quarta-feira, 4 fevereiro , 2026

Coronavírus: o perigo escondido no delivery de roupa

Tubarão

Em tempo de pandemia, com a população em reordenamento social em casa e o comércio fechado, para evitar o contágio do novo coronavírus, vários empreendimentos comerciais precisaram recorrer ao chamado delivery de roupas para seguir em funcionamento. Esta forma de vendas tem alcançado muitos adeptos e nos últimos dias a ajudar a salvar o faturamento de inúmeras lojas físicas na região.

No conforto de sua casa, o cliente poderá receber uma mala lotada com roupas, calçados e acessórios. Em alguns estabelecimentos o consumidor tem até 24 horas, para fazer as escolhas e posteriormente, entregar aquilo que não quer para um representante da loja.

Por outro lado, realizar a compra de roupas e calçados em situação de delivery, também pode causar um desconforto. Vale destacar, que há ‘provas’ desses produtos e eles podem ser utilizados por duas ou mais pessoas. Dessa maneira, há troca de fluido. Assim, há a possibilidade de alguém ser contaminado com Covid-19, já que ocorre que outro cliente provou o produto antes. Conforme o diretor-presidente da Fundação de Saúde de Tubarão, Daisson Trevisol, se a pessoa está com a doença confirmada ela deve evitar realizar essa transação. “O ideal é que aquele que tem algum sintoma não prove roupas e calçados”, observa.

O médico infectologista, Rogério Sobrozza, pontua que não é muito seguro este tipo de comércio. “O coronavirus pode ser transmitido desta forma sim. A escolha da roupa deveria ser feita sem provar”, assegura.
O também médico Nixon Batista, vai além. Ele enfatiza que se deve ter todo um cuidado de higienização para receber o produto. “É preciso lavar bem as mãos, usar máscara de forma apropriada e ao manipular esse objeto, ele pode realmente contaminar. Neste caso deve haver todo um cuidado tanto da pessoa que está recebendo o objeto em casa quanto de quem transporta. Porém o serviço de delivery, neste caso de provar a roupa em casa, eleva em muito o risco de propagação em ambos os sentidos. O correto seria um delivery de compra e entrega apenas”, explica

Neste período de pandemia, com as portas fechadas, alguns empresários aproveitam para reorganizar o estoque, fazer um balanço e também investir em promoções para aumentar a cada dia as vendas online. Para alguns, a estratégia tem funcionado, porém o que os lojistas almejam é comércio aberto.

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