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Aprovação é contestada

Tubarão

Após o lamentável episódio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, o assunto ‘projeto preventivo contra incêndio’ ganhou importância. Em todos os estados do país, as entidades de classe ampliaram o debate e buscam estabelecer diretrizes.
Em Tubarão e região, a situação que causa espanto é que profissionais habilitados fazem os projetos preventivos, mas a análise e a aprovação não são feitas por engenheiros ou arquitetos.

Para o presidente da Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos do Vale do Rio Tubarão (Area-TB), Thomaz Londero Moojenm, o trâmite é incoerente.
Há risco de detalhes e cálculos importantes serem desconsiderados. Conforme Thomaz, na região os projetos são aprovados pelo Corpo de Bombeiros sem que na instituição atue um profissional de engenharia ou arquitetura, conforme exige a lei.

O presidente considera que existe um conflito de leis. “Existe uma norma que define e permite a análise e aprovação de projetos por leigos, mas que fere a norma que regula o exercício das profissões de engenheiro, arquiteto e agrônomo”, posiciona-se Thomaz.

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