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Unesc: Universidade Sem Fronteiras

Nos últimos anos, a Unesc tem expandido suas fronteiras no exterior por meio de acordos internacionais firmados com diversas instituições estrangeiras, tanto no continente Americano (Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Peru, Uruguai e Chile) e Europeu (Portugal, Espanha, Irlanda, Itália, França, Rússia e República Checa) quanto no Africano (Angola), somando um total de 42 acordos internacionais. Atualmente, são 187 estudantes estrangeiros, sendo 174 de graduação e 13 de pós-graduação, oriundos de 12 países.

Esses acordos são portas de internacionalização da Unesc, tornando possível o intercâmbio de alunos e professores, tanto de estrangeiros que chegam à Universidade como de brasileiros viajando para o exterior. São pessoas vivenciando o dia a dia universitário de outros países, trazendo, dessa forma, um enriquecimento à vida acadêmica e à formação pessoal e uma visão globalizada do ambiente em que o acadêmico foi inserido nas diversas instituições parceiras conveniadas à Unesc.

Os acordos internacionais permitem, ainda, parcerias na realização de pesquisas nas mais diversas áreas da saúde, de engenharias e tecnologia, entre outras, caracterizando a instituição como desenvolvedora e geradora de conhecimento na comunidade científica internacional, por meio de publicações em conjunto com instituições estrangeiras.

Essa internacionalização da Unesc pode ser muito bem vista na celebração de seus dez anos de relação com a Angola. O primeiro convênio foi assinado em 2005, com a Sonagol (empresa estatal do ramo petrolífero, responsável pela administração e exploração do petróleo e de gás natural), e os primeiros bolsistas iniciaram seus estudos na Universidade em agosto de 2006. Em nove anos, cerca de 300 angolanos passaram pelos cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado em diversas áreas do conhecimento.

São passagens de diferentes culturas, povos e línguas; de russos, chilenos, brasileiros e angolanos, que vão enriquecendo a vida universitária e contribuindo com a formação, tanto deles próprios como de seus colegas. Como diria o angolano Tomás Mambo Seda, “A Unesc é como uma rede social da vida real”.

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