quarta-feira, 22 abril , 2026

Willkommen zurück Anna*

Há pouco mais de um mês, uma loira chama a atenção pelos corredores do Colégio Dehon, em Tubarão. Não pela cor dos cabelos, mas porque ela não fala ‘nadica’ em português. Anna Gerlemann é aluna de intercâmbio e veio da Alemanha para Tubarão, a fim de aprender o português e conhecer a cultura brasileira.

Para favorecer a troca de experiências e aprimorar os conhecimentos, Ana foi convidada a participar das aulas de inglês das turmas da 4ª série do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. O trabalho interdisciplinar é abordado pela professora Aline Goulart Corrêa, de língua inglesa, e pelas professoras Gladys Lima Floriano da Silva e Rosandra Hubbe, ambas do ensino fundamental 1.

O grande benefício mesmo fica para os alunos e para a própria Anna. Se por um lado ela conhece o Brasil enquanto nação, o Brasil – muito bem representado pelos alunos do colégio Dehon – descobre uma Alemanha bem diferente dos livros.
Para os alunos, esta vivência é emocionante e de extrema importância educacional, afinal, puderam conhecer, na prática, mais sobre geografia, história, cultura e, inclusive, comunicar-se, exercitar o inglês com Anna.

• Canto do Hino Nacional nas
escolas pode tornar-se obrigatório

A década de 90 chegou e, além de expandir a tal da globalização, colocou, digamos, um ponto final no regime político-militar brasileiro. Com a total extinção da matéria de educação moral e cívica, uma das músicas mais bonitas do país, o Hino Nacional deixou de ser entoado nas escolas e ficou restrito a eventos patrióticos e cívicos, como no Dia 7 de setembro, e eventos esportivos.

Mas isto poderá novamente mudar. É que o presidente em exercício José Alencar sancionou a lei, proposta pelo deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), que altera uma outra lei, de 1971 – cujo texto estabelece regras para uso dos símbolos nacionais – e torna obrigatória a execução do hino em escolas públicas e particulares de todo o Brasil, pelo menos uma vez por semana.

Em Braço do Norte, a Escola Dom Joaquim está com tudo pronto para cumprir, com orgulho, a “nova lei”. “Ficamos emocionados e sentimos orgulho de ouvir nosso hino. Aqui na escola, como temos equipamento de som nas salas, após a entrada dos alunos, faremos a execução do hino e também trabalharemos o tema nas aulas. É importante”, destaca a diretora adjunta, Zélia Della Giustina Ghinzani.

A etiqueta do hino e legislação
Conforme o capítulo 5 da Lei 5.700 (1º de setembro de 1971), que trata dos símbolos nacionais, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio (nada de mãozinha no peito). Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência.
Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (nada de esgoelar-se e aplaudir). Caso a execução do hino seja apenas instrumental, deve-se apenas ouvir em silêncio. Em cerimônias em que se seja executado um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o hino nacional.

• O perrengue para compor o hino

No começo, o hino não tinha letra. Era só a música mesmo, composta por Francisco Manuel da Silva, em 1822. E o hino não era hino, era a “Marcha Triunfal” e celebrava a independência do país. Essa música tornou-se muito popular e recebeu duas letras.
A primeira foi produzida quando Dom Pedro 1º abdicou do trono, autoria de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva. Mas logo na primeira vez em que foi cantada, em 1831, deu um problemão. É que a letra dizia algo do tipo: o ex-imperador vai embora e leva consigo as mazelas e tudo mais de podrinho que fazia a futura nação desandar.
Então veio a proclamação da república, em 1889, e um concurso foi realizado para escolher uma nova letra. Entretanto, a música vencedora não colou. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso e o poema vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909.

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