da ameaça corresponde ao modus operandi já identificado pela corporação.

Ainda na mesma noite, uma farmácia próxima registrou ocorrência semelhante. Para a polícia, os dois casos podem estar relacionados. A PM reforça que em nenhuma das situações houve risco real de ataque armado.

PM tranquiliza funcionários e investiga o caso

Os policiais permaneceram na região por alguns minutos para tranquilizar os trabalhadores, que estavam visivelmente abalados. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso seguirá sob investigação.

Instituto Rota Sul anuncia nova diretoria do Sigma Park – Centro de Inovação Regional de Tubarão

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Tubarão consolida governança do seu centro de inovação com nova composição da entidade gestora

O Instituto Rota Sul de Ciência e Tecnologia, entidade gestora do Sigma Park – Centro de Inovação Regional de Tubarão, elegeu por unanimidade sua nova diretoria, reforçando a governança e o compromisso com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação na região.

O Professor Dr. Henri Carlo Belan, atual diretor de Pesquisa e Pós-Graduação do IFSC Santa Catarina, assume a presidência do Instituto Rota Sul. Ao seu lado, compõem a diretoria o Me. Luiz Antonio Duarte, na função de diretor executivo, e Carlos Costa, como diretor técnico.

A nova diretoria terá o papel de conduzir a estratégia do Sigma Park e do Instituto Rota Sul, fortalecendo o ecossistema de inovação, aproximando empresas, universidades, poder público e sociedade, e impulsionando a matriz econômica baseada em conhecimento na região de Tubarão e da Amurel.

Na mesma ocasião, também foram eleitos os membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, que passam a atuar de forma integrada à diretoria, garantindo maior transparência, participação e qualidade nas decisões estratégicas da entidade.

A composição completa ficou definida da seguinte forma:

Diretoria do Instituto Rota Sul – Entidade Gestora do Sigma Park

Diretor Presidente: Henri Carlo Belan

Diretor Executivo: Luiz Antonio Duarte

Diretor Técnico: Carlos Costa

Conselho de Administração

Valter Alvez Schmitz Neto

Luís Augusto Aragon Nuernberg

Neri dos Santos

Celso Heidemann

Eder Cachoeira

Conselho Fiscal

Rudiney Marcos Herdt

Felipe Antunes Nascimento

Fernando Silvano Gonçalves

Robson Vieira Rodrigues

Mariana Goulart

André Machado Tavares

Com a nova composição, o Instituto Rota Sul e o Sigma Park reforçam seu papel como catalisadores de inovação regional, criando condições para o surgimento e crescimento de negócios inovadores, apoio à transformação de empresas tradicionais e atração de novos investimentos e projetos tecnológicos para Tubarão e região.