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Chuvas não impedem homenagens

A cruz no centro dos cemitérios serve para as pessoas rezarem e acenderem velas para os seus entes queridos que estão enterrados em cidades distantes. - Foto: Jailson Vieira/Notisul.
A cruz no centro dos cemitérios serve para as pessoas rezarem e acenderem velas para os seus entes queridos que estão enterrados em cidades distantes. - Foto: Jailson Vieira/Notisul.

Tubarão

A chuva insistiu em cair em Tubarão e região. Mesmo assim não foi, nem de longe, um impedimento para que a população fosse aos cemitérios prestar homenagens aos parentes e amigos que já partiram. 

Em todos os cemitérios ocorreu grande movimentação, desde o início da semana passada. Familiares e pessoas que realizam a limpeza de túmulos fizeram este trabalho nos últimos dias. O Dia de Finados é marcado por reflexões, saudade e de esperança. A data é celebrada principalmente pela Igreja Católica.

A dona de casa, Gláucia Luiz Constante, veio de Laguna para a Cidade Azul com o seu pai Flávio Constante prestar homenagens aos seus entes queridos. Ela salienta que há anos, nesta época, faz visitas ao túmulo de seus avós paternos.

“Fomos hoje (ontem), orar por nossos familiares. Eles se foram há algum tempo, mas nunca conseguiremos esquecê-los. Mais cedo estivemos no cemitério de Laguna, prestamos as nossas homenagens por nossos parentes e amigos. Esta data é especial e não tem como não virmos e rezarmos para eles que foram tão importantes”, observa Gláucia. 

Desde o século primeiro, os cristãos têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam aos túmulos para rezar pelos falecidos sem martírio, com esperança de terem as suas almas salvas.

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