domingo, 15 fevereiro , 2026
Início Site Página 9796

Pulseirinhas: Proibir ou liberar?

0

Se você não usa – ou nunca usou -, tem pelo menos um amigo ou conhecido que entrou na onda das polêmicas pulseirinhas coloridas. Os acessórios viraram febre entre os adolescentes e têm causado uma grande dor de cabeça para muitos pais, professores e diretores de escolas. Em contrapartida, também há quem não veja motivos para tanto alvoroço.

O grande problema não é relacionado às pulseirinhas propriamente ditas, e sim ao que elas induzem. Conforme a ‘brincadeira’, cada cor indica uma demonstração de afeto, que quase sempre tem um caráter sexual.

Em Tubarão, o burburinho sobre as pulseirinhas já mobilizou até o meio político. Proibir a venda na cidade é uma das alternativas estudadas, assim como não autorizar o uso durante as aulas. Há quem aprove e também quem desaprove qualquer tipo de proibição. E você, é contra ou a favor?

Colégio Dehon
“Já pensou ficar caçando todos que usam?”. O diretor geral do Colégio Dehon, José Antonio Matiolla, é contra a proibição dos uso das pulseirinhas coloridas. Para ele, há outras questões muito mais importantes para resolver. Mas isso não significa que ele e os demais membros da direção deixam de mão o assunto. “O que fazemos sobre isso é conscientizar os alunos”, acrescenta.

Martinho Alves dos Santos
Na primeira semana de aula, houve uma assembleia de pais na Escola Martinho Alves dos Santos, em Tubarão. Os educadores expuseram o assunto e os pais, por unanimidade, votaram pela proibição das pulseirinhas coloridas dentro da escola. “Recolhemos no portão e quem leva na pasta e usa na sala de aula ou no recreio também tem o material apreendido, como se diz na linguagem policial”, avisa o diretor José da Silva Thiesen.

Dom Joaquim
Poucos estudantes da Dom Joaquim, em Braço do Norte, aderiram à moda das pulseirinhas. “Conforme for aparecendo, vamos conversando com eles. Mas nada de proibir, pois pode tornar o negócio mais atrativo”, analisa a diretora Rita Azevedo Felipe.

Dr. Otto Feuerschuette
Tranquilidade é o que define o início das aulas na Escola Dr. Otto Feuerschuette, em Capivari de Baixo, inclusive em relação ao jogo da pulseirinha. “Quase ninguém usa e os que andam com a pulseirinha, como quem não quer nada, perguntamos o que está fazendo com aquilo no braço. A maioria responde: é para enfeitar, professora. Muitos não sabem o que significa. Mesmo assim, amanhã (hoje) temos assembleia com os pais e vamos expor este assunto”, adianta a diretora Maria Anice Motta Florentino.

Up na biblioteca

Os alunos da Escola Dom Joaquim, em Braço do Norte, tiveram uma boa surpresa quando voltaram às aulas este ano. A biblioteca, que já era boa, está melhor ainda. Os computadores foram trocados, os livros e periódicos melhor organizados e o local agora está climatizado. “A internet, hoje, é concorrente da leitura. Então, pensamos em tornar o ambiente mais atrativo para incentivar os alunos e professores a utilizarem mais o espaço”, considera a diretora Rita Azevedo Felipe. E não deu outra.

Estamos de volta!!!

Olá! Após um período de férias, o Notisul Escola volta com força total. Nossos encontros por aqui continuarão a ser semanais, sempre às quartas-feiras. E esperamos contar com a sua participação! Envie sugestões, divulgue as ações de sua escola. Estamos aqui para ajudar. Abração.

Pri e Zah

Caso Besc: Testemunhas são ouvidas

0

Zahyra Mattar
Pedras Grandes

O processo que apura o sumiço de dinheiro de contas-poupanças da agência do Besc de Pedras Grandes segue em trâmite na justiça federal. As testemunhas começaram a ser citadas e chamadas para prestar esclarecimentos. A assessoria da justiça confirmou este passo do processo ontem.

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, na pessoa do procurador da república de Florianópolis, Marcelo da Mota, o ex-gerente geral do banco e o ex-gerente administrativo da agência são os principais pivôs de um esquema de desvio de dinheiro das contas-poupanças datado, conforme o MPF, de 1994.

Os dois respondem a crime contra o sistema financeiro nacional (Lei 7.492/86), formação de quadrilha (art. 288) e crime de ocultação de bens (Lei 9.613/98). O MPF solicitou a prisão preventiva da dupla em duas oportunidades. Em ambas, teve o pedido negado pela juíza Ana Cristina Krämer.

Os advogados de ambos já apresentaram a defesa prévia. Os ex-gerentes chegaram a ser presos, em uma operação realizada pela Polícia Civil, juntamente com outras três pessoas. Eles ficaram alguns dias detidos no Presídio Regional de Tubarão e foram liberados.

Unidade do Corpo de Bombeiros não deve sair este ano

0

Priscila Alano
Tubarão

O projeto de implantação de uma Unidade Avançada do Corpo de Bombeiros no bairro Oficinas, em Tubarão, é um sonho antigo do comandante do 8º Batalhão de Bombeiro Militar de Tubarão, major Carlos Móises da Silva. Há aproximadamente dez anos, iniciaram os trâmites burocráticos para doação do terreno e construção da estrutura física.

“Tenho documentado que no ano de 2001 a administração municipal manifestou-se a favor da doação da praça em Oficinas, localizada ao lado do Colégio Santíssimo Sacramento (Irmãs Baianas), em favor do estado (Corpo de Bombeiros)”, lembra.
De acordo com o major Moisés, o local não tem características de praça, está abandonado e precisa de uma destinação correta.

“Algumas pessoas estão a favor e outras contra a unidade em Oficinas. Concordo que Tubarão precisa de locais para o lazer, mas este em questão é um ponto estratégico: a avenida Pedro Zapellini recebeu pavimentação asfáltica, e também ficaremos próximos ao trevo de acesso sul à cidade. Isto diminui o tempo de resposta na beira-rio margem direita, BR-101 e municípios vizinhos”, argumenta o major.

Projeto já está pronto

O projeto arquitetônico, hidrossanitário e elétrico foi desenvolvido pela equipe de engenharia do Corpo de Bombeiros de Florianópolis, com contribuição da equipe da Amurel. O valor da construção da unidade, de 303 metros quadrados, é estimado em R$ 250 mil. “Esta obra será construída em parceria: a prefeitura doa o terreno e o estado faz o prédio”, destaca o comandante do 8º Batalhão de Bombeiro Militar de Tubarão, major Carlos Moisés da Silva.

O projeto também já foi aprovado pelo Conselho de Desenvolvimento Regional de Tubarão, mas o secretário de desenvolvimento regional, Jairo Cascaes (DEM), argumenta que não há nenhum encaminhamento à realização desta obra. “Além disso, o projeto precisa ser revisto, atualizado. No momento não há nada definido”, resume Cascaes.

O secretário não diz sim ou não, mas o fato é que este ano, com as eleições, obras com recursos estaduais e federais só podem ser licitadas até o dia 3 de abril. Como há necessidade de revisar o projeto, dificilmente a unidade deverá ser construída neste ano.

Reivindicações: Sindicato anuncia pauta em Jaguaruna

0

O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Jaguaruna (Sinserj) lançou a pauta de reivindicações deste ano. O primeiro item da lista é uma reunião com o prefeito Inimar Felisbino Duarte (PMDB). Conforme o sindicato, vários ofícios foram encaminhados à prefeitura e até agora nenhuma resposta foi obtida.

O segundo item refere-se ao realinhamento salarial. O último foi feito em 2007. A implantação do piso salarial nacional para os professores também é uma reivindicação. Os servidores pedem ainda o reajuste da cesta básica, hoje em R$ 33,60, e das diárias dos motoristas (atualmente entre R$ 15,00 e R$ 20,00).

Direitos da mulher: Detentas recebem orientações

0

As 25 mulheres presas no Presídio Regional de Tubarão participaram, ontem, de uma palestra. O encontro foi promovido pela secretaria de saúde da prefeitura de Tubarão e integra a programação da campanha Saúde da Mulher.

As psicólogas Maria Tereza Maldonado, da Polícia Civil, e Bárbara Felisbino Vitoretti, coordenadora do programa municipal de assistência e prevenção à violência, trocaram experiências com as mulheres sobre a violência doméstica. Após a palestra, foi realizado um bate-papo com as mulheres, que falaram de seus dramas, dúvidas e sobre estarem ali, presas.

Tragédia: Mulher cai em açude e morre

0

Rafael Andrade
Gravatal

A empregada doméstica Pedra Cardoso, 39 anos, de Tubarão, morreu ontem, às 13h13min, na comunidade de São Miguel, em Gravatal.

Os investigadores da Polícia Civil da cidade e os peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Tubarão estiveram no local. O corpo de Pedra não apresentava sinais de violência, nem perfurações. O laudo inicial indica que a tubaronense morreu afogada, mas foi aberto um inquérito para mais investigações, sem descartar a possibilidade de um homicídio.

O corpo de Pedra foi encontrado por um senhor de 64 anos, de Gravatal. Ele passava pelo local onde Pedra teria caído, observou que havia um chinelo de dedo às margens do açude e desconfiou.

Ele acionou o socorro e a polícia. Em depoimento, um amigo de Pedra informou que ela sofria com ataques epiléticos e poderia ter caído no açude quando passava pelo local. A informação será investigada.

Calçadas das beiras-rio: Levantamento será efetuado

0

Priscila Alano
Tubarão

Uma vistoria será efetuada por uma equipe da prefeitura nas ‘novas’ calçadas construídas nas beiras-rio de Tubarão. A intenção é verificar quais os trechos dos passeios públicos da rua Lauro Müller e avenidas Marechal Deodoro, Getúlio Vargas e José Acácio apresentam problemas.

Os secretários de planejamento, Edvan Nunes, obras, Nilton de Campos, e segurança trânsito, João Batista de Andrade, se reunirão para avaliar a situação. “Vamos realizar uma vistoria para verificar quais as causas deste problema. Há duas hipóteses, mau uso ou material de má qualidade, já que esta obra envolve as três pastas”, esclarece Edvan.

Segundo Edvan, a queda e o corte de árvores nas beiras-rio também podem ter contribuído para causar danos às calçadas. “Precisamos descobrir a causa. E depois do levantamento os passeios públicos serão recuperados”, garante o secretário de planejamento. Na prefeitura, ninguém soube informar o nome das empresas que realizaram a obra e o valor total do investimento.

Lembre o caso
A recuperação e padronização dos passeios ao longo das vias que margeiam o Rio Tubarão, na área central, foram realizadas em 2008. Entretanto, depois de quase dois anos, as calçadas apresentam problemas e causam transtornos aos pedestres.

Nome falso: Traficante carioca é preso no Farol

0

Laguna

Um jovem traficante de 24 anos foi preso, ontem de manhã, na prainha do Farol de Santa Marta, em Laguna. Ele já era investigado pela polícia após denúncias de que estaria comercializando drogas em Laguna e na praia do Camacho, em Jaguaruna.
Com ele, as polícias Civil e Militar de Jaguaruna apreenderam pouco mais e quatro gramas de cocaína, uma balança digital, quase R$ 3 mil em dinheiro e um aparelho de vídeogame de procedência duvidosa.

Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do acusado. Descobriram que ele era fugitivo de um presídio no interior do Rio de Janeiro e utilizava nome falso. As denúncias ainda apontavam que o traficante portava duas pistolas automáticas, porém, as armas não foram encontradas.

O acusado é natural do Rio de Janeiro e informou que morava na praia de Canas Vieiras, em Florianópolis. A alegação não convenceu a polícia. O rapaz já havia sido preso na capital carioca por envolvimentos em roubos e tráfico de drogas. O flagrante foi feito pelo delegado José David machado. O traficante foi encaminhado ao Presídio Regional de Tubarão.

Centro de Múltiplo Uso: Obra é suspensa

0

Bertoldo Werber
São Ludgero

Pouco tempo se passou desde a assinatura da ordem de serviço à construção do Centro de Múltiplo Uso de São Ludgero e a obra já está suspensa. A ordem de paralisação partiu do próprio prefeito Ademir Gesing (PMDB), o Gogo, e somente deverá ser retomada após a avaliação de um pedido de aditivo feito pela USS Construções, responsável pelo empreendimento.

Conforme as justificativas da empresa, existe uma rocha que dificulta a perfuração e uma tubulação pluvial que atrapalha a colocação de estacas, cujo número é inferior ao necessário. Para contornar a situação, a USS pediu um incremento de aproximadamente R$ 378 mil no projeto. O Centro Múltiplo Uso foi licitado por R$ 2.465.250,00.

Apesar do Tribunal de Contas da União (TCU) permitir aditivos de até 25% no valor da obra, conforme o disposto no decreto 2745/98, Gogo explica que a paralisação foi solicitada por conta da alegação que o número de estacas é inferior ao necessário.
“A prefeitura tinha um projeto arquitetônico, elétrico e uma estimativa dos projetos estrutural e contra incêndios, elaborada pela Amurel. Divergimos sobre os valores apresentados pela empresa e precisamos reavaliar está situação antes de continuar”, considera o prefeito.

Para solucionar o impasse, a prefeitura contratará uma assessoria para analisar o pedido da USS e emitir um parecer. “Caso o julgamento seja positivo, aceitaremos o aditivo e a obra segue”, adianta Gogo.

Empresa alega questão de segurança

O engenheiro civil da USS, Rafael Fornazza, confirma que o número de estacas passou de 1,1 mil metros para 2,5 mil metros. “A prefeitura possui um desenho com a previsão de estacas necessárias e não a estrutura do projeto. Quando efetuamos o projeto o número de estacas não bateu”, explica o responsável pela obra.

Para Fornazza, a paralisação da obra é desnecessária. “Não há motivo para isso. Queremos apenas o necessário para solucionar a questão. Esta parte da obra precisa ser bem feita porque, no futuro, interfere na segurança dos usuários”, argumenta.

Obra de drenagem: Rede é desobstruída

0

Tubarão

A rede de drenagem no trecho final da rua dos Ferroviários, no bairro Oficinas, em Tubarão, começou a ser desobstruída ontem por uma equipe da secretaria de desenvolvimento urbano da prefeitura. O trabalho é de extrema necessidade para evitar alagamentos e enchentes.

O excesso de areia e lixo dentro da tubulação impede a vazão do fluxo de água, que acumula dentro da vala e causa mau cheiro e alagamentos, explica o secretário de desenvolvimento urbano da prefeitura, Nilton de Campos.

Para desobstruir a rede, os operários da prefeitura são obrigados a entrar na tubulação e puxar, com pás e enxadas, a areia e o lixo acumulados, principalmente embalagens plásticas e pedaços de madeira.

Fora da tubulação, o material é retirado com auxílio de máquinas e caminhões. A prefeitura estuda uma maneira de aumentar a vazão na rede de drenagem, já que a topografia da região não a favorece.