A classificação do Athletico Paranaense à final da Libertadores, eliminando o Palmeiras na semifinal, foi mais um passo decisivo na consolidação do clube como um dos grandes do futebol brasileiro. Desde 2001, quando conquistou o Brasileirão, seu primeiro título expressivo, o Furacão coleciona bons resultados, que, nos últimos anos, tornaram-se cada vez mais comuns. Muitos torcedores já estão aproveitando a casa de apostas chamada KTO para tentar prever se a equipe conquistará a principal competição do continente ainda este ano.
Os bons resultados do Furacão, é claro, não são frutos do acaso, mas de uma administração profissional, encabeçada por Mario Celso Petraglia, que planejou a transformação do clube em um gigante do futebol nacional. Em 2001, quando conquistou o Brasileirão, o Athletico Paranaense já tinha um dos estádios mais modernos do Brasil, assim como um invejável Centro de Treinamento.
Após aquele título, vencido contra o São Caetano, que à época era a sensação do futebol brasileiro, o Furacão bateu na trave algumas vezes. Foi vice-campeão brasileiro em 2004, edição que terminou com a vitória do Santos, e vice-campeão da Libertadores no ano seguinte, perdendo o título para o São Paulo.
Nos anos seguintes, a equipe continuaria apostando na profissionalização e revelando inúmeros jogadores para o futebol brasileiro e mundial. Em 2011, porém, o clube sofreu um golpe imprevisto e caiu para a Série B. Apesar disso, a queda não abalou o projeto de crescimento e, na temporada 2012, o Athletico garantiu sua volta à elite do futebol nacional.
Em 2013, o Furacão novamente chegaria perto de conquistar um título expressivo. Depois de uma campanha brilhante na Copa do Brasil, tendo eliminado a dupla gaúcha, a equipe acabou perdendo o título para o Flamengo.
Cinco anos mais tarde, o clube anunciou as mudanças de nome, escudo e uniforme. O Athletico ganhou o “h”, deixando de ser Atlético, e a mudança parece ter surtido efeito positivo. No mesmo ano, o Furacão conquistou seu primeiro título da Copa Sul-Americana, batendo o Junior Barranquilla (COL) na decisão.
No ano seguinte, novamente a equipe paranaense conquistaria um título nacional: a Copa do Brasil. Nas quartas de final, o Furacão eliminou, nos pênaltis, o favorito Flamengo. Já na semi o rival foi o Grêmio. Após ter perdido o primeiro jogo por 2 a 0, os paranaenses deram o troco em casa e levaram a decisão para os pênaltis – e foram novamente vitoriosos.
A decisão também foi contra um clube gaúcho: o Internacional. E o Furacão mostrou autoridade vencendo os dois jogos: 1 a 0 em Curitiba e 2 a 1 em Porto Alegre.
Em 2021, o Athletico consolidou-se como um clube importante do continente, conquistando o bicampeonato da Sul-Americana, contra o Bragantino. E, agora, em sua segunda final de Copa Libertadores, o Furacão prova que seu projeto de crescimento foi um sucesso. Com estrutura, uma torcida fanática e glórias acumuladas, a equipe paranaense já é, definitivamente, uma das grandes forças do futebol brasileiro.
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